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Prevenção ao suicídio
 Enviado em 30 de dezembro de 2016 | Publicado por Juliana Chagas 


O suicídio é considerado um problema de saúde pública e mata 1 brasileiro a cada 45 minutos e 1 pessoa a cada 40 segundos em todo o mundo. Em torno do assunto há uma série de tabus e mistificações que acabam disfarçando a gravidade e a seriedade do atentado contra a própria vida. Falar sobre o tema é uma das atitudes importantes, já que para muitos o tema é um tabu. Quebrar este tabu é necessário. Allan Kardec no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, diz que “a calma e a resignação adquiridas na maneira de encarar a vida terrena, e a fé no futuro, dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo da loucura e do suicídio”. Conheça o livro de André Trigueiro, “Viver é a melhor opção“, que aborda o tema. A renda deste livro é destinado ao CVV – Centro de Valorização da Vida. No site da Mundo Maior Editora você poderá adquirir esta e outras obras que tratam desta questão. O Centro de Valorização da Vida (CVV) completou 54 anos. Hoje, a entidade já conta com cerca de 2.200 voluntários espalhados por todo o Brasil, e oferece atendimento por telefone, Chat, Skype, e-mail ou pessoalmente, sempre de forma sigilosa e gratuita, todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo 24 horas todos os dias. O CVV cujo telefone está à disposição para atender no telefone 141 de forma voluntária e gratuita em qualquer momento.

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“Para avançar em direção ao objetivo, é preciso vencer os instintos em proveito dos sentimentos.” Evangelho Segundo o Espiritismo

Emmanuel

Emmanuel
Conserva a esperança em teus apetrechos de viagem.

Estudos Nosso Lar

Estudos Nosso Lar

XIV. A humanidade não se constitui de gerações transitórias e sim de Espíritos eternos, a caminho de gloriosa destinação. (André Luiz, cap. 1, pág. 18.) 

Um pouco de Chico

Um pouco de Chico
A HISTÓRIA DA CHAVE 
Com a saída do chefe da casa e dos filhos mais velhos para o trabalho e com a ausência das crianças na escola, Dona Cidália era obrigada, por vezes, a deixar a casa, a sós, porque devia buscar lenha, à distância. Aí começou uma dificuldade. Certa vizinha, vendo a casa fechada, ia ao  quintal e colhia as verduras. A madrasta bondosa preocupou se. Sem verduras não haveria dinheiro para o serviço  escolar. Dona Cidália observou... Observou... E ficou sabendo que lhes subtraía os recursos da horta; entretanto, repugnava lhe a ideia de ofender uma pessoa amiga por causa de repolhos e alfaces. Chamou, então, o Chico e lembrou. — Meu filho, você diz que, às vezes, encontra o Espírito de Dona Maria. Peça ­lhe um conselho. Nossa horta está desaparecendo e, sem ela, como sustentar o serviço da escola? Chico procurou  o quintal à tardinha e rezou  e, como das outras vezes, a mãezinha apareceu. O menino contou ­lhe o que se passava e pediu­ lhe socorro. D. Maria então lhe disse: —  Você diga à Cidália que realmente não devemos brigar com os vizinhos que são  sempre pessoas de quem necessitamos. Será então aconselhável que ela dê a chave da casa à amiga que vem talando a horta, sempre que precise ausentar ­se, porque, desse modo a vizinha, ao invés de prejudicar os legumes, nos ajudará a tomar conta deles. Dona Cidália achou o conselho excelente e cumpriu a determinação. Foi assim que a vizinha não mais tocou nas hortaliças, porque passou a responsabilizar ­se pela casa inteira. 

Momento Espirita

Momento Espírita
Iniciando um novo ano
Toda vez que o ano vai chegando ao fim, parece que todos vamos manifestando cansaço maior.
Seja porque as festas se multipliquem (são formaturas, casamentos, jantares de empresas), seja porque já nos vamos preparando para as viagens de férias de logo mais.
De uma forma ou de outra, é comum se escutar as pessoas desabafarem dizendo que desejam mesmo que acabe logo o ano.
Quem muito sofreu, deseja que ele acabe e aguarda dias novos, de menos dores.
Quem perdeu amores, deseja que ele acabe de vez, na ânsia de que os dias que virão consigam trazer esperanças ao coração esfacelado pelas ausências.
Quem está concluindo algum curso e deu o máximo de si, deseja que os meses que se anunciam cheguem logo, para descansar de tanto esforço.
E assim vai. Cada um vai pensando no ano que se finda no sentido de deixar algo para trás. Algo que não foi muito bom.
Naturalmente, muitos são os que veem findar os dias do ano com contentamento, pois eles lhe foram propícios. Esses, almejam que os dias futuros reprisem esses valores de alegria, de afeto, de coisas positivas.
Ano velho, ano novo. São convenções marcadas pelo calendário humano, em função dos movimentos do planeta em torno do astro rei.
Contudo, psicologicamente, também nos remetem, sim, a um estado diferente.
Como Deus nada faz, em Sua sabedoria, sem um fim útil, também assim é com a questão do tempo como o convencionamos.
Cada dia é um novo dia. A noite nos fala de repouso. A madrugada nos anuncia oportunidade renovada.
Cada ano que finda nos convida a deixarmos para trás tudo de ruim, desagradável que já vivenciamos, permitindo-nos projetar planos para o futuro próximo.
Por tudo isso, por esta ensancha que a Divindade nos permite a cada trezentos e sessenta e cinco dias, nesta Terra, pense que você pode melhorar a sua vida no ano que se anuncia.
Comece por retirar de sua casa tudo que a atravanca. Libere-se daquelas coisas que você guarda nos armários, na garagem, no fundo do quintal.
Coisas que estão ali há muito tempo, que você guarda para usar um dia. Um dia que talvez nunca chegue. Pense há quanto tempo elas estão ali: meses, anos... esperando.
São roupas, calçados, livros, discos antigos, utensílios que você não usa há anos. Libere armários, espaços.
Coisas antigas, superadas são muito úteis em museus, para preservação da memória, da evolução da nossa História.
Doe o que possa e a quem seja mais útil.
Sinta o espaço vazio, sinta-se mais leve.
Depois, pense em quanta coisa inútil você guarda em seu coração, em sua mente.
Mágoas vividas, calúnias recebidas, mentiras que lhe roubaram a paz, traições que o deixaram doente, punhais amigos que lhe rasgaram as carnes da alma...
Alije tudo de si. Mentalmente, coloque tudo em um grande invólucro e imagine-se jogando nas águas correntes de um rio caudaloso que as levará para além, para o mar do esquecimento.
Deseje para si mesmo um ano novo diferente. E comece leve, sem essa carga pesada, que lhe destrói as possibilidades de felicidade.
Comece o novo ano olhando para frente, para o alto. Estabeleça metas de felicidade e conquistas.
Você é filho de Deus e herdeiro do Seu amor, credor de felicidade.
Conquiste-a. Abandone as dores desnecessárias, pense no bem.
Mentalize as pessoas que são amigas, que o amam, lhe querem bem.
Programe-se para estar mais com elas, a fim de, fortalecido, alcançar objetivos nobres.
Comece o ano pensando em como você pode influenciar pessoas, ambientes, com sua ação positiva.
Programe-se para vencer. Programe-se para fazer ouvidos moucos aos que o desejam infelicitar e avance.
Programe-se para ser feliz. O dia surge. É ano novo. Siga para a luz, certo de que com vontade firme, desejo de acertar, Jesus abençoará as suas disposições.
É Ano Novo. Pense novo. Pense grande. Seja feliz.
Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 13, ed. FEP.
Em 31.12.2016.

Aconteceu no dia

Realizada a primeira edição da corrida de São Silvestre


31-12-1924
Em meio às comemorações do Ano Novo, a cidade de São Paulo também passou a conviver com um novo evento: a Corrida de São Silvestre. Realizada pela primeira vez na virada do ano de 1924 e 1925, a edição inicial da disputa teve como vencedor Alfredo Gomes, atleta do Clube Espéria, em uma época em era permitida apenas a participação de homens. A ideia de se fazer uma prova deste tipo partiu do jornalista Cásper Líbero, que se inspirou numa corrida noturna francesa, em que os competidores carregavam tochas de fogo durante o percurso. Depois de acompanhar o evento em Paris, Cásper Líbero decidiu levar a prova para São Paulo. O nome da disputa, São São Silvestre, é em homenagem ao papa da Igreja Católica, canonizado também neste dia. Desde sua primeira edição, a corrida nunca deixou de ser realizada, apesar dos vários obstáculos ao longo deste tempo, como a Revolução Constitucionalista (1932) e a Segunda Guerra Mundial. Além de ser restrita aos homens, a prova só permitia a participação de brasileiros. Isso mudou apenas em 
1945, quando convidados do Chile e Uruguai disputaram a prova. As mulheres só começaram a participar a partir de 1975, quando a ONU instituiu o Ano Internacional da Mulher. A primeira competição feminina foi realizada em conjunto com a masculina, mas a classificação era separada. A primeira campeã foi a alemã Christa Valensieck, que voltou a vencer no ano seguinte. Em 1989, a prova deixou de ser noturna e passou a figurar no calendário de rua da Associação Internacional de Atletismo. Atualmente, a corrida é realizada durante o dia 31 de dezembro, com percurso de 15 quilômetros. Os maiores vencedores da prova são o queniano Paul Tergat (cinco vezes campeão: 1995, 1996, 1998, 1999 e 2000) e a portuguesa Rosa Mota (seis vezes: 1981, 1982, 1983, 1984, 1985 e 1986).

Momento Espirita

 Momento Espírita
Exemplos modificam vidas
Dizem que as palavras convencem, mas os exemplos arrastam. Ou seja, os exemplos sempre falam mais alto e têm o condão de transformar vidas, arrebatar as pessoas.
Narra o médico e escritor escocês A. J. Cronin, em uma página solta na imprensa internacional, intitulada Porque eu creio em Deus, sua experiência pessoal.
Estudante de medicina na Universidade de Glasgow, durante a sua juventude, não era diferente dos seus colegas quanto à irreverência na crença no Ser Supremo.
Quando pensava na palavra Deus, um sorriso de mofa lhe aparecia nos lábios, transparecendo o desprezo por esse mito, desgastado pelo tempo.
Quando se formou e foi clinicar, ao sul do país de Gales, conheceu uma jovem enfermeira, cuja atuação lhe chamou muito a atenção.
Ela trabalhava sozinha, numa ronda de quinze quilômetros diários, montada numa bicicleta, para atender os seus pacientes.
Sua fisionomia revelava os traços de uma disposição, jovialidade e paciência dignas de admiração.
Mesmo depois de um dia estafante, se chegasse um chamado urgente, retornava à sua tarefa. E nunca estava tão ocupada que não pudesse pronunciar uma palavra de consolo e bom ânimo a quem precisasse.
Seu salário era irrisório e mal atendia as suas necessidades básicas. Mas, ela realizava o seu trabalho como se estivesse recebendo a maior remuneração de toda a classe médica.
Certa noite, depois de um dia particularmente trabalhoso, difícil, doutor Cronin se sentou ao lado dela, para saborear uma xícara de chá.
Observando-lhe o cansaço, o médico lhe perguntou: Enfermeira, por que você não exige que lhe paguem melhor? Você devia ganhar, pelo menos, o triplo do que ganha por semana. Você merece mesmo.
Um silêncio se fez, por alguns instantes. Depois, ela sorriu e seu olhar brilhou intensamente, surpreendendo o médico.
Então, com voz terna e modulada, ela respondeu:
Doutor, se Deus sabe que eu mereço, isso é tudo para mim.
Naquele momento, Cronin compreendeu que toda aquela existência de trabalho, em que se destacava o amor ao próximo, era um atestado evidente da sua maneira de adorar a Deus.
Percebeu, num lampejo, a riqueza da significação da vida daquela jovem. E, por outro lado, o vazio interior existente no seu próprio mundo íntimo, pela ausência da crença em Deus.
Aquilo o fez pensar e, depois de algum tempo, em que outros fatos se lhe alinharam à observação, ele se ergueu do pântano do cepticismo para a terra firme da adoração a Deus.
*   *   *
Sim, exemplos arrastam. Falam muito mais alto à razão e ao coração do que muitas palavras.
Por esse motivo, é que o sábio de Nazaré convocou os homens ao amor, prescrevendo: Amai-vos uns aos outros.
E, para acrescentar Como eu vos amei, abandonou as estrelas, tomou um corpo de carne e veio viver entre as Suas ovelhas, Pastor Celeste que é.
Durante pouco mais de três décadas, viveu a infância, a juventude e caminhou para a maturidade, servindo sempre, no lar, na carpintaria do pai, no mundo.
Finalmente, certo de que lhe seguiríamos a exemplificação nobre, afirmou: Os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem.
Pensemos nisso. Vivamos e exemplifiquemos a sábia exortação.
Redação do Momento Espírita, com base no artigoA lei de adoração, de José Couto Ferraz,
 da 
Revista Internacional de Espiritismo,
 outubro 2016.
Em 27.12.2016.

Aconteceu no dia

Nasce Kepler, descobridor das órbitas dos planetas

27-12-1571
No dia 27 de dezembro de 1571 nascia em Weil der Stadt, na Alemanha, o astrônomo e filósofo alemão Johannes Kepler, responsável pelo descobrimento da viagem dos planetas em órbitas elípticas. De origem humilde, ele recebeu uma bolsa para estudar na Universidade de Tübingen. Em 1954, tornou-se professor de matemática na Áustria e, tempos depois, desenvolveu uma teoria mística de que o cosmos foi construído por cinco poliedros regulares, dentro de uma esfera, com um planeta entre cada par. Ele enviou o seu artigo para Tycho Brahe, que 
convidou Kepler para integrar sua equipe de pesquisa. Na tentativa de entender a refração atmosférica da luz, ele se tornou o primeiro a explicar exatamente como a luz se comporta dentro do olho, como os óculos podem melhorar a visão e o que acontece com a luz em um telescópio. Em 1609 ele publicou sua descoberta de que a órbita de Marte era uma elipse e não um círculo perfeito como se imaginava até então sobre as órbitas dos planetas celestes. Este fato serviu de base para a primeira das três leis de Kepler sobre o movimento planetário. Ele também determinou que os planetas se movem mais rapidamente conforme eles se aproximam do Sol (segunda lei). Em 1619, ele mostrou que uma simples fórmula matemática pode relacionar os períodos das órbitas dos planetas com a sua distância do Sol (terceira lei). Em 1620, ele defendeu sua mãe de acusações de feitiçaria, preservando assim sua própria reputação. O cientistsa morreu no dia 15 de novembro de 1630, em Regensburg, na Alemanha.

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