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“A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.” André Luiz

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Livro “A Gênese”
Origem de tudo Enviado em 6 de janeiro de 2017 | Publicado por Juliana Chagas
Neste ano de 2017 comemoramos 160 de Espiritismo, que surgiu a partir do lançamento da 1ª obra da codificação em 1857 intitulada “O Livro do Espíritos“. Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, deu início a partir daí a elaboração do pentateuco espírita. Hoje, 06 de Janeiro, comemora-se o lançamento do “A gênese”, quinta obra da codificação. O significado da palavra Gênese é origem ou o princípio de algo. O começo de tudo, a formação dos mundos, o surgimento do espírito, milagres e questões de ordem filosófica e científica. São estes os temas que Allan Kardec se aprofundou ao publicar “A Gênese”. Ela traz esclarecimentos sobre a origem do planeta Terra, a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho, sinais dos tempos, etc. A obra divide-se em três partes: – Na primeira parte, analisa a origem do planeta Terra, de forma coerente, fugindo às interpretações misteriosas e mágicas sobre a criação do mundo; – Em sua segunda parte, aborda a questão dos milagres, explicando a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho; – Na terceira parte, enfoca as predições do Evangelho, os sinais dos tempos e a geração nova, que marcará um novo tempo no mundo com a prática da justiça, da paz e da fraternidade. Os assuntos apresentados nos 18 capítulos desta obra têm como base a imutabilidade das grandiosas Leis divinas. A Gênese, que possamos estudá-la para compreender um pouco mais sobre o começo de tudo.

Estudos Boa Nova

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BOA NOVA
 Os historiadores do Império Romano sempre observaram com espanto os profundos contrastes da gloriosa época de Augusto. Caio Júlio César Otávio chegara ao poder, não obstante o lustre de sua notável ascendência, por uma série de acontecimentos felizes. As mensalidades mais altas da antiga República não acreditavam no seu triunfo. Aliando-se contra a usurpação de Antônio, com os próprios conjurados que haviam praticado o assassínio de seu pai adotivo, suas pretensões foram sempre contrariadas por sombrias perspectivas. Entretanto, suas primeiras vitórias começaram com a instituição do triunvirato e, em seguida, os desastres de Antônio, no Oriente, lhe abriram inesperados caminhos. Como se o mundo pressentisse uma abençoada renovação de valores no tempo, em breve todas as legiões se entregavam, sem resistência, ao filho do soberano assassinado. Uma nova era principiara com aquele jovem enérgico e magnânimo. O grande império do mundo, como que influenciado por um conjunto de forças estranhas, descansava numa onda de harmonia e de júbilo, depois de guerras seculares e tenebrosas. Por toda parte levantavam-se templos e monumentos preciosos. O hino de uma paz duradoura começava em Roma para terminar na mais remota de suas províncias, acompanhado de amplas manifestações de alegria por parte da plebe anônima e sofredora. A cidade dos Césares se povoava de artistas, de espíritos nobres e realizadores. Em todos os recantos, permanecia a sagrada emoção de segurança, enquanto o organismo das leis se renovava, distribuindo os bens da educação e da justiça. No entanto, o inesquecível Imperador era franzino e doente. Os cronistas da época referem-se, por mais de uma vez, às manchas que lhe cobriam a epiderme, transformando-se, de vez em quando, em dardos dolorosos. Otávio nunca foi senhor de uma saúde completa. Suas pernas viviam sempre enroladas em faixas e sua caixa torácica convenientemente 8 resguardada contra os golpes de ar que lhe motivavam incessantes resfriados. Com freqüência, queixava-se de enxaquecas, que se faziam seguir de singulares abatimentos. Não somente nesse particular padecia o Imperador das extremas vicissitudes da vida humana. Ele, que era o regenerador dos costumes, o restaurador das tradições mais puras da família, o maior reorganizador do Império, foi obrigado a humilhar os seus mais fundos e delicados sentimentos de pai e de soberano, lavrando um decreto de banimento de sua única filha, exilando-a na Ilha de Pandatária, por efeito da sua vida de condenáveis escândalos na Corte, sendo compelido, mais tarde, a tomar as mesmas providências em relação à sua neta. Notou que a companheira amada de seus dias se envolvia, na intimidade doméstica, em contínuas questões de envenenamento dos seus descendentes mais diretos, experimentando ele, assim, na família, a mais angustiosa ansiedade do coração. Apesar de tudo, seu nome foi dado ao século ilustre que o vira nascer. Seus numerosos anos de governo se assinalaram por inolvidáveis iniciativas. A alma coletiva do Império nunca sentira tamanha impressão de estabilidade e de alegria. A paisagem gloriosa de Roma jamais reunira tão grande número de inteligências. E nessa época que surgem Vergílio, Horário, Ovídio, Salústio, Tito Lívio e Mecenas, como favoritos dos deuses. Em todos os lugares lavravam-se mármores soberbos, esplendiam jardins suntuosos, erigiam-se palácios e santuários, protegia-se a inteligência, criavam-se leis de harmonia e de justiça, num oceano de paz inigualável. Os carros de triunfo esqueciam, por algum tempo, as palmas de sangue e o sorriso da deusa Vitória não mais se abria para os movimentos de destruição e morticínio. O próprio Imperador, muitas vezes, em presidindo às grandes festas populares, com o coração tomado de angústia pêlos dissabores de sua vida íntima, se. surpreendeu, testemunhando o júbilo e a tranqüilidade geral do seu povo e, sem que conseguisse explicar o mistério daquela onda interminável de harmonia, chorando de comoção, quando, do alto de sua tribuna dourada, escutava a famosa composição de Horácio, onde se destacavam estes versos de imorredoura beleza: 9 O Sol fecundo, Que com teu carro brilhante Abres e fechas o dia!... Que surges sempre novo e sempre igual! Que nunca possas ver Algo maior do que Roma. É que os historiadores ainda não perceberam, na chamada época de Augusto, o século do Evangelho ou da Boa Nova. Esqueceram-se de que o nobre Otávio era também homem e não conseguiram saber que, no seu reinado, a esfera do Cristo se aproximava da Terra, numa vibração profunda de amor e de beleza. Acercavam-se de Roma e do mundo não mais espíritos belicosos, como Alexandre ou Aníbal, porém outros que se vestiriam dos andrajos dos pescadores, para servirem de base indestrutível aos eternos ensinos do Cordeiro. Imergiam nos fluidos do planeta os que preparariam a vinda do Senhor e os que se transformariam em seguidores humildes e imortais dos seus passos divinos. É por essa razão que o ascendente místico da era de Augusto se traduzia na paz e no júbilo do povo que, instintivamente, se sentia no limiar de uma transformação celestial. La chegar à Terra o Sublime Emissário. Sua lição de verdade e de luz ia espalhar-se pelo mundo inteiro, como chuva de bênçãos magníficas e confortadoras. A Humanidade vivia, então, o século da Boa Nova. Era a “festa do noivado” a que Jesus se referiu no seu ensinamento imorredouro. * Depois dessa festa dos corações, qual roteiro indelével para a concórdia dos homens, ficaria o Evangelho como o livro mais vivaz e mais formoso do mundo, constituindo a mensagem permanente do céu, entre as criaturas em trânsito pela Terra, o mapa das abençoadas altitudes espirituais, o guia do caminho, o manual do amor, da coragem e da perene alegria. 10 E, para que essas características se conservassem entre os homens, como expressão de sua sábia vontade, Jesus recomendou aos seus apóstolos que iniciassem o seu glorioso testamento com os hinos e os perfumes da Natureza, sob a claridade maravilhosa de uma estrela a guiar reis e pastores à manjedoura rústica, onde se entoavam as primeiras notas de seu cântico de amor, e o terminassem com a luminosa visão da Humanidade futura, na posse das bênçãos de redenção. É por esse motivo que o Evangelho de Jesus, sendo livro do amor e da alegria, começa com a descrição da gloriosa noite de Natal e termina com a profunda visão da Jerusalém libertada, entrevista por João, nas suas divinas profecias do Apocalipse. 

Emmanuel

Emmanuel
Aceita os companheiros do caminho, qual se mostram, sem exigir-lhes a perfeição da qual todos nos vemos ainda muito distantes.

Estudos Nosso Lar

Estudos Nosso Lar
XVI. No arrependimento verdadeiro é preciso saber falar, para construir de novo. (Lísias, cap. 5, pág. 39)

Momento Espirita

Momento Espírita
Buscando a felicidade

Ser feliz é perseguir a realização dos sonhos, e entender que o mundo pode ser um lugar de alegrias.
Ser feliz é se entusiasmar com tudo o que podemos fazer hoje, e que talvez amanhã não possamos mais.
Ser feliz é espantar a tristeza, as preocupações, o desânimo para longe. E viver.
Ser feliz é ter Deus no coração e a certeza de que Ele jamais nos faltará.
Ser feliz é amar, sorrir, cantar, é iluminar tudo ao nosso redor.
Ser feliz é conseguir derrubar as barreiras do preconceito, que nos separam das demais pessoas.
Ser feliz é abrir as jaulas onde nos trancamos com nosso egoísmo e orgulho.
Ser feliz é ser capaz de trocar o cultivo do sofrimento por bênçãos de aprendizados.
Ser feliz é ter a certeza da presença de Deus, transformando a vida em hino de glória.
Ser feliz é fazer do amor as asas que nos permitirão alçar voos a imensas alturas.
*   *   *
Chega um dia na vida em que aprendemos que, por mais que soframos, o mundo não se detém para que descansemos;
Que o tempo não volta, esperando a nossa disposição para crescer ou para agir; que não adianta perseguirmos as borboletas, porque elas só virão a nós, quando plantarmos flores; que o amor precisa ser cultivado para vicejar, florir e frutificar.
Que o mundo é um jogo, onde a vida é cheia de regras que precisamos atender em nossa caminhada; que é necessário esquecer tristezas, cultivar o respeito a si próprio e ao próximo; que a vida na Terra é curta e não devemos perder tempo com ilusões; que é sempre valioso lutar, sonhar, amar, perdoar, conquistar amigos, sorrir; que as oportunidades não aproveitadas deixarão em nós somente um grande vazio.
Por isso, é importante não se deixar abalar pelas adversidades.
Não esmorecer e nem se entregar, frente às possíveis dificuldades; entender que o insucesso não significa derrota; que desanimar em meio ao caminho é perda de tempo; que não devemos desperdiçar a hora, olhando para trás, mas sim seguir em frente, ajudando a todos; que devemos viver o dia de hoje como se fosse o último que temos; que é bom manter nos lábios e no coração uma canção de alegria.
E lembrar que o valor de uma pessoa não está na beleza de sua face, nem na riqueza de seus bens, mas na sabedoria de suas palavras.
A riqueza que conta é a da alma.
Para melhorar o padrão de nossas vidas é necessário melhorar o padrão de nossas mentes.
Mentes negativas se assemelham a águas poluídas, que contaminam por onde passam.
Jamais desconsiderar as lágrimas, pois às vezes, elas são as únicas palavras que o coração consegue manifestar.
Se certas lágrimas se solidificassem, tornar-se-iam valiosas pérolas a ornar as almas que sofrem.
Amor verdadeiro o tempo não destrói, nem a distância separa.
Porque o amor é a essência Divina que perfuma as almas que o sabem cultivar, valorizar e distribuir.
Redação do Momento Espírita.
Em 7.1.2017.

Aconteceu no dia

Nasce o lendário Elvis Presley, cantor e ator norte-americano

08-01-1935
No dia 8 de janeiro de 1935 nascia em East Tupelo, nos Estados Unidos, o lendário Elvis Aaron Presley, músico e ator, mundialmente denominado “Rei do Rock”. Ele também era conhecido na década de 50 pelo apelido Elvis The Pelvis, por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Com uma potente voz, força interpretativa e estilo galã, foi um sucesso de público e se transformou em um dos ícones da cultura popular mundial. Ele cantava acompanhado do guitarrista Scotty Moore e do baixista Bill Black. Presley foi um dos criadores do rockabilly, fusão do country e do rhythm and blues. Entre seus sucessos, estão “Don t Be Cruel", "Love me Tender", “Teddy Bear", "It s Now Or Never", "Can´t Help Falling In Love", "Surrender", “In The Ghetto", "Suspicious Minds", "Don t Cry Daddy", "The Wonder Of You" e "Moody Blue". Mesmo 30 anos depois da sua morte, ele é o artista solo com maior número de hits nas paradas mundiais e recordista mundial em vendas de discos em todos os tempos, com mais de 1 bilhão e meio cópias vendidos em todo o mundo. Elvis morreu no dia 16 de agosto de 1977, em Memphis, nos Estados Unidos. As circunstâncias de sua morte repentina, em sua mansão, até hoje ainda não foram totalmente esclarecidas.

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