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Antiga Radio Relógio Federal/RJ
Jovem Pan2
Radio Nacional
Vanguarda
Tarzan
Ouça

Postado por Candeias em 30/06/2012 09:28

FUNDO DO BAÚ
RÁDIO RELÓGIO FEDERAL

Nas décadas de 70, 80 e 90, quem ligasse o rádio na sintonia de AM 580 Khz, logo ouvia uma curiosa programação. Primeiro um toc toc toc, assim mesmo, um toc toc toc incessante dos segundos ao fundo, e uma transmissão mais ou menos assim: "Você sabia? O primeiro cronômetro marítimo foi construído no ano de 1715 pelo inglês John Harrison. A formiga pode levar 70 vezes o seu peso. A luz do sol demora aproximadamente 8 minutos e meio para chegar à Terra; o prezado ouvinte sabia? Toc toc toc, seis horas, cinqüenta e quatro minutos, zero segundo, pim pim pim toc toc toc. Depois do sol, quem ilumina o seu lar é a Galeria Silvestre, a Galeria da Luz. Rua do Teatro, 19." O pim pim pim era mais fino e entrava sempre depois que a hora certa era informada minuto a minuto, 24 horas por dia, pela voz da locutora Íris Lettieri.

Era a ZYJ 465 Rádio Relógio Federal, que marcou época na história do rádio brasileiro. Naqueles tempos, acertar o relógio era sinônimo de sintonizar a Rádio Relógio Federal. Muitas pessoas nem tinham relógio, pois bastava a pilha do rádio estar boa, que a hora era ouvida com um complemento de notas informativas culturais minuto a minuto, sem interrupção.

No meio da década de 80, muitas mães abriam a porta e a janela do quarto das crianças lá pelas 6, 7h da manhã:

— Você vai perder a hora da aula !

O sol matinal então invadia o ambiente e o rádio era ligado na Rádio Relógio. A rotina diária de muita gente começava assim: "Você sabia? O coração da baleia da Groelândia pode pesar até 5 toneladas. A palavra Maricá tem origem no Tupi, e significa capim de espinhos." O Toc toc dos segundos sempre ao fundo. "A pulga consegue pular a uma distância correspondente a 350 vezes o comprimento do seu corpo. É como se um ser humano pulasse a distância de um campo de futebol. Cada minuto que passa, um milagre que não se repete, toc toc toc, seis horas, cinqüenta e cinco minutos, zero segundo pim pim pim toc toc toc... Rádio Relógio Federal; cultura, noticias e a hora certa do Observatório Nacional, 24 horas no ar, minuto a minuto." E assim a programação fluía. No lugar de ponteiros girando, ou números digitais se sucedendo, as vozes, o toc toc toc e o pim pim pim incessantes ecoavam nos 580 Khz do rádio.

Muita gente, principalmente as crianças, achavam que a pobre locutora Íris Lettieri ficava 24h tendo que dizer a hora certa a cada minuto, e que só podia alimentar-se ou ir ao banheiro no intervalo entre cada minuto que informava. E os cochilos? como seriam? Se ela logo "tinha" que voltar correndo para dizer: "Seis horas, cinqüenta e seis minutos, zero segundo pim pim pim toc toc toc...."

Claro que as gravações das 24h reproduzidas minuto a minuto pela Rádio Relógio foram feitas aos poucos, em um antigo equipamento chamado Gerador de Hora Falada, fabricado pela firma alemã Assmann, em 1975.

Saiba mais


Anália Franco Bastos

Nascida na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro, no dia 1de fevereiro de 1856, e desencarnada em São Paulo, no dia 13 de janeiro de 1919.
Seu nome de solteira era Anália Emília Franco. Após consorciar-se em matrimônio com Francisco Antônio Bastos, seu nome passou a ser Anália Franco Bastos, entretanto, é mais conhecida por Anália Franco.
Com 16 anos de idade entrou num Concurso de Câmara dessa cidade e logrou aprovação para exercer o cargo de professora primária.
Trabalhou como assistente de sua própria mãe durante algum tempo. Anteriormente a 1875 diplomou-se Normalista, em São Paulo.
Foi após a Lei do Ventre Livre que sua verdadeira vocação se exteriorizou: a vocação literária. Já era por esse tempo notável como literata, jornalista e poetisa, entretanto, chegou ao seu conhecimento que os nascituros de escravas estavam previamente destinados à "Roda" da Santa Casa de Misericórdia.

Stevie Wonder - I Just Called To Say I Love You

Um pouco de Chico

A caridade e a oração

“O Centro Espírita Luiz Gonzaga” ia seguindo para a frente… Certa feita, alguns populares chegaram à reunião pedindo socorro para um cego acidentado.
O pobre mendigo, mal guiado por um companheiro ébrio, caíra sob o viaduto da Central do Brasil, na saída de Pedro Leopoldo para Matozinhos, precipitando-se ao solo, de uma altura de quatro metros. O guia desaparecera e o cego vertia sangue pela boca. Sozinho, sem ninguém…
Chico alugou pequeno pardieiro, onde o enfermo foi asilado para tratamento médico.
Curioso facultativo receitou, graciosamente.
Mas o velhinho precisava de enfermagem.
O médium velava junto dele à noite, mas durante o dia precisava atender às próprias obrigações na condição de caixeiro do Sr. José Felizardo.
Havia, por essa época, 1928, uma pequena folha semanal, em Pedro Leopoldo. E Chico providenciou para que fosse publicada uma solicitação, rogando o concurso de alguém que pudesse prestar serviços ao cego Cecílio, durante o dia, porque à noite, ele próprio se responsabilizaria pelo doente. Alguém que pudesse ajudar. Não importava que o auxílio viesse de espíritas, católicos ou ateus.
Seis dias se passaram sem que ninguém se oferecesse.
Ao fim da semana, porém, duas meretrizes muito conhecidas na cidade se apresentaram e disseram-lhe:
— Chico, lemos o pedido e aqui estamos. Se pudermos servir…
— Ah! Como não? — replicou o médium — Entrem, irmãs! Jesus há de abençoar-lhes a caridade.
Todas as noites, antes de sair, as mulheres oravam com o Chico, ao pé do enfermo.
Decorrido um mês, quando o cego se restabeleceu, reuniram-se pela derradeira vez, em
prece, com o velhinho feliz.
Quando o Chico terminou a oração de agradecimento a Jesus, os quatro choravam.
Então, uma delas disse ao médium:
— Chico, a prece modificou a nossa vida. Estamos a despedir-nos. Mudamonos para Belo Horizonte, a fim de trabalhar.
E uma passou a servir numa tinturaria, desencarnando anos depois e a outra conquistou o título de enfermeira, vivendo, ainda hoje, respeitada e feliz.
Fonte: Lindos casos de Chico Xavier por Ramiro Gama

LIÇÃO DE VIDA


Joaquim, um homem forte e corajoso, teve sua vida marcada por uma tragédia: ele sofreu um grave acidente de automóvel numa rodovia perigosa, quando voltava de uma viagem com três amigos.
Naquele momento de desespero, Joaquim só se preocupou em saber dos amigos. Somente depois de desmaiar e acordar em um hospital é que ficou sabendo a extensão da tragédia: tinha perdido dois amigos e outro estava fora de perigo, mas em observação.
Joaquim tinha sofrido traumatismos internos e seu estado era gravíssimo. Estava triste e quase sem forças para lutar pela própria vida.
Devido ao seu estado físico e à angústia por ter perdido os principais amigos de infância, Joaquim se sentia a pessoa mais abandonada do mundo. E, ao ver a correria dos médicos, passando para lá e para cá sem sequer olhar para ele enquanto perdia as forças, imaginava que não teria a menor chance de continuar vivendo.
Mas de repente, um rapaz muito jovem, usando roupas de médico se aproximou dele e disse:
- Bom dia! O senhor é um homem de sorte. O maior e mais respeitado
cirurgião do país está aqui no hospital, e o senhor será operado por ele. Meus parabéns!
Ao ouvir o rapaz Joaquim ficou aliviado, se encheu de esperanças novamente e começou a acreditar em sua recuperação. Respirou fundo e foi para a sala de cirurgia confiando que iria sobreviver.
No dia seguinte, passado o período de anestesia, a primeira coisa que
Joaquim fez ao acordar, foi perguntar onde estava o médico que o havia operado, pois queria agradecê-lo pessoalmente.
Então, a enfermeira pediu que ele aguardasse um momento, pois chamaria o médico.
De repente, entrou na sala o mesmo rapaz que o havia levado para a sala de cirurgia.
Confuso, Joaquim perguntou ao rapaz:
- Onde está o médico que me operou? Aquele que você disse que era o
cirurgião mais respeitado de todos?
Para surpresa de Joaquim, o jovem médico, deu um sorriso e falou:
- O senhor está diante dele. O senhor estava muito fragilizado, com medo de morrer, e eu queria que se sentisse seguro e confiante. Se dissesse que eu seria o médico responsável pela cirurgia, o senhor não teria acreditado que sairia vivo da cirurgia. E a certeza de sua cura foi fundamental para você sair com vida desta operação.

LIÇÃO DE VIDA:
Com fé, tudo é possível! 

imagens que passam em nosso Tumblr





Pensamentos


Papo de Varanda


Estava, como sempre, dando minha caminhada pelo parque, quando encontrei André, um amigo enfermeiro, e percebi que ele não estava a caminhar calmamente e sim com algum destino e apressado. Mesmo sabendo que poderia atrapalhá-lo parando para perguntar, o fiz, pois não é normal correrias por aqui e logo me despertou curiosidade em seu destino.
“Oi André, para onde vai com tanta pressa, algo errado nas enfermarias?”
_Menina Isa, estou indo ao ambulatório da entrada, está chegando um paciente importante para mim.
“Pessoal?”
_Normal, só quero ver como está sendo feito o procedimento de chegada, pois ouvi dizer como é, mas nunca  presenciei.
“Não teria alguém já especializado nisso lá?”
_Sim, mas quero ver! Estado e forma que chegam, para assim ligar certos relatos que recebo quando já estão  comigo.
“Será que alguém não vai se irritar com você fazendo isso, ou seja, saindo de seu setor?”
_Espero que não, estou apenas querendo saber, aprender mais e mais...,deixe- me ir menina Isa, lhe encontro mais tarde, no crepúsculo.
“Sim, até.”
Com esse pequeno encontro com André, no parque, já tive paramentos para passar fluídos mentais de minhas amigas na Terra.
Observo que, às vezes, elas reclamam um pouco de não acontecer novidades em sua vida, porém elas não aceitam novos desafios e quando aparecem, ou elas se esquivam ou tentam resolver da mesma forma que resolveram, erroneamente; assim, se der errado novamente , seu barco continua parado na mesma. Também temos que saber se devemos agir ou não.
Observar o que realmente é preciso, o que realmente é necessário, daí saberá  onde estão as oportunidades e as novidades reais.
Como diz Clarêncio em” Nosso Lar”:
“Quando o servidor está pronto, o trabalho aparece.”
Será mesmo que estamos prontos para o que queremos? Olhamos isso em todos os sentidos, de pequenas compras a grandes negócios?
Meu amigo André já tem suas tarefas destinadas durante o dia, mas estava interessado nas antecedentes a elas para melhor fazer seu trabalho, sem ninguém lhe falar ou pedir.
Está nítido que logo suas tarefas aumentariam, por  já estar dando conta de suas normais.
Ele e eu não percebemos ,mas tem alguém nos olhando e observando, zelando pelo bem estar e harmonia de nossa colônia.
Assim como na Terra, pode parecer que estamos parados, mas muitas das vezes em pequenas situações, somos colocados em teste, para saber se já assumimos novas tarefas e na maioria das vezes as respostas são negativas.
Ao ajudar alguém, ajudamos de maneira errada; ao aconselhar falamos demais; ao dar uma opinião, às vezes, não damos;em momento de silenciarmos intimamente, saímos para festejar...
Assim somos observados  e certas “missões “que viriam para nos melhorar, ficam paradas, esperando o momento certo em que nossos corações estejam mais preparados.
Falta de atitude nos deixa parados; atitude demais nos deixa enrolados.
Paciência  é a maior caridade que posamos fazer a nós mesmos.

Isabelle 

Artigo

Uma homenagem a Meimei, este espírito valoroso que tanto contribuiu e contribui com o espiritismo. 
Seu nome de batismo, aqui na terra, foi Irmã Castro. Nasceu a 22 de outubro de 1922, em Mateus Lemes - MG. Aos 22 anos de idade sua família transferiu-se para Itaúna - MG com seus pais e e 4 irmãos. Aos 5 anos ficou órfã de pai.
Meimei foi desde criança diferente de todos pela sua beleza física e inteligência invulgar. Era alegre, comunicativa, espirituosa, espontânea.
O convívio com ela, em família, foi para todos uma dádiva do Céu. Cursou com facilidade o curso primário, matriculando-se, depois, na Escola Normal de Itaúna; porém, a moléstia que sempre a perseguia desde pequena – nefrite – manifestou-se mais uma vez quando cursava com brilhantismo o 2o. ano Normal. Sendo a primeira aluna da classe, teve que abandonar os estudos. Mas, muito inteligente e ávida de conhecimentos, foi apurando sua cultura através da boa leitura, fonte de burilamento do seu espírito. Onde quer que aparecesse era alvo de admiração de todos.
Irradiava beleza e encantamento, atraindo a atenção de quem a conhecesse. Ela, no entanto, modesta, não se orgulhava dos dotes que Deus lhe dera. Profundamente caridosa, aproximava-se dos humildes com aquilo que podia oferecer ou uma palavra de carinho e estímulo. Pura, no seu modo simples de ser e proceder não era dada a conquistas próprias de sua idade, apesar de ser extremamente bela. Pertencia à digna sociedade de Itaúna.
Algum tempo depois, transferiu-se para Belo Horizonte, em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar colocação. Estava num período bom de saúde, pois a moléstia de que era portadora, ia e vinha, dando-lhe até, às vezes, a esperança de que havia se curado. Foi nessa época que conheceu Arnaldo Rocha com quem se casou aos 22 janeiros de idade. Viviam um lindo sonho de amor que durou 2 anos apenas, quando adoeceu novamente. Esteve acamada três meses, vítima da pertinaz doença – nefrite crônica. Apesar de todos os esforços e desvelos do esposo, cercada de médicos, veio a falecer no dia 1o. de outubro de 1946, em Belo Horizonte.
Logo depois, seu espírito já esclarecido começou a manifestar-se através de mensagens psicografadas por Francisco Cândido Xavier, e prossegue nessa linda missão de esclarecimento e consolo, em páginas organizadas em várias obras mediúnicas, que têm se espalhado por todo o Brasil, e até além das nossas fronteiras.
Ditou os livros: Pai Nosso, Amizade, Palavras do Coração, Cartilha do Bem, Evangelho em Casa, Deus Aguarda e Mãe.

Pensamentos


Games

Parece que os chineses estão se preparando para a guerra do grande castelão aí sim veremos se eles são tão unidos assim .
Ontem foi dia de cavaleiros negros,pegou fogo..
Ainda vemos novatos como o Gordilho acampando para não perde soldados,rsrsrsrs.
Fora isso esta tudo calmo tentando avaliar crescimento.




Um pouco de Chico




Viajando com um irmão sacerdote

Sentado no ônibus que o levaria a Belo Horizonte, Chico notou que seu companheiro de banco era um irmão sacerdote. Cumprimentou-o e entregou-se à leitura de um bom livro. O sacerdote, também, correspondeu-lhe o cumprimento, abrira um livro sagrado e ficara a lê-lo.
 Em meio à viagem, passou o ônibus perto de um lugarejo embandeirado, que comemorava o dia de S. Pedro e S. Paulo. O Sacerdote observou aquilo e, depois, virando-se para o Chico comentou:
 — Vejo esta festividade em honra de dois grandes Santos, e neste livro, leio a história de S. Paulo, cujo autor lhe dá proeminência sobre S. Pedro. Não se pode concordar com isto. S. Paulo é o Príncipe dos Apóstolos, aquele que recebeu de Jesus as chaves da Igreja.
 O Chico, delicadamente, deu sua opinião, e o fez de forma tão simples, revelando grande cultura, que o Sacerdote, que não sabia com quem dialogava, surpreendeuse e lhe perguntou.
 — O Senhor é formado em Teologia, ou possui algum curso superior?
 — Não. Apenas cursei até o quarto ano da instrução primária…
 — Mas como sabe tanta coisa da vida dos santos, principalmente de S. Paulo, de S. Estevão, de S. Pedro, e de outros, realçandolhes fatos que ignoro?.
 — Sou médium…
 — Então, o senhor é o Chico Xavier, de Pedro Leopoldo?
 — Sim, para o servir.
 — Então, permita-me que lhe escreva e prometa-me responder minhas cartas, pois tenho muita coisa para lhe perguntar. Faça-me este favor. Afinal, verifico que Deus nos pertence.
 — Pode escrever; de bom grado responder-lhe-ei. Assim trabalharemos não apenas para que Deus nos pertença, mas para que pertençamos também a Deus, como nos ensina o nosso benfeitor Emmanuel.
 E, até hoje, Chico recebe cartas de Irmãos de todas as crenças, particularmente de Sacerdotes bem intencionados, como o irmão com quem viajou e de quem se tornou amigo.
 E, tanto quanto lhe permite o tempo, lhes responde e nas respostas vai distribuindo o Pão Espiritual a todos os famintos, ovelhas do grande redil, em busca do amoroso e Divino Pastor, que é Jesus.
 Livro: Lindos casos de Chico Xavier. Autor: Ramiro Gama.

LIÇÃO DE VIDA


Um grupo de ex-alunos, todos bem sucedidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo. Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e voltou trazendo um grande bule e vários modelos de xícaras: de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; e então, disse a todos para se servirem.
Quando todos os estudantes se preparavam para beber o café, o professor falou:
- Se vocês repararem, vão ver que pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Porém, isso não é de se admirar, já que vocês querem o melhor para si. Mas isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até escondem o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras, e então, ficaram de olho nas xícaras uns dos outros.
Agora pensem nisso: A Vida é o café, o dinheiro e a posição social, são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida. Porém, o tipo de xícara que temos não define, nem muda, a qualidade de Vida que vivemos. Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.
LIÇÃO DE VIDA:
Deus prepara o café, não as xícaras, por isso, saboreie seu café!

Papinho


Muitas das vezes analisamos os problemas dos outros com sinopse de regularidade e alcance de se resolver.
Esquecendo-lhes que aquele é o maior desafio para ele, como uma criança que ao iniciar suas refeições com talheres encontra dificuldades ao segurá-los.
Para um adulto saudável é a coisa mais fácil do mundo segurar aquele talher; apenas o observa e aguarda o tempo com sabedoria de que logo aquela criança dominará aquele desafio.
Assim nós, espíritas, temos que agir diante de um irmão com uma problemática de solução relativamente fácil, a nosso ver. Observemos e aguardemos o momento certo de orientá-lo, se for necessário.
Verificar também se você serve de exemplo, antes de abrir os lábios a aconselhar.
Afim de esquecer seus egos, visando somente os desamores e aprendizado de nossos companheiros, lembre sempre que a natureza não dá saltos e que são necessários os espinhos nas rosas.
Isabelle.

Artigo

A idade chega para todos

 | Escrito por Ricardo Capuano | Publicado por Vanessa Cavalcanti 

  1. Morte sem dor nem sofrimento.
  2. Teoria que defende o direito a uma morte sem dor nem sofrimento a doentes incuráveis.
    Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.
“O homem não tem o direito de praticar eutanásia, em caso algum, ainda que a mesma seja a demonstração aparente de medida benfazeja. A agonia prolongada pode ter finalidade preciosa para a alma e a moléstia incurável pode ser um bem, como a única válvula de escoamento das imperfeições do Espírito em marcha para a sublime aquisição de seus patrimônios da vida imortal.”
“Nem sempre o sofrimento está atrelado ao resgate do passado, mas toda a vivencia atrelada ao sofrimento leva ao aprendizado.”
Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier.
cachorro
Sempre, em toda palestra, nos perguntam nossa opinião sobre a “EUTANÁSIA”, e é muito difícil discorrer sobre o tema sem criar animosidade entre as pessoas. Muitas pessoas com a boa intensão de aliviar o sofrimento de um animal em estado terminal, acabam optando por essa ação. E muitos veterinários ainda consideram a eutanásia, como “forma de terapêutica”, por mais incrível que possa parecer, de forma a “curar” definitivamente o animal. Muitas vezes induzindo o tutor a optar pela eutanásia.
Eu como pessoa e veterinário, acredito que não devemos abreviar a vida de nenhum ser, pois nesses momentos de dor, muitas vezes são aprendidas valiosas lições. E não raro essas lições abrangem, o animal, a família e mesmo o veterinário e todos os demais envolvidos. Mas como comentamos, existem casos e casos a serem avaliando individualmente.
Independente do mérito da discussão, suas consequências morais e interpretações filosóficas, éticas e religiosas, sempre é um assunto muito controverso. Então nessa situação sempre usamos de um exemplo real para expressar nossa opinião.
Existia uma senhora de aproximadamente 50 anos que vivia com seu filho de 15 anos e seu cachorro pastor alemão. Este já com 12 anos, como a maioria dos cães dessa raça, sofria de “displasia coxo-femural” resumidamente ele “descadeirou” como ouvimos falar popularmente.
Não conseguia mais se levantar para urinar e defecar, sendo necessário ajuda-lo a se locomover. E muitas vezes ele se sujava todo em meio a urina e fezes, sendo necessário limpa-lo com desvelo varias vezes no dia. Aquela senhora, com boa vontade e amor, se esforçava para dar uma condição digna a esse amigo pastor alemão.
Seu filho ao ver o trabalho que a mãe tinha com aquele animal, sugeriu muitas e muitas vezes para que sua mãe fizesse eutanásia do animal. Esta sempre resignada explicava ao filho;
– Querido; esse nosso amigo nos guardou e protegeu dos ladrões por mais de dez anos. Sendo fiel e bom amigo, nós dando além de sua guarda seu carinho e amor sincero. Agora que ele está necessitado não podemos abandona-lo. Ele só tem a nós para ampara-lo.
Percebendo a sabedoria da palavras da mãe, seu filho começou a ajuda-la e ajudar seu amigo canino. Vencendo seus nojos e preconceitos, gastando muito de seu tempo de brincadeiras e diversões ajudando o próximo na figura daquele cão.
Assim o tempo foi passando e o animal desencarnou, feliz entre seus entes queridos, que se esforçaram para lhe dar uma vida boa e feliz.
Aquele menino se casou, teve dois filhos e vivia feliz com sua nova família e com sua mãe a morar em sua casa. Como a idade chega para todos, sua mãe foi envelhecendo e com o tempo tendo necessidades cada vez maiores de auxilio.
Após um derrame, chegou ao ponto de necessitar auxilio para fazer as funções mais básicas. Nesse momento sua nora, esposa de seu filho, cansada de ver seu marido “gastando” tanto tempo ao redor dos cuidados da mãe, exige que ele a interne em um asilo, para que lá ela passe seus últimos dias de vida.
Com lágrimas nos olhos aquele menino, que hoje é um homem, conta a ela sobre os dias que cuidou de seu amigo canino, dos esforços dele e da mãe em dar uma vida digna a esse ser, e quanto se sentiam bem por terem dado a oportunidade de desfrutarem a companhia um do outro até o final da vida, trocando amor e carinho até seu ultimo suspiro. “Aqui não nós “livramos” daqueles que amamos, mesmo dando muito trabalho para continuarmos a viver com eles.” – Foram suas palavras.
Terminou dizendo; “Com meu amigo Chuck, o pastor alemão, aprendi o que é o amor sincero e incondicional!”
Léon Denis – “Todos os seres têm de passar pelo sofrimento. Sua ação é benfazeja…,… O sofrimento é, de modo geral, como agente de desenvolvimento, condição de progresso.”

Bom dia

“Nenhuma atividade no bem é insignificante. As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes.” Chico Xavier

Games


Continua-nos em fase de crescimento, com o termino dos eventos o clima esta mas calmo ,mas nada que nos deixe sem sempre estar a espionar, pois estamos com companhias.

Os chineses acham que o jogo é deles e não querem permitir nosso crescimento, mas estamos crescendo na marra e sempre na vigília.

Picara já chega a 600 de poder e madeireira saiu essa manhã.


Um pouco de Chico.



O homem dos vinte contos


— Tenho ido ao Centro “Luiz Gonzaga”, sempre que me é possível, e, nas preces, tenho rogado a Loteria.
E vendo a estranheza do médium acentuou:
— Se eu ganhar, darei ao “Luiz Gonzaga” vinte contos.
Os dias correram e o homem ganhou a sorte grande. Duzentos mil cruzeiros.
Quando isso aconteceu, sumiu de Pedro Leopoldo…
Se via o Chico por Belo Horizonte, evitava-lhe a presença.
— Imaginem! — costumava dizer na prosperidade crescente que o Céu lhe concedera — em minha ingenuidade, prometi uma dádiva a um Centro Espírita, se melhorasse de sorte! Quanta asneira falamos sem perceber!
Catorze anos rolaram e o homem da sorte grande morreu… Passados alguns dias, apareceu, em Espírito, numa das sessões do “Centro Espírita Luiz Gonzaga”.
— Chico! Chico! — disse ao médium, buscando abraçá-lo
— preciso pagar a minha dívida! Estou devendo vinte contos ao “Luiz Gonzaga” e vou trazer o dinheiro…
— Acalmese, meu amigo, agora é tarde — respondeu o médium, — o câmbio mudou para você. Não se preocupe. A sua fortuna está em outras mãos.
— Por que? Nada disso… O dinheiro é meu…
— Já foi, meu irmão! Você está desencarnado.
A entidade gritou… gritou… e acabou perguntando em lágrimas:
— E, agora, que fazer?
Mas o Chico lhe respondeu:
— Esqueça-se da Terra, meu amigo. Nós todos somos devedores de Jesus. Paguemos a Jesus nossas contas e tudo estará bem.
Amparado pelos benfeitores espirituais da casa, o homem dos vinte contos, já desencarnado, retirou-se chorando.
Livro: Lindos casos de Chico Xavier por Ramiro Gama

Pensamentos


Lição de vida


Ano após ano, um fazendeiro bem sucedido ganhava o troféu “Milho Gigante”, numa feira de agricultura de seu município.
Ele chegava na feira com uma amostra do milho e saía vencedor com uma faixa azul atravessada em seu peito.
O milho que aquele fazendeiro produzia era melhor a cada ano.
Mais um ano, mais um troféu.
O fazendeiro ganhou novamente a faixa e, ao subir no palanque para recebê-la, um repórter quis saber como ele costumava cultivar o seu qualificado e valioso produto.
O fazendeiro, então, respondeu:
- Eu compartilho a semente do milho gigante com os meus vizinhos.
O repórter continuou sem entender e perguntou mais:
- Mas como o senhor pode compartilhar a sua melhor semente com seus vizinhos, sabendo que eles vão competir com o senhor aqui na feira, a cada ano?
O fazendeiro ficou em silêncio por alguns minutos e, então, respondeu:
- Você não sabe? O vento carrega o pó do milho maduro de um campo para o outro. Se meus vizinhos cultivarem um milho inferior, a polinização vai piorar continuamente a qualidade da minha plantação. Se eu quiser cultivar um milho bom, eu tenho que ajudar os meus vizinhos a também cultivarem um milho bom.
LIÇÃO DE VIDA:

Na prática da nossa vida também é assim.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que também vivam bem.
E, aqueles que querem ser felizes, têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.

Registro


Lição de vida


Um especialista em informática, foi chamado
 para consertar um computador muito grande e extremamente complexo, que valia em torno de 12 milhões de reais.
Sentado na frente do monitor, o especialista mexeu numas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para ele mesmo, pegou uma pequena chave de fenda do bolso e apertou um minúsculo parafuso.
Então, ligou o computador e comprovou que funcionava perfeitamente.
O presidente da empresa se mostrou surpreso e satisfeito e se ofereceu para pagar o serviço à vista.
- Quanto te devo? – Perguntou.
O especialista respondeu:
- São mil reais pelo serviço.
O presidente, indignado, perguntou:
- Mil reais? Mil reais por alguns minutos de trabalho? Mil reais só para apertar um simples parafuso? Eu sei que meu computador vale 12 milhões de reais, mas mil reais é muito dinheiro. Vou pagar somente se você me mandar uma fatura detalhada que justifique o valor.
O especialista concordou e foi embora.
Na manhã seguinte, o presidente recebeu a fatura. Leu o documento com cuidado, balançou a cabeça e a pagou na hora.
A fatura dizia:
SERVIÇOS PRESTADOS:
Apertar um parafuso .........1 real
Saber qual parafuso apertar..........999 reais
LIÇÃO DE VIDA:
Jamais devemos desvalorizar o trabalho de alguém. E julgar o valor de um serviço, simplesmente pelo tempo que se demora para realizá-lo, é um grande erro.

Musica - JESUS - Comeerj Polo XIX

Games

Estamos jogando no Clash of Kings, no reino 644, sempre que puder colocaremos um pouco de nossas aventuras lá ,se quiser se juntar a nós deixe seu comentário.

Pensamentos


Estamos no Face





Encontros Espiritas

Rua Abílio dos Santos, 137 
Bento Ribeiro/RJ
CEP: 21331-290
Tel.: (21) 2452-1846
 - http://www.celd.org.br/

22
NOV
2015

Encontro Espírita Sobre O Céu e o Inferno

11a Ed.
22 de novembro

08
NOV
2015

Encontro Espírita Sobre Espiritismo na Arte e na Literatura

21a Ed.
08 de novembro

08
NOV
2015

Encontro Espírita Sobre Joanna de Ângelis

16a Ed.
08 de novembro

Sixpence None The Richer - Kiss Me (She's All That official music video)

Artigo

Encontro singular
 Irmão X
 
– Escute, moço... Se é verdade que o senhor escreve para a Terra, conte o meu caso, amparando alguém...
A observação procedia de um rapaz desencarnado, em deplorável situação num vale de suicidas.
O seu corpo, que se adensava, pesado e escuro, se retorcia, qual se estivesse fixado em agitação permanente, e, na garganta, se lhe viam arroxeadas feridas, alentadas decerto pelos pensamentos de angústia a lhe percutirem, constantes, na forma atormentada.
Percebi-lhe a condição de enforcado e diligenciei colocá-lo à vontade:
– Fale meu irmão, quero ouvi-lo e aprender.
E o jovem, desenfaixado do envoltório físico, desmanchou-se em agoniadas recordações:
– Sabe?... Fui no mundo uma vítima do copo... Tudo começou numa festa... Lembro-me... Um convite inocente... Brincadeira... Um colega abeirou-se de mim com um frasco de bebida licorosa... Em seguida, a intimação amiga: um trago, só um trago... Recusei... Não tinha hábito... Em derredor de nós a roda alegre e expectante... “Então, você – zombeteou o companheiro sarcástico -, então você é dos tais... Um maricas... Filhinho da mamãe... Que faz você com as calças?...” Ignorava que aceitar um desafio desses era perigoso para mim... Os outros bebiam e gargalhavam... Acabei aderindo... Engoli uma talagada, outra e mais outra... Depois, a cabeça zonza e o prazer esfuziante... No dia seguinte, a necessidade do aperitivo... E, dos aperitivos, passei à bebedeira inveterada... Alfaiate bem pago, a breve trecho comecei a deteriorar-me em serviço... Erros, faltas, pileques, ressacas... Terminadas as tarefas cotidianas, trocava o lar pelo bar... E sempre o quadro lastimável, noite a noite... Amigos me apoiando até a casa e, na porta, a cansada mãezinha a esperar-me... Constantemente, a mesma voz doce, insistindo e abençoando... “Meu filho, não beba! Não beba mais!...” Minha reação negativa nunca falhava... Esbravejava, ameaçava, premindo-lhe os braços trêmulos... Na manhã imediata, os remorsos e as promessas de corrigenda e reajuste... Em sobrevindo a noite, porém, novas carraspanas e disparates... Em várias ocasiões, ao despertar, surpreendia pratos e copos quebrados e a informação estranha de que fora eu o culpado... Estivera em pavoroso delírio,  perpetrando desatinos e violências... Aborrecia-me, arrependia-me... No entanto, a sede de álcool sempre mais forte... As ocorrências infelizes se sobrepunham umas às outras, até que, um dia, acordei no cárcere... Oh! Por quê? Por que a prisão? Horrorizou-me a resposta do guarda... “Você é um assassino”... Eu? Um assassino?... E ele: “Sim, você, seu bêbado, você matou”... Solucei, esmagado de sofrimento... O peito parecia rebentar-me e gritei: “Meu Deus, meu Deus, que será de minha mãe?!...” Aí, veio a revelação terrível: “foi ela própria que você destruiu...  sua mãe, sua vítima”... Não acreditei... Pedi provas... Levado à residência sob a custódia de alguns soldados, ainda pude vê-la cadaverizada na urna... Mostrava na garganta os sinais de estrangulamento... Em torno de nós, as testemunhas... Os que me haviam visto de perto com os dedos cravados na carne materna, em momento de insânia... Ajoelhei e gritei debalde... Recolhido à cadeia, positivamente dementado, aguardei a noite alta e, aproveitando algumas tiras de cobertor, enforquei-me...
Desde então, sou um farrapo que vive, uma chaga que pensa... Se minha história triste pode servir a benefício de alguém, fale dela aos outros, aos que se acham no caminho terrestre, na bica da invigilância ou do desespero...
Anotei, ali mesmo, o episódio amargoso que alinhavo nesta crônica e deixo o relato, com as próprias palavras do desventurado protagonista, em nossa apresentação do assunto, para estudo e reflexão dos amigos reencarnados que porventura nos leiam.
Entretanto, recordando o meu próprio ceticismo no tempo em que estadeava o enxundioso(1) uniforme carnal, entre os homens do plano físico, não estou muito certo de que alguém possa realmente acreditar em nós.

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O Tempo, a Vida e o Talento



Diz-se que o tempo é implacável, mas somente será se não vivermos intensamente. Contudo, o que é viver intensamente? É viajar, conhecer o mundo, viver todos os tipos de aventura? Creio que não! É fazê-lo de modo que ao escrevermos o epílogo de nossa existência carnal possamos concluir que valeu. Não se trata de acumular riquezas, vivido muitos “amores”, conhecido muitos lugares ou experimentado muitas coisas, mas ter feito algo proveitoso para nossa evolução espiritual e para o meio em que vivemos, e não precisamos ser grandiosos, mesmo porque somente Deus poderá dizer o que foi grandioso. Um bosquímano que amou e cuidou de sua família ao longo de sua existência, poderá ter um epílogo que o faça se sentir realizado, mas o “playboy” que “curtiu” a vida sem ser útil nem para si mesmo, ou o estadista que teve a oportunidade de mudar uma sociedade para o bem e não o fez, poderão se surpreender ao serem avaliados em suas existências. Cristo mostrou na Parábola dos Talentos o que é aproveitar a vida. Fazer valer o teu Talento é usar todo o teu potencial para que tua vida seja intensa no sentido espiritual, contribuindo para ti e teu próximo.

Prece em nome de Deus - Tv Mundo Maior

Artigo

O ano só começa agora?

Enviado em 18 de fevereiro de 2015 | | Escrito por Magali Bischoff | Publicado por ffeal
Categorias: Artigos Feal
Magali Bischoff
0Dizem que no Brasil, o ano só começa após o Carnaval
Não sou muito fã dessa época, e fico feliz quando ela se acaba. No geral, os assuntos não são levados a sério no País, e nada acontece antes dessa data. Acostumamos a ouvir: “- Só depois do Carnaval”, as aulas não iniciam, os políticos não trabalham, os negócios caminham lentamente e o povo está em ritmo de dança.
É uma sociedade alimentada por momentos de alegria, para compensar um ano de dificuldades. Basta assistir diariamente as denúncias de Corrupção que caminham a passos lentos, a má administração pública, a educação e saúde precárias, o transporte público de péssima qualidade e a violência que só cresce em um Governo corrupto e indiferente, sem contar o péssimo gerenciamento dos recursos e a falta de água.
Isso é tão arraigado no Brasil, que anunciaram manifestações públicas para combater a Corrupção e buscar nossos direitos, saindo às ruas, somente no dia 15/03. Ou seja, após o Carnaval.
Precisamos refazer a nossa lista de prioridades, acreditar em nossos sonhos, buscar novos projetos e construir uma nova sociedade, baseada no Amor, na Igualdade e na Justiça Social. Algumas pessoas dizem que as perspectivas para esse ano não são muito positivas, mas cada um pode contribuir com o seu melhor e fazer a sua parte, no próprio ambiente, mudando o paradigma que aí está.
Vamos buscar a honestidade nos menores atos, dominando as pequenas corrupções do dia a dia. Vamos buscar a igualdade, distribuindo os recursos que temos com o nosso próximo e nos tratando como iguais. Vamos ser fraternos auxiliando as necessidades materiais ou emocionais, aprendendo a estender as mãos para quem precisa. Vamos nos tornar melhores profissionais, médicos, professores, policiais, advogados, fazendo uma corrente do Bem e de mudanças onde estivermos.
Aos poucos, o Bem se torna maioria, e com eles vem o poder da transformação através de uma nova consciência de um Mundo Melhor. Ela começa em cada um de nós, em seu lar, no ambiente de trabalho, nos negócios, na política, e ao longo do tempo refletirá em toda a Sociedade.
Mãos à obra, o ano já começou faz tempo faça a sua parte e renove tudo à sua volta!
Muita Paz e sucesso!

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