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ansiedade

Celebridades têm decidido falar abertamente de sua saúde mental

Enviado em 17 de novembro de 2016 | Publicado por Juliana Chagas 
As celebridades estão cada vez mais revelando publicamente que sofrem de depressão e ansiedade. Um dos exemplos mais recente é da cantora Selena Gómez, que anunciou uma pausa na carreira devido a crises de depressão e ansiedade e chegou até a se internar voluntariamente.
Bruce Springsteen escreveu em sua biografia lançada em setembro, Born to Run, sobre como luta há anos com a depressão. O músico americano chegou até a admitir que a doença o “subjugou” em algumas ocasiões.
O Espiritismo tem uma grande contribuição a oferecer à Medicina e às escolas que lidam com a saúde humana.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social.
O Espiritismo, porém, amplia essa visão e ensina que saúde é o estado de completo bem-estar biopsicossocioespiritual, pois leva em consideração os fatores biológicos, psicológicos, sociais e espirituais que influenciam o ser humano em sua passagem pela existência terrena.
Diferentemente da Medicina do Corpo, que ainda é exercida em larga escala nos dias de hoje, o Espiritismo descortina um novo modelo, o da Medicina da Alma.
Segundo a saudosa Dra. Marlene Nobre, “a percentagem quase total das enfermidades humanas tem origem no psiquismo. Assim, orgulho, vaidade, egoísmo, preguiça e crueldade são vícios da alma, que geram perturbações e doenças nos seus envoltórios, quer dizer, no corpo espiritual ou perispírito e no corpo físico”.

Status

 “Jesus convida todos a buscar um novo caminho, um sentido para a vida na Terra.” Bezerra de Menezes

Estudos Nosso Lar

3. A paisagem, quando não totalmente escura, parecia banhada de luz alvacenta, como que amortalhada em neblina espessa. O medo de André era grande. Onde ficaram o lar, a esposa, os filhos? Sem qualquer noção do rumo a tomar, as lágrimas lavavam-lhe incessantemente o rosto e apenas, em minutos raros, felicitava-o a bênção do sono. Bruscamente, porém, interrompia-se a sensação de alívio, porque seres monstruosos o acordavam, irônicos, e era imprescindível fugir deles. (Cap. 1, pág. 18.)  

Momento Espirita

 Momento Espírita
Construindo a confiança

Em quantas pessoas você realmente confia? A pergunta soa um tanto ingênua, mas nos faz refletir a respeito das nossas relações nos dias atuais.
Conhecemos um maior número de pessoas com as quais convivemos, os relacionamentos se multiplicam, os contatos sociais são facilitados.
Comunicamo-nos mais facilmente, através de e-mails, sites de relacionamento, telefones móveis.
E, paradoxalmente, nos sentimos cada vez mais sozinhos, mais vazios. Cheios de nomes na agenda telefônica, sem que possamos neles confiar, sem que possamos com eles contar, sem que tenhamos com quem dividir angústias, receios, medos e solidão.
Como escreveu o comediante americano George Carlin: Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
E, como consequência, temos muitos conhecidos, mas conhecemos muito pouco as pessoas. Daí, nossa dificuldade em encontrar em quem confiar, com quem dividir os pesos que muitas vezes trazemos na alma. E gostaríamos de ter com quem compartilhá-los.
Mas, de onde nasce a confiança? Como se constrói a confiança de uns nos outros?
Se analisarmos que confiar pode ser interpretado também como fiar com, entendemos que a confiança se constrói no exercício contínuo da convivência, do estar junto, do fiar as coisas do dia a dia com companheirismo.
Quando nos permitimos a convivência com o próximo, o compartilhar das experiências, o dividir das responsabilidades, que aos poucos irão crescendo, estamos fiando as coisas da vida com os companheiros de jornada.
É natural que a confiança não nasça rápida e indistintamente. É necessário que seja cultivada, que seja vivenciada. Aí está o fiar com alguém.
Aquele que não se permite dividir pequenas tarefas, pequenas responsabilidades com o outro, sempre a desconfiar de alguém, descarta de antemão a possibilidade de construir a confiança mútua.
É verdade que seria insensato confiar sentimentos, informações ou decisões indistintamente, com qualquer pessoa do nosso relacionamento.
Mas o oposto também é um erro.
Sempre haverá aqueles com os quais poderemos começar o exercício da convivência, do compartilhar o pouco, para logo mais a confiança começar a se estabelecer.
Permitamo-nos sair da solidão e do isolamento, mesmo que cercados de uma multidão, para buscar esse ou aquele companheiro, a fim de iniciar o exercício de fiar juntos o sentimento da confiança.
Alguns logo nos mostrarão que não estão dispostos a esse exercício. Outros caminharão apenas um trecho conosco.
Porém, sempre haverá aqueles que aceitarão o convite da construção da amizade e da confiança.
Para chegar até esses, inevitavelmente passaremos por uns e outros. Mas serão sempre o convívio, o conhecimento mútuo e o compartilhar, as ferramentas que melhor nos servirão para a construção da confiança e da amizade.
Pensemos nisso e nos empenhemos nessa elaboração lenta e preciosa da confiança.
Redação do Momento Espírita.
Em 18.11.2016.

Aconteceu no dia

Nasce uma estrela: Mickey Mouse

18-11-1928
Um dos personagens de desenho animado mais conhecidos do mundo ocidental fazia sua aparição para o público em um dia como este, no ano de 1928, no Colony Theatre em Manhattan, em Nova Iorque. Era a apresentação de Mickey, no primeiro desenho animado com som, chamado "Steamboat Willie". Mais tarde, o ratinho se tornaria uma espécie de amuleto para Walt Disney, que criou o personagem juntamente com o desenhista Ub Iwerks. Mickey também se tornou o símbolo da The Walt Disney Company. Inicialmente, sua dublagem era 
feita pelo próprio Walt Disney, entre 1928 e 1946.
Mickey Mouse estaria sob domínio público desde 1998, já que a proteção dos direitos autorais nos Estados Unidos valem por 80 anos. Contudo, o congresso norte-americano aprovou a prorrogação da lei - apelidada de Lei Mickey - que expandiu por 20 anos os direitos de todas as obras norte-americanas que ainda não estivessem sob domínio público. Desta maneira, Mickey estará protegido até 18 de novembro de 2018. O primeiro nome de Mickey era Mortimer, mas ele mudou para o nome atual por sugestão de Lillian, esposa de Walt Disney, que achava o primeiro muito sério para o personagem. Mickey também bebia e fumava, porém, diante de sua popularidade, Walt Disney tornou o ratinho saudável já em 1930. A importância de Mickey era tamanha para Walt Disney que ele falava: "Nunca liguei para garotas e continuo não ligando. Amo Mickey Mouse mais do que qualquer mulher que já conheci."

"Perseguições Espirituais" | Sérgio Thiesen

Musica

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Produção: Cristina D’Elia e equipe
Apresentação: Mônicka Christi


Rio Instrumental - 09/11/16

Saiba Mais

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Antônio Gonçalves da Silva
"Batuíra"

Antônio Gonçalves da Silva "Batuíra" nasceu na Freguesia das Águas Santas (Portugal), em 19 de março de 1839. Aos 11 anos, emigrou para o Brasil, vivendo três anos no Rio de Janeiro, transferindo-se depois para Campinas (São Paulo), onde trabalhou por alguns anos na lavoura.
Mais tarde fixou residência na capital bandeirante, dedicando-se à venda de jornais. Naquela época, São Paulo era uma cidade de 30 mil habitantes. Ele entregava jornais de casa em casa, conquistando, nessa profissão, a simpatia e a amizade dos seus fregueses.
Muito ativo, correndo daqui para acolá a gente da rua o apelidava "O Batuíra" (nome que o povo dava à narceja, ave pernalta muito ligeira, de vôo rápido, que freqüentava os charcos, à volta dos lagos).
Convivendo com os acadêmicos de Direito do Largo de São Francisco, passou a se dedicar à arte teatral: montou pequeno teatro à rua Cruz Preta (depois denominada Senador Quintino Bocaiúva).

Saiba mais

Afonso de Liguori
Afonso Maria Antônio João Cosme Damião Miguel Gaspar de Liguori nasceu na casa de fazenda do seu pai em Marinella, perto de Nápoles, numa terça-feira, 27 de setembro de 1696.  Era de família antiga e nobre. Seu pai, Dom José de Liguori foi um oficial naval e Capitão Real de Galés. Sua mãe era descendente de espanhóis.  Era o mais velho de sete crianças e a esperança da sua casa. Brilhante e rápido, fez grandes progressos em todos os tipos de aprendizado. Seu pai o fazia praticar cravo três horas por dia, e na idade de treze anos ele tocava com perfeição de mestre.
Cavalgava e praticava esgrima como recreação. Afirmava não poder se tornar um atirador devido a sua péssima pontaria.
Na sua mocidade tornou-se um aficionado em ópera. Quando subiam as cortinas, ele tirava os óculos para não ver os atores distintamente e assim melhor se extasiar com a música.
Afonso não foi educado em escolas mas sim por tutores, sob o olhar vigilante do seu pai. Aos 16 anos, em 21 de janeiro de 1713 formou-se em Direito, embora o normal fosse graduar-se com 20 anos de idade. Diziam que ele era tão pequeno na época que a toga o engolia, arrancando risos da platéia. Logo após a sua formatura estudou para os exames da Ordem dos Advogados, e aos 19 anos já praticava a sua profissão na Corte.
Em 8 anos de carreira como advogado, afirma-se que ele jamais perdeu uma causa. Contudo, em 1723, Afonso foi um dos advogados numa ação judicial entre um nobre napolitano e o Grão Duque de Toscana, cuja propriedade valia 500.000 ducados. Após proferir um brilhante discurso de abertura, sentou-se confiante na vitória. Mas, um documento, por ele lido e relido, mas entendido em forma diversa da que foi apresentada pelo seu oponente, no Tribunal, fez com que ele perdesse a causa
Durante 3 dias ele recusou qualquer tipo de alimento. Depois da tempestade passada, começou a pensar que a humilhação da derrota tinha sido enviada a ele por Deus, para quebrar o seu orgulho e afastá-lo do mundo. Estava seguro que algum sacrifício era necessário, embora não soubesse exatamente qual seria.
Desgostoso, apesar da consternação do pai, resolveu abandonar a carreira de advogado. Para se manter ocupado, passou a visitar doentes em hospitais de incuráveis.
Em agosto de 1723, exatamente durante uma dessas visitas ao Hospital de Incuráveis, subitamente se viu rodeado por uma luz misteriosa e uma voz interior lhe disse: "Deixa o mundo. Dá-me de ti mesmo." Tendo se repetido o fato mais uma vez, Afonso tomou a solene resolução de entrar para o corpo eclesiástico.
Como padre, continuou a trabalhar em um Hospital de Incuráveis, assistiu os condenados à forca, foi amigo dos marginalizados, considerados uma chaga da sociedade em Nápoles.
Numa cidade de cerca de 500 mil habitantes e 15 mil sacerdotes, Afonso se destacou como um homem extraordinário que realizou o seu trabalho em situações difíceis e ingratas. Eram em torno de 40 mil os "desclassificados" em Nápoles e ele passou a realizar "capelas noturnas". Eram reuniões do povo nas ruas e nas praças para o ensino do Evangelho, oração e encontro fraterno.
No púlpito, tinha um estilo inteligente, simples e sincero que enchia os corações com amor e misericórdia. No confessionário, preocupava-se muito mais em atender as criaturas, do que em punir os "criminosos".
Apesar de tudo, se mantinha inquieto. Trazia a intuição de que algo mais deveria ser feito. Foi após um encontro com o povo pobre das montanhas, pastores de ovelhas e cabras, que ele decidiu: iria trabalhar entre os pobres mais pobres.
Junto a um grupo de companheiros, fundou em 09 de novembro de 1732, em Scala, nas proximidades de Nápoles a Congregação Redentorista. Era a sua resposta ao considerado "terceiro mundo", constituído de pobres e abandonados, pois os missionários redentoristas deviam viver no meio dos abandonados, na época, especialmente aqueles das zonas rurais.
Escritor, escreveu 113 obras teológicas, ascéticas, místicas e pastorais que chegaram a atingir 60 edições. Também deixou escritas 1.700 cartas. Para compor a sua obra principal, a Teologia Moral, leu 800 autores, anotando em fichas.
Com um anseio de saber, buscava nas livrarias de Nápoles as mais recentes obras de seu tempo, de forma constante. Homem versátil, foi também poeta, músico e pintor. Como gramático, escreveu regras gramaticais com o objetivo exclusivo de alfabetizar um irmão na Congregação. Trabalhador incansável, serviu como pedreiro na construção da primeira casa 
de retidos da Congregação.

Com tanto trabalho e dedicação, teve ainda que enfrentar uma insidiosa enfermidade, que fez da sua vida um martírio. Por oito vezes, esteve à morte. Um ataque de febre reumática, no período de maio de 1768 a junho de 1769, terminou por deixá-lo paralisado até o fim dos seus dias. Pelo resto da sua vida física, ele teve que tomar seus alimentos através de tubos.
Mesmo com toda esta problemática, ele somente poderia retornar para sua pequena cela em Noccera, em julho de 1775, dispensado então dos serviços pelo Papa. Foram mais 12 anos de grandes aflições e sofrimentos físicos e morais. Estes últimos, por questiúnculas que envolveram a Congregação e que afetaram muito a Afonso.
Aos 91 anos de idade, em 1º de agosto de 1787, ele desencarnou. Reconhecendo seus grandes méritos, a Igreja o resolveu elevar à categoria de "Santo", concedendo-lhe a canonização 49 anos após a sua morte. Em O livro dos médiuns (pt. 2, cap. VII, item 119), o Codificador refere-se a essa canonização antes do tempo prescrito, por ter sido visto Afonso, durante sua vida terrena, em dois lugares diversos, ao mesmo tempo: em sua cela de sacerdote e assistindo o Papa, em processo de desencarnação, no Vaticano, o que passou por milagre.
Na mesma obra, o próprio Afonso, indagado por Kardec, responde às questões de números 1 a 4, a respeito da bi-corporiedade.
Em 1871, o Papa Pio IX lhe conferiu o título de "Doutor da Igreja" e, em 1950, Pio XII o proclamou "Patrono dos Confessores e Professores de Teologia Moral".

Um pouco de Chico

A HORTA EDUCATIVA 
Quando Dona Cidália reuniu os filhos menores de Dona Maria João de Deus, observou  que eles precisavam do grupo escolar. O Sr. Cândido Xavier, pai da numerosa família, foi consultado. Entretanto, a situação era difícil. 1918, a época a que nos referimos, marcara a passagem da gripe espanhola. Tudo era crise, embaraço. E o salário, no fim de mês, dava escassamente para o necessário. Não havia dinheiro para cadernos, lápis e livros. A madrasta, alma generosa e amiga, chamou o enteado e lembrou: — Chico, vocês precisam ir à escola. E como não há recurso para isso, vamos plantar uma horta. Adubaremos a terra, plantarei os legumes e você fará a venda na rua... Com o resultado, espero que tudo se arranje. — A senhora pode contar comigo, — prometeu o menino. A horta foi plantada. Em algumas semanas, Chico já podia sair à rua com o cesto de verduras. — Olhem a couve, a alface! Almeirão e repolho!... E o povo comprava. Cada molho de couve ou cada repolho valia um tostão. Dona Cidália guardava o produto financeiro num cofre. Quando abriram o cofre, Dona Cidália, feliz falou para o enteado: — Você está vendo o valor do serviço? Agora vocês já podem frequentar  as aulas do  grupo. E foi assim que, em janeiro de 1919, Chico Xavier começou o ABC.

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Estudos Nosso Lar

2. Estava André convicto de não mais pertencer ao número dos encarnados no mundo e, no entanto, seus pulmões respiravam a longos haustos. Cabelos eriçados, coração aos saltos, medo terrível, muita vez gritou como louco, implorou piedade e clamou contra o doloroso desânimo que o subjugava... Mas, quando o silêncio implacável não lhe absorvia a voz estentórica, lamentos mais comovedores que os seus respondiam a seus clamores. Outras vezes, gargalhadas sinistras rasgavam a quietude ambiente. (Cap. 1, pág. 17.)  

Noticias do Meio

Votação do aborto na página do Senado

Enviado em 11 de novembro de 2016 | Publicado por Juliana Chagas 

abortoO Senado Federal lançou, em seu site, uma consulta pública questionando a população sobre a regulação do aborto no Brasil, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A enquete sobre a legalização do aborto ganhou popularidade no site do Senado, onde os internautas podem opinar sobre as propostas que tramitam na Casa. O texto do projeto, elaborado pelo cidadão André de Oliveira Kiepper por meio do Portal e-Cidadania, foi publicado em 24 de setembro de 2014 e desde então está em trâmite no Senado.
A  enquete já é a terceira mais popular do portal e-Cidadania.  Relator da proposta, o senador Magno Malta (PR-ES) é contrário ao projeto e deve entregar seu parecer até dezembro.
A consulta traz a seguinte pergunta: “Você é a Favor ou Contra Regular a interrupção voluntária da gravidez, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo sistema único de saúde?”
Use um pouco do seu tempo para votar contra nesta consulta que pergunta se somos a favor de assassinar as crianças até 12 semanas.
Depois de votar, passe adiante esta informação.
A vida depende de nossas ações!

Noticias do Meio

“Anticoncepcional masculino”

Enviado em 11 de novembro de 2016 | Publicado por Juliana Chagas 

remédioUm recente artigo publicado no jornal científico Journal Of Clinical Endocrinology and Metabolism e divugado pela CNN, destacou o resultado do maior estudo já realizado, que avaliou a viabilidade e as consequências de um contraceptivo masculino.
O estudo envolveu 320 homens que tinham entre 18 e 45 anos e estavam em relações monogâmicas estáveis. Neles foram aplicadas injeções bimestrais de hormônios supressores da produção de espermatozoides.
Após quase oito anos de aplicações e análises periódicas, concluiu-se que apesar da eficiência de 96%, compatível com a de métodos femininos, os efeitos colaterais ainda seriam severos demais para liberar a “pílula masculina”.
Entre os efeitos colaterais registrados estão alteração de humor,variações bruscas na libido e maior tendência a desenvolver depressão (3%). Efeitos que também acometem entre 20% a 30% das mulheres que fazem uso de anticoncepcionais.
Apesar da liberação do medicamento ter sido suspenso em 2011 para dar sequência aos testes, setenta e cinco por cento dos voluntários afirmaram que adotariam o método se ele estivesse disponível.

Métodos contraceptivos, uma reflexão espírita

O planejamento familiar é uma decisão que está atrelada ao livre-arbítrio dos casais.
E tais decisões decorrem de um planejamento reencarnatório.
No Livro dos Espíritos, no capítulo sobre a “Lei de Reprodução”, encontramos alguns subsídios importantes para discutir o tema. Aprendemos com os Espíritos que se pode controlar a natalidade, sem abusos. Porém, advertem-nos os Benfeitores que se o objetivo for a sensualidade, onde a predominância do lado animal esmague os anseios do espírito, acarretará gravíssimas consequências morais.
O controle da natalidade precisa ser verificado à luz da finalidade de quem o pratique. Se o intuito for de fazer o planejamento familiar que se ajuste às realidades do casal, sobretudo de ordem financeira, nada encontramos nas orientações kardequianas que o desaprove.
Se, contudo, a finalidade é puramente física, de nutrir a sensualidade, de ter uma atividade sexual voltada para o prazer, aí a circunstância muda de silhueta. Tal atitude poderá ser a Lei Natural e a implicação será a obrigatória retificação numa reencarnação subsequente.
Fonte: Revista Galileu

Status

“A precipitação e desgoverno das emoções respondem pela ruptura da responsabilidade assumida.” André Luiz

Aconteceu no Dia

Nasce Claude Monet, pintor impressionista

14-11-1840
No dia 14 de novembro de 1840 nascia, em Paris, o líder do movimento Impressionista, o pintor Claude Monet. Depois de passar sua infância na cidade de Le Havre, Monet se mudou para Paris para estudar artes, em 1859. No entanto, passou a maior parte de seu tempo em um café 
frequentado por artistas e intelectuais. Em 1862, após um intervalo de serviço militar, regressou a Paris e foi trabalhar no estúdio de Charles Gleyre, onde conheceu Pierre Auguste Renoir, Alfred Sisley e Jean-Frédéric Bazille. Logo, porém, os quatro deixaram Gleyre e, levados por Monet, foram apresentados à pintura ao ar livre, na Floresta de Fontainebleau. Depois de ser aceito nos salões de 1865 e 1866, Monet sofreu uma série de revesses na sua vida. Afundado em dívidas, seu quadro ""Mulheres no Jardim"" foi rejeitado no Salão de 1867. Naquele mesmo ano, sua amante, Camille Doncieux, deu à luz seu primeiro filho, Jean. Sem um endereço fixo ou renda, Monet vivia com amigos e pedia dinheiro emprestado. Às vezes, não tinha como comprar tinta ou telas. Em 1870, Claude e Camille estavam casados. Sua situação financeira se agravou durante os anos seguintes. Outro agravante é que a saúde de Camille piorou após o nascimento de seu segundo filho, Michel, e ela morreu em 1879. Na primavera de 1874, Monet e alguns amigos decidiram fazer uma exibição de suas obras. Entre os expositores estavam Paul Cézanne, Edgar Degas, Renoir, Sisley e Camille Pissarro. O grupo ficou conhecido como "impressionistas", um termo aplicado 
ironicamente por um crítico que disse as paisagens de Monet no quadro "Impressão: Nascer do Sol" lembravam mais um papel de parede. Embora a exposição tenha atraído atenção, nenhum dos quadros foi vendido. Após 1886, Monet começou a viver seu primeiro sucesso financeiro, resultado do crescente mercado para suas obras nos Estados Unidos. Na década de 1890, ele pintou várias séries de quadros, como Catedral Rouen, na qual ele apresentou uma mesma cena várias vezes, com variações de cor, luz e estação do ano. Em 1892, Monet se casou com Alice Hoschedé, viúva de antigo conhecido. Eles se mudaram para Giverny, onde Monet criou o jardim que apareceu várias vezes mais tarde em sua pintura. Entre 1899 e 1904, Monet viajou para Londres, onde pintou sua série do Rio Tâmisa. Em 1908 e 1909, ele foi para Veneza, onde pintou os canais e os palácios da cidade em uma série que seguiu trabalhando em Giverny até 1912. Fora essas viagens, Monet permaneceu em Giverny, onde continuou pintando até sua morte em 5 de dezembro de 1926, aos 86 anos. Sua casa e jardim de Giverny são monumentos nacionais.

Momento Espirita


Do outro lado

No consultório, o homem muito doente perguntou ao médico:
Doutor, o que existe do outro lado da vida?
O médico olhou seu paciente nos olhos, repousou a caneta sobre a mesa, cruzou os braços e respondeu calmamente:
Eu não sei!
Como não sabe? – Falou exasperado o paciente. Eu vou morrer, não sei o que existe do outro lado e o senhor me fala com esta tranquilidade?
Neste momento, ganidos se fizeram ouvir do lado de fora da porta. Logo em seguida, arranhões na madeira.
O médico se levantou, foi até a porta e a abriu. Um belo cão saltou feliz, nos braços do dono.
Agitava a cauda, lambia o médico, manifestando a sua alegria.
Então, o profissional atencioso olhou para o homem desolado e lhe disse:
Você viu o que fez este cão? Ele nunca estivera aqui, antes. No entanto, ele entrou na sala confiante, alegre, tão logo lhe foi aberta a porta.
E sabe por quê? Porque ele sabia que nesta sala estava seu dono.
Eu também. Não sei o que existe do outro lado da vida. Mas de uma coisa eu tenho certeza: o meu Senhor estará lá! Então, não há o que temer.
*   *   *
Ao longo das eras, o homem tem se indagado o que existe para além da tumba, como será a outra vida.
Em torno disso, teólogos e religiosos se têm posto a pensar e têm até estabelecido discussões acerca das ideias que fazem do que seja essa outra vida para onde todos iremos.
No século XIX, na França, um pedagogo francês indagou dos imortais a respeito e o véu começou a ser levantado, revelando um mundo cheio de vida.
Vida abundante como falou o Mestre de Nazaré.
Livros foram escritos dizendo de como essa vida prossegue para os Espíritos imortais que somos todos nós.
Mas nem todos creem nos Espíritos, nessas vozes dos céus. Nem todos creem na mediunidade e nos fenômenos da comunicação dos chamados mortos.
Contudo, todos os que nos dizemos cristãos, com certeza recordamos das palavras do Mestre Jesus, em Seu discurso de despedida, naquela noite de quinta-feira, precedendo a Sua prisão:
Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus. Crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vo-lo teria dito. Eu vou para vos preparar o lugar.
Portanto, tem razão o médico. Se nosso Senhor estará lá, se disse que iria à frente para nos preparar o lugar, é que nos aguarda.
Dessa forma, não importa o que mais exista lá. Não importa se temos ideias mais nítidas ou não do que exista para além da vida física.
Uma certeza temos: Jesus estará lá. Ele nos aguarda, Pastor de todas as ovelhas deste planeta e, como bom Pastor, nos receberá.
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita, com base em texto que 
circula pela Internet, sem título e sem autoria e dos versículos
1 a 3 do cap. XIV do 
Evangelho de João.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 17, Imortalidade e 
no livro Momento Espírita, v. 9, ed. FEP.
Em 14.11.2016.

Programas que Amamos

Mensagens de Esperança

Produção: João Aparecido
Apresentação: João Aparecido

Mensagem de Esperança - 05/11/16

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Programas que Amamos

Noticias do Meio

obama



Obama encontra com Donald Trump

Enviado em 11 de novembro de 2016 | Publicado por Juliana Chagas 

Fonte: Reuters
Na última quinta-feira (10), a imagem que mais correu nas redes sociais foi a do aperto de mão de Barack Obama e Donald Trump. E a conversa de 90 minutos marcou o início da transição presidencial nos EUA.
Segundo a Agence Press France (AFP), Obama disse: “Tive uma excelente conversa com o presidente eleito Trump”.
O encontro ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, local que simboliza o poder presidencial americano.
Trump, que durante a campanha havia definido Obama como “o presidente mais ignorante da história”, disse se sentir “honrado” com o encontro e se declarou aberto a receber conselhos do presidente.
A equipe de Obama está instruída para garantir uma transição tranquila do poder ao novo governo.
Donald Trump deverá assumir formalmente o mandato em 20 de janeiro.
O atual e o futuro presidentes se permitiram fazer uma rápida piada quando o grupo de jornalistas começou a fazer perguntas dentro do Salão.
Obama pegou Trump pelo braço e lhe disse: “Aqui temos uma boa regra: nunca responda perguntas quando eles começarem a gritar”.
Fonte: BBC/AFP

Status

“Confiemos na Providência Divina e aceitemos no serviço do bem a nossa mais bela e melhor oportunidade a que denominamos: agora.” Batuíra

Estudos Nosso Lar

 I. Quando o servidor está pronto, o serviço aparece. (Frase constante do subtítulo do livro, mas que foi pronunciada na verdade pelo ministro Genésio; veja as págs. 5 e 143.)  

Momento Espirita

 
Singular natureza
Biologicamente, todos os homens somos classificados como Homo sapiens.
Apesar de fazermos parte da mesma espécie e sermos categorizados de maneira idêntica, são inegáveis as diferenças entre os seres humanos.
E não nos referimos apenas às diferenças físicas, mas, em especial, às diferenças morais e intelectuais.
Esse campo se torna ainda mais vasto se pensarmos sobre nossos dons e talentos: alguns aparentamos sermos feitos para as artes; outros, para as ciências exatas e outros, ainda, para as tantas faces das ciências e do conhecimento humano.
De tal modo, podemos pensar num sem-fim de vocações e possibilidades.
Dessa forma, percebemos que, embora pertencentes à mesma espécie, oriundos da mesma origem físico-espiritual, possuímos talentos, atributos e dons distintos.
*     *     *
Conta-se que, há muitos anos, um homem bastante sábio encontrou em seu caminho uma cobra que fora vítima de uma armadilha e estava morrendo queimada.
Por ter um coração generoso, ele decidiu tirá-la do fogo.
Todavia, quando assim o fez, a cobra, assustada e sentindo-se em perigo, o picou.
Pela reação da dor que sentiu, o homem a soltou e ela novamente caiu nas labaredas.
Pela segunda vez, o homem tentou tirar a cobra de seu sofrimento e ela o picou, mais uma vez.
Um jovem rapaz, que acompanhava o sábio em sua jornada, o questionou:
Desculpe pela ousadia, meu bom homem. Mas percebo que o senhor é muito teimoso! Não percebe que, em todas as vezes que tentar retirar a cobra do fogo, ela irá picá-lo? Esse animal não merece salvação. Deixe que ele queime nas brasas!
Enquanto fazia uma terceira tentativa de salvar a cobra e, sendo novamente picado, dessa vez salvando-a, redarguiu ao jovem:
Meu nobre rapaz, a natureza da cobra é picar. E isso não irá mudar a minha natureza, que é ajudar.
*     *    *
Na questão 115 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec questiona aos benfeitores: Os Espíritos foram criados uns bons e outros maus?
E eles respondem: Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, ou seja, sem conhecimento. Deu a cada um deles uma missão, com o fim de os esclarecer e progressivamente conduzir à perfeição, pelo conhecimento da verdade e para os aproximar dele.
Fomos criados todos da mesma maneira. Todavia, ao longo das oportunidades reencarnatórias que se sucedem, vamos adquirindo experiências e conhecimentos, uns mais, outros menos, o que nos torna, assim, únicos em nossas particularidades.
Portanto, somos singulares em nossa natureza íntima e é de nossa singularidade que brotam nossos dons e talentos.
Dessa forma, reflitamos: quais dons, quais talentos, que sentimentos, quais virtudes fazem parte de nós?
Ainda: nossa índole está a serviço de nosso progresso, do progresso do próximo, da prática e aperfeiçoamento do bem, da paz, do amor, da caridade, da justiça?
Pensemos nisso e recordemos as palavras do grande Victor Hugo: Seja como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, sentem-nos ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas! 
Redação do Momento Espírita, com base em conto de autor desconhecido; no item 115,
 de
 O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB e em citação colhida do livro Odes et
 poésies diverses, de Victor Hugo, ed. GF – Flammarion.
Em 3.11.2016.

Aconteceu no dia

Lançada a animação Submarino Amarelo, dos Beatles

13-11-1968
A animação Submarino Amarelo (Yellow Submarine), dos Beatles, era lançada em um dia como este, no ano de 1968, nos Estados Unidos, com base em músicas do quarteto britânico The Beatles. A estreia do filme no Reino Unido aconteceu um pouco antes, no dia 17 de julho. O filme foi dirigido pelo produtor de animações George Dunning e produzido pela United Artists (UA) e King Features Syndicate. De acordo com notícias 
iniciais, os próprios Beatles iriam dublar seu personagens, contudo, apesar de comporem e cantarem as músicas, os integrantes da banda participaram apenas na cena final do filme, enquanto seus personagens ao longo da animação receberam vozes de outros atores.
A obra conta a história de um paraíso aquático, que fica a 80 mil léguas no fundo do mar, chamado Pepperland, protegido pela Banda do Sargento Pepper (Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band). Contudo, o vilão dos mares, o Líder dos Maldosos Azuis (Blue Meanies), que detestava todo tipo de música, decide acabar com Pepperland, deixando-a triste, sem cor e sem som. Entretanto, a bordo de um submarino amarelo e enfrentando todos os tipos de aventuras por vários tipos de mares (do tempo, dos monstros, da ciência, do nada, entre outros), os Beatles chegam para trazer novamente a paz e a música a Pepperland. Anos mais tarde, John Lennon disse que seu filho Sean percebeu pela primeira vez que seu pai havia sido um Beatle depois de assistir ao filme na casa de um amigo, no final da década de 70. Ele voltou para casa e perguntou por que o pai era um desenho animado.

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