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Noticias do Meio

Empresa vende tênis com dedos desenhados em relevo para criança pintar as unhas
Calçado Bobbi-Toads está disponível em seis modelos e tem dez cores de esmaltes
Reprodução

Empresa vende seis modelos do tênis
A customização de calçados já é conhecida e explorada por muitas empresas pelo mundo. Mas a norte-americana Bobbi-Toads se diferencia no mercado com um tênis com dedos desenhados em relevo na ponta para a criança pintar as unhas. A ponta do calçado é feita de borracha e a criança pode remover a pintura para escolher uma nova cor.

As meninas podem pintar as unhas dos dedos de borracha como fariam se fossem unhas reais ou usar a criatividade para personalizar o tênis como quiser. De acordo com o site Springwise, plataforma criada para captar e replicar boas ideias de empreendimento ao redor do mundo, os tênis são vendidos em modelos e cores variados, mas todos tem a ponta de borracha branca para personalização.

Os esmaltes para a pintura não são tóxicos, são hipoalergênicos e estão disponíveis em dez cores diferentes. O par de tênis é vendido no site da empresa por US$ 49,95 (R$ 113,10).

Noticias do meio

Loja de móveis começa a servir café e triplica o faturamento em São Paulo
Saint Decor Café vende tudo que está no local: poltronas, mesas, abajur e até os talheres; faturamento mensal é de R$ 90 mil
Divulgação
Saint Decor Café está localizado no bairro do Tatuapé
Da xícara a cadeira, tudo está à venda no Saint Decor Café. Inicialmente criado como uma loja de móveis e objetos de decoração de estilo provençal, o negócio apostou no serviço de café e os sócios encontraram um negócio lucrativo. Dos atuais R$ 90 mil mensais de faturamento, o café é responsável por R$ 60 mil.

A loja foi criada em 2010 para a venda de móveis, objetos de decoração e presentes, e está localizada no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. "A ideia sempre foi colocar um café porque a casa favorecia esse negócio", conta Francisca Machado, decoradora do Saint Decor Café. Mas o modelo atual de negócio só foi colocado em prática após uma viagem a Buenos Aires, onde Francisca conheceu um café onde tudo era comercializável.
A inclusão do novo serviço foi concluída em dezembro do ano passado pelos sócios Fernando Machado e Gabriel Munoz. "O café nos surpreendeu. Todos elogiam o estilo provençal, parece que estamos na França. Além do mobiliário, temos um cardápio adaptado e música francesa", conta Francisca, que é a responsável pelos projetos de decoração dos clientes interessados em comprar os móveis da loja.

O espaço tem capacidade para 55 pessoas e deve dobrar a capacidade até outubro, com reformas na parte superior do imóvel. O café também deve ganhar uma creperia. "O perfil do negócio está se direcionando para um bistrô", pontua Francisca. A ideia é consolidar o negócio nos dois primeiros anos para depois partir para a expansão.

LIÇÃO DE VIDA


Zé era uma dessas pessoas que vivia fugindo das dificuldades.
Sempre procurava o caminho mais cômodo. Era mestre em encontrar atalhos.
As suas soluções eram as melhores, mas de acordo com seus próprios interesses.
Sofrimento era uma palavra que simplesmente não existia no dicionário do Zé. Tudo o que pudesse provocar algum tipo de desconforto era imediatamente colocado em segundo lugar, como: solidariedade, humildade, amor desinteressado, e perdão...
Um dia o Zé morreu.
Encontrou São Pedro na frente de uma grande porta com uma imensa cruz de mais ou menos cinco metros. Cumprimentou São Pedro com a intimidade de um velho conhecido, da mesma forma que fazia com seus amigos quando queria pedir algum favor. Depois disso, perguntou:
São Pedro, me diga, qual é o caminho mais curto para o céu?
São Pedro respondeu:
Seja bem-vindo, Zé! A porta é por aqui mesmo. Entre!
O Zé entrou e viu uma longa escada, bastante estreita e cheia de pedras.
Imediatamente perguntou:
Mas não tem um caminho mais curto?
São Pedro respondeu :
Não, Zé. O caminho é esse mesmo. Todos aqueles que entram no céu passam por aqui. E tem mais. Você deverá levar esta cruz até lá. São apenas cinco quilômetros de caminhada.
O Zé olhou para a cruz e pensou: "Vou dar um jeitinho".
Agradeceu a São Pedro e saiu com sua cruz em direção ao Paraíso.
Caminhou um quilômetro sem dificuldade.
Foi então que viu um serrote esquecido no chão. Olhou ao redor, não viu ninguém. Não resistiu à tentação, cortou um metro da cruz. Continuou o seu caminho e levou junto o serrote.
Andou mais um quilômetro. E cortou mais um metro da cruz. Mais um quilômetro, cortou outro metro.
Quando faltavam apenas cem metros para chegar ao céu, restava apenas mais um metro da cruz. E lá foi o Zé carregando a cruz sem dificuldade, como fez durante toda a sua vida.
Mas, para chegar até o céu, seria necessário atravessar um precipício.
A distância até a outra margem era de cinco metros. E o Zé podia ver apenas um fogo intenso no fundo do precipício.
Faltou coragem. Ele sabia que não seria capaz de saltar tão longe. Desanimado, se sentou.
De repente, se lembrou da oração ao Anjo da Guarda que aprendeu com sua avó. Logo começou a rezar. Seu anjo da guarda apareceu e perguntou:
Ei Zé... o que você está esperando? A festa no céu está maravilhosa! 
Você não está escutando a música? Por que está aqui sentado?
O Zé respondeu:
Cheguei até aqui, mas tenho medo de pular este precipício .
O anjo, então, falou:
Ora, Zé, use a ponte!
Esquecido, Zé perguntou:
Que ponte?
O anjo respondeu:
Ora, Zé, aquela que São Pedro te deu logo que chegou aqui. Onde
está a sua ponte, Zé?
E o Zé, compreendendo seu grande erro, disse:
Eu cortei a ponte!
LIÇÃO DE VIDA:
A vida não tem atalhos.
Mais importante que a chegada é aproveitar a caminhada.

Noticias do Meio

EQM – Experiência de Quase Morte

A definição encontrada sobre EQM é de uma experiência onde ocorre a morte clínica de uma pessoa, e esta “retorna” com lembranças do período em que esteve “morta”. Essas lembranças podem ser da sala onde o corpo se encontra e os procedimentos médicos realizados durante o período da “morte”, experiências fora do corpo (EFC) onde a pessoa se vê fora do corpo que ali se encontra morto, o “túnel”, por onde o indivíduo é projetado e atraído, seres de luz, parentes e amigos já desencarnados e a relutância em retornar.
A EQM foi classificada como consequência de diversos fatores pela medicina, como baixa oxigenação do cérebro, efeito de anestesia e outras medicações, alucinação, ou mecanismo de defesa perante o medo da morte.  Essas teorias foram mais tarde refutadas por Raymond A. Moody Jr, psiquiatra, psicólogo, parapsicólogo e filósofo, em seu livro “Vida Depois da Vida”, onde através de uma pesquisa com centenas de pessoas pôde concluir a sobrevivência do espírito humano após a morte.
A Doutrina Espírita nos traz que a EQM é verdadeira “segunda chance”, onde ocorre a renovação da consciência da pessoa que passa pela experiência, visto que em 80% dos casos os efeitos da EQM são positivos, modificando para melhor a vida das pessoas que a vivenciaram, e também das demais que convivem com ela, servindo como um exemplo de mudança.
Cabe dizer que nem toda experiência de quase morte pode ser classificada desta maneira, sendo algumas um desprendimento temporário do espírito e do corpo, para então haver depois o desenlace definitivo. Diversos relatos de familiares e pessoas próximas, no entanto revelam que ao “retornar”, a pessoa revela uma imensa paz e calma ante a situação do desencarne próximo, podendo em alguns casos prever o desencarne.
A Experiência de quase morte, como toda a experiência extracorpórea pode ser considerada como parte do processo de vida e além-vida, onde, variando de indivíduo a indivíduo, tem-se a chance de uma experiência única.

PAISAGISMO LEGAL: ANTES & DEPOIS ...

DEPOIS: Melhor Bungalow

Super Dicas

Sua Dieta
Cardápio do dia -
  
CAFÉ DA MANHÃ
Vitamina de frutas
Rendimento: 1 Porção
Caloria por porção: 153 kcal
 ver café da manhã completo
ALMOÇO
Alcatra com creme de acelga
Rendimento: 1 Porção
Caloria por porção: 215 kcal
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 ver almoço completo
JANTAR
Ravióli de frango ao pesto
Rendimento: 1 Porção
Caloria por porção: 180 kcal
 ver jantar completo
   

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Super Dicas

O dia a dia do Aurora é assim:

Fique por dentro dos dias e horários das reuniões de estudos e assista ao vivo.
 +: As 11hrs da manhã de segunda á sexta, ouça estudos de Nosso Lar.
: As 18hrs de segunda á sexta oração da Ave Maria.







O Clarim

Contra o suicídio

A Folha.com, em matéria do dia 11 de junho de 2013, assinada pela repórter Iara Biderman, publicou uma preocupante estatística que intitulou a reportagem: Taxa de suicídio entre jovens cresce 30% em 25 anos no Brasil.
Segundo o texto, o suicídio “é uma das primeiras causas de morte em homens jovens nos países desenvolvidos e emergentes. Mata 26 brasileiros por dia. E ninguém quer falar no assunto”.
Para se ter uma ideia da gravidade desta situação, a população brasileira cresceu a uma taxa similar em 20 anos: passou de 146 milhões em 1991, para 190 milhões em 2010, segundo dados do IBGE1. No ranking mundial, o Brasil ocupa a 73a posição entre os países com mais ocorrências de suicídio, com 5 mortes para um grupo de 100 mil pessoas2 (8,1 homens e 2 mulheres). Parece pouco se compararmos aos índices de Lituânia, Rússia e Bielorrúsia, que lideram o ranking com 33,1, 30,1 e 27,4 suicídios para cada 100 mil habitantes, respectivamente; a situação, no entanto, não deve analisar apenas números, friamente, mas buscar as causas, procurar prevenções, e, principalmente, entender por que tantos jovens – ainda com toda a vida pela frente – estão desiludidos e sem esperança.
A reportagem supracitada procura listar algumas razões que expliquem esse aumento entre os jovens:
“A taxa cresce por uma conjugação de fatores. ‘A sociedade está cada vez menos solidária, o jovem não tem mais uma rede de apoio. Além disso, é desiludido em relação aos ideais que outras gerações tiveram’, diz Neury [Botega, da Unicamp].
“Há ainda uma pressão social para ser feliz, principalmente nas redes sociais. ‘Todo mundo tem que se sentir ótimo. A obrigação de ser feliz gera tensão no jovem’, diz Robert Gellert Paris, diretor da Associação pela Saúde Emocional de Crianças e conselheiro do CVV (Centro de Valorização da Vida).
“O aumento de casos de depressão em crianças e adolescentes é outro componente importante. ‘Mais de 95% das pessoas que se suicidam têm diagnóstico de doença psiquiátrica’, diz José Manoel Bertolote, autor de O Suicídio e sua Prevenção.
“Junte-se tudo isso ao maior consumo de álcool e drogas e a bomba está armada.”
De fato é uma bomba – e que precisa ser tratada com cuidado na hora de ser desativada para que o fio errado não seja cortado. O importante é não fugir do assunto; tratar o suicídio como tabu e ficar com medo de que a simples citação do assunto possa incitar o ato é negar-se a auxiliar uma pessoa em sofrimento, provocando a prorrogação da angústia. Ao contrário, é importante mostrar que a vida tem, sim, solução. Que todos passamos por péssimos momentos, mas que logo podem se reverter, trazendo novas esperanças.
Os jovens, em especial, precisam administrar uma pressão muito grande nestes dias atuais. Escolha da profissão, vestibular, dificuldades de relacionamento amoroso, inclusão social, drogas, alcoolismo... não é simples, mas ninguém está sozinho. Vivemos em um planeta de provas e expiações e, de fato, enfrentamos situações que nos exigem o exercício da fé e da perseverança diariamente, e não podemos desistir de lutar, nunca!
Em O Livro dos Espíritos, questão 946, o assunto é abordado:
“946. E do suicídio cujo fim é fugir, aquele que o comete, às misérias e às decepções deste mundo?
“Pobres Espíritos, que não têm a coragem de suportar as misérias da existência! Deus ajuda aos que sofrem e não aos que carecem de energia e de coragem. As tribulações da vida são provas ou expiações. Felizes os que as suportam sem se queixar, porque serão recompensados! Ai, porém, daqueles que esperam a salvação do que, na sua impiedade, chamam acaso, ou fortuna! O acaso, ou a fortuna, para me servir da linguagem deles, podem, com efeito, favorecê-los por um momento, mas para lhes fazer sentir mais tarde, cruelmente, a vacuidade dessas palavras.”
Fica claro que o suicídio não é, e nunca vai ser, um caminho de suavização dos sofrimentos. Precisamos, com o conhecimento espírita, auxiliar os que se encontram em dificuldades e procurar orientá-los, mostrando que a vida é um grande aprendizado, do qual nenhum de nós pode fugir. Viver – e bem – ainda é o melhor caminho! Procuremos alcançar esta condição.

1. Dados consultados em www.censo2010.ibge.gov.br.
2. Dados de 2011. Fontes: Datasus (banco de dados do Sistema Único de Saúde); Whosis (sistema de informação estatística da Organização Mundial de Saúde); Organização das Nações Unidas; e Neury Botega, psiquiatra da Unicamp.

Nosso Lar: Cap.05/Nosso Lar

Nosso Lar: Cap.05/Nosso Lar

Nosso Lar: Cap.04/Nosso Lar

Nosso Lar: Cap.04/Nosso Lar

Super Dicas

Sua Dieta
Cardápio do dia 
  
CAFÉ DA MANHÃ
Rosca de maçã com uva-passa
Rendimento: 1 Porção
Caloria por porção: 130 kcal
 ver café da manhã completo
ALMOÇO
Frango assado com ervas
Rendimento: 1 Porção
Caloria por porção: 213 kcal
 ver receita
 ver almoço completo
JANTAR
Torta de palmito
Rendimento: 1 Porção
Caloria por porção: 110 kcal
 ver jantar completo
 

Homenagem


Estudos



O SÉCULO DE AUGUSTO
Terminados os triunviratos, eis que ia cumprir-se a missão do Cristo,
depois de instalados os primeiros Césares do Império Romano.
A aproximação e a presença consoladora do Divino Mestre no
mundo era motivo para que todos os corações experimentassem uma vida
nova, ainda que ignorassem a fonte divina daquelas vibrações
confortadoras. Em vista disso, o governo de Augusto decorreu em grande
tranqüilidade para Roma e para o resto das sociedades organizadas do
planeta. Realizam-se gigantescos esforços edificadores ou reconstrutivos.
Belos monumentos são erigidos. O espírito artístico e filantrópico de
Atenas revive na pessoa de Mecenas, confidente do imperador, cuja
generosidade dispensa a mais carinhosa atenção às inteligências
estudiosas e superiores da época, quais Horácio e Vergílio, que assinalam,
junto de outras nobres expressões intelectuais do tempo, a passagem do
chamado "século de Augusto", com as suas obras numerosas.


TRANSIÇÃO DE UMA ÉPOCA
Depois de Augusto, aparece à barra da História a personalidade
disfarçada e cruel de Tibério, seu filho adotivo, que vê terminar a era de
paz, de trabalho e concórdia, com o regresso do Cordeiro às regiões
sublimadas da Luz.
É nesse reinado que a Judéia leva a efeito a tragédia do Gólgota,
realizando sinistramente as mais remotas profecias.
Não obstante o seu compassivo e desvelado amor, o Divino Mestre é
submetido aos martírios da cruz, por imposição do judaísmo, que lhe não
compreendeu o amor e a humildade. Roma colabora no doloroso
acontecimento com a indiferença fria de Pôncio Pilatos, retornando aos
seus festins e aos seus prazeres, como se desconhecesse as finalidades
mais nobres da vida.
Seguindo a mesma estrada escura de Tibério, Calígula inaugura um
período longo de sombras, de massacres e de incêndios, de devastação e
de sangue.


PROVAÇÕES COLETIVAS DOS JUDEUS E DOS ROMANOS
Os seguidores humildes do Nazareno iniciam, nas regiões da
Palestina, as suas predicações e ensinamentos. Raros apóstolos sabiam
da missão sublimada daquela doutrina sacrossanta, que mandava fazer o
bem pelo mal e instituía o perdão aos próprios inimigos. De perto, seguemlhes
a atividade os emissários solícitos do Senhor, preparando os
caminhos da revolução ideológica do Evangelho. Esses mensageiros do
Alto iniciam, igualmente e de modo indireto, o esforço de auxílio ao
Império nas suas dolorosas provações coletivas.
Um perfeito trabalho de seleção se verifica no ambiente espiritual
das coletividades romanas. Chovem inspirações do Alto preludiando as
dores de Jerusalém e as amarguras da cidade imperial. Vaticínios sinistros
pesam sobre todos os espíritos rebeldes e culpados, e a
verdade é que, depois do cerco de Jerusalém, quando Tito destruiu a
cidade, arrasando-lhe o Templo famoso e dispersando para sempre os
israelitas, viu o orgulhoso vencedor mudar-se o curso das dores para a
sociedade do Império, atormentada pelas tempestades de fogo e cinza que
arrasaram Estábias, Herculânum e Pompéia, destruindo milhares de vidas
florescentes e desequilibrando a existência romana para sempre.

FIM DA VAIDADE HUMANA
O Império Romano, que poderia ter levado a efeito a fundação de um
único Estado na superfície do mundo, em virtude da maravilhosa unidade a
que chegou e mercê do esforço e da proteção do Alto, desapareceu num
mar de ruínas, depois das suas guerras, desvios e circos cheios de feras e
gladiadores.
O imenso organismo apodreceu nas chagas que lhe abriram a
incúria e a impiedade dos próprios filhos e, quando não foi mais possível o
paliativo da misericórdia dos espíritos abnegados e compassivos, dada a
galvanização dos sentimentos gerais na mesa larga dos excessos e
prazeres terrestres, a dor foi chamada a restabelecer o fundamento da
verdade nas almas.
Da orgulhosa cidade dos imperadores não restaram senão pedras
sobre pedras. Sob o látego da expiação e do sofrimento, os Espíritos
culpados trocaram a sua indumentária para a evolução e para o resgate no
cenário infinito da vida, e, enquanto muitos deles ainda choram
nos padecimentos redentores, gemem sobre as ruínas do Coliseu de
Vespasiano os ventos tristes e lamentosos da noite.
A edificação cristã

OS PRIMEIROS CRISTÃOS
Atingindo um período de nova compreensão concernente aos mais
graves problemas da vida, a sociedade da época sentia de perto a
insuficiência das escolas filosóficas conhecidas, no propósito de
solucionar as suas grandes questões. A idéia de uma justiça mais perfeita
para as classes oprimidas tornara-se assunto obsidente para as massas
anônimas e sofredoras.
Em virtude dos seus postulados sublimes de fraternidade, a lição do
Cristo representava o asilo de todos os desesperados e de todos os tristes. As multidões dos
aflitos pareciam ouvir aquela misericordiosa exortação: - "Vinde a mim,
vós todos que sofreis e tendes fome de justiça e eu vos aliviarei" - e da
cruz chegava-lhes, ainda, o alento de uma esperança desconhecida.
A recordação dos exemplos do Mestre não se restringia aos povos
da Judéia, que lhe ouviram diretamente os ensinos imorredouros.
Numerosos centuriões e cidadãos romanos conheceram pessoalmente os
fatos culminantes das pregações do Salvador. Em toda a Ásia Menor, na
Grécia, na África e mesmo nas Gálias, como em Roma, falava-se dEle, da
sua filosofia nova que abraçava todos os infelizes, cheia das claridades
sacrossantas do reino de Deus e da sua justiça. Sua doutrina de perdão e
de amor trazia nova luz aos corações e os seus seguidores destacavam-se
do ambiente corrupto do tempo, pela pureza de costumes e por uma
conduta retilínea e exemplar.
A princípio, as autoridades do Império não ligaram maior
importância à doutrina nascente, mas os Apóstolos ensinavam que, por
Jesus-Cristo, não mais poderia haver diferença entre os livres e os
escravos, entre patrícios e plebeus, porque todos eram irmãos, filhos do
mesmo Deus. O patriciado não podia ver com bons olhos semelhantes
doutrinas. Os cristãos foram acusados de feiticeiros e heréticos, iniciandose
o martirológio com os primeiros editos de proscrição. O Estado não
permitia outras associações independentes, além daquelas consideradas
como cooperativas funerárias e, aproveitando essa exceção, os
seguidores do Crucificado começaram os famosos movimentos das catacumbas.


A PROPAGAÇÃO DO CRISTIANISMO
Na Judéia cresce, então, o número dos prosélitos da nova crença. O
hino de esperanças da manjedoura e do calvário espalha nas almas um
suave e eterno perfume. É assim que os Apóstolos, cuja tarefa o Cristo
abençoara com a sua misericórdia, espalham as claridades da Boa Nova
por toda a parte, repartindo o pão milagroso da fé com todos os famintos
do coração.
A doutrina do Crucificado propaga-se com a rapidez do relâmpago.
Fala-se dela, tanto em Roma como nas Gálias e no norte da África.
Surgem os advogados e os detratores. Os prosélitos mais eminentes
buscam doutrinar, disseminando as idéias e interpretações. As primeiras
igrejas surgem ao pé de cada Apóstolo, ou de cada discípulo mais
destacado e estudioso.
A centralização e a unidade do Império Romano facilitaram o
deslocamento dos novos missionários, que podiam levar a palavra de fé ao
mais obscuro recanto do globo, sem as exigências e os obstáculos das
fronteiras.
Doutrina alguma alcançara no mundo semelhante posição, em face
da preferência das massas. É que o Divino Mestre selara com exemplos as
palavras de suas lições imorredouras.
Maior revolucionário de todas as épocas, não empunhou outra arma
além daquelas que significam amor e tolerância, educação e aclaramento. Condenou todas as
hipocrisias, insurgiu-se contra todas as violências oficializadas, ensinando
simultaneamente aos discípulos o amor incondicional à ordem, ao trabalho
e à paz construtiva. É por essa razão que os Evangelhos constituem o livro
da Humanidade, por excelência. Sua simplicidade e singeleza
transparecem na tradução de todas as línguas da Terra, prendendo a alma
dos homens entre as luzes do Céu, ao encanto suave de suas narrativas

A Hora e a Vez do Rei : Roberto Carlos - todas as manhãs

Imagem da Semana


O Clarim

Taxa de natalidade e reencarnação

A taxa de crescimento das famílias brasileiras que não possuem filhos é três vezes maior do que a taxa de famílias com filhos.

 •  Ricardo Orestes Forni

“Este processo de renascimentos, que os gregos denominavam de palingenesia, constitui um avançado sistema de crescimento intelecto-moral, fomentador da felicidade.” (Joanna de Ângelis)

Em reportagem contida na revista Veja, edição 2323, de 29 de maio de 2013, páginas 114 a 120, as mulheres resolveram inverter a maneira de obter a felicidade anunciada por Joanna, diminuindo a taxa de natalidade em diversas partes do planeta. Sim, porque se a reencarnação é um avançado sistema de crescimento intelecto moral fomentador da felicidade – como nos ensina a Mentora – e o número de nascimentos diminui sensivelmente – como iremos verificar nos trechos da reportagem –, quando o ser humano, mulher ou homem, crê poder ser mais feliz evitando filhos, sob o ponto de vista espiritual, isso segue uma concepção inversa. E isso é problema para a imensa maioria de espíritos que gravitam em torno do planeta Terra, já que necessitam do retorno à matéria.
Vejamos alguns trechos: “Um dos mais espantosos dados do último Censo do IBGE produz uma fotografia das brasileiras que estão prestes a cruzar a fronteira dos 50 anos – no fim, portanto, do ciclo reprodutivo. Para surpresa dos especialistas, o grupo das que chegaram lá sem filhos expandiu-se 20% apenas na última década, algo impressionante do ponto de vista demográfico. Entre as mulheres que têm no currículo um diploma de ensino superior, pouco mais de um quinto optou por não experimentar a maternidade. Em sua análise da composição das famílias brasileiras, Reinaldo Gregori, doutor em demografia pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, concluiu que aquelas que não têm crianças serão mais e mais comuns: seu número se multiplica em um ritmo três vezes mais rápido do que o das famílias com filhos”.
Segundo essa mesma reportagem, há mais mulheres que optam por não ter filhos agora do que havia alguns anos atrás. “Diz a antropóloga Mirian Goldenberg: ‘Como já se constata com toda a força nos países mais desenvolvidos, muitas brasileiras não se sentem mais presas ao conceito de que a felicidade passa necessariamente pela maternidade”, continua a reportagem.
Para os que estão encarnados e numa visão estritamente colocada entre o berço e o túmulo, entendemos tal colocação, embora fundamentada no egoísmo, mas constituindo-se em um direito perante o livre-arbítrio de cada um. Mas, e para os espíritos que estão em situação de extremo sofrimento “do lado de lá”, qual seria o sentimento que experimentam perante essa realidade? Necessitados da bênção do esquecimento com urgência e tendo a porta da reencarnação fechada? Qual será nosso pensamento quando estivermos “lá”, o que pode ocorrer mais rápido do que supomos?
Continua a reportagem: “A libertação da mulher, em resumo, significou a capacidade de fazer escolhas – até mesmo sobre ter ou não filhos. Quase metade das brasileiras trabalha fora, cerca de 50% a mais do que no fim da década de 60. O casamento e a maternidade vão sendo empurrados para a frente em nome da liberdade e do trabalho. A maioria das brasileiras atinge o ápice profissional um pouco depois dos 40, quando sente que o momento de ser mãe já se foi”.
Também costumamos empurrar a análise da consciência para a frente. A grande maioria, depois da desencarnação, aposta que “do lado de lá” nada existe. Atitude extremamente perigosa, mas um direito de todos que assim procedem.
“Os demógrafos começam a estudar os desdobramentos do encolhimento da população de crianças e jovens em países mais desenvolvidos”, segue a reportagem. “Pelo menos metade da população mundial vive hoje em lugares onde as taxas de fecundidade se situam abaixo do chamado índice de reposição, de 2,1 filhos por mulher. E esse é o caso do Brasil, onde a média nacional caiu para 1,9, representando um terço do registrado nos férteis anos de 1940”.
Continua ensinando Joanna de Ângelis que diante do mecanismo da reencarnação, os fenômenos psicológicos apresentam-se em encadeamentos naturais, e elucidam-se inumeráveis patologias psíquicas e físicas, distúrbios de comportamento, diferenças emocionais, intelectuais e variados acontecimentos, nas áreas sociológicas, econômica, antropológica, ética etc.
A redução da taxa da natalidade parece mexer de maneira perigosa com esse mecanismo. Não foi assim também diante da energia atômica quando o homem preferiu construir uma bomba contra seus irmãos? Não foi assim também com o avião que se transformou em arma de guerra? Não foi assim também com a nitroglicerina, com o ópio?
Não é por acaso que vivemos e viveremos ainda por muito tempo em um planeta de provas e expiações necessário às nossas opções perante as Leis Universais.

Destaque Sonoro - Profissões

Lição de Vida


Célia morava num local onde todos eram acostumados a dar caixinha para os balconistas da padaria.
Ela se mudou para outro bairro da cidade onde não existia esse hábito.
No primeiro dia que foi à padaria, Célia, deu a caixinha para o balconista.
Surpreso e feliz, ele disse:
O que é isso, minha senhora? Não precisa! Eu estou aqui para servi-la! 
Logo que Célia saiu, o balconista comentou:
Que mulher maravilhosa, nunca vi uma pessoa tão gentil assim! 
No dia seguinte, logo que Célia chegou, o balconista foi todo atencioso:
Pois não, madame! O que a senhora deseja? 
Depois de ser atendida, ela deu a caixinha ao balconista.
Ele se desdobrou de novo em agradecimentos.
Isto se repetiu por muitos dias.
Um mês depois, acostumado com a caixinha, o balconista já estava tratando Célia como os demais fregueses e, no final, simplesmente estendia a mão para pegar a caixinha. E, sequer agradecia.
Um dia, Célia foi à padaria com o dinheiro contado e o preço do leite tinha aumentado. Por isso, não sobrou dinheiro para a caixinha do balconista. Ela imediatamente se desculpou com a ele e prometeu que, no dia seguinte, daria uma caixinha melhor. Na hora ele não falou nada.
Mas logo que Célia virou as costas, o balconista resmungou com raiva:
Quem essa mulher pensa que eu sou? Um escravo dela? 
LIÇÃO DE VIDA:
Devemos prestar um bom serviço sempre e, jamais, por interesse em ganhar alguma recompensa//

A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma!!!

Noticias do Meio

O calendário mais antigo do mundo estaria na Escócia

O CALENDÁRIO MAIS ANTIGO DO MUNDO ESTARIA NA ESCÓCIA



Os seres humanos possuíam um sofisticado sistema de calendário milhares de anos antes do que era até então pensado, de acordo com um novo estudo. A descoberta é baseada em uma análise detalhada de pesquisas realizadas em um sítio arqueológico, em Warren Field, Crathes, Aberdeenshire, no norte da Escócia. Trata-se de uma série de buracos que os arqueólogos acreditam ser o calendário mais antigo do mundo. A descoberta seria quase cinco mil anos mais antiga do que seu "rival" mais velho: um calendário da Idade do Bronze da Mesopotâmia.

Criado há aproximadamente 10 mil anos, os arqueólogos acreditam que o complexo de buracos ou covas  foi projetado para representar os meses do ano e as fases lunares do mês. Eles acreditam que este calendário também permitiu a observação do nascer do sol no meio do inverno - o que na verdade seria um ano novo - para que o calendário lunar pudesse ser anualmente "calibrado" para trazê-lo de volta a um alinhamento com o ano solar.

Este sistema teria sido usado pelo período de 4 mil anos - de cerca de 8000 a.C (período Mesolítico precoce) até 4.000 a.C (Neolítico).

Artigo relacionado

The Independent

Arqueólogos acreditam ter encontrado sepulturas de

ARQUEÓLOGOS ACREDITAM TER ENCONTRADO SEPULTURAS DE "VAMPIROS" NA POLÔNIA


Arqueólogos na Polônia acreditam ter feito uma nova e surpreendente descoberta: um grupo de sepulturas de vampiros que foi encontrado durante a construção de uma estrada perto da cidade polonesa de Gliwice.

O que mais chamou a atenção foram os esqueletos cujas cabeças estavam colocadas no meio das pernas. Isso seria uma indicação, de acordo com os arqueólogos, que estes corpos passaram por rituais de execução para assegurar que estas pessoas ficariam “mortas para sempre”.

De acordo com uma antiga superstição, manter a cabeça separada do corpo seria uma garantia de que os mortos nunca “voltariam” para aterrorizar os vivos. A decapitação era uma destas formas de “prevenção”. Outra maneira seria pendurar a pessoa pelo pescoço até que, ao longo do tempo, por meio do processo de decomposição, o corpo seria naturalmente separado da cabeça.

Havia também, de acordo com o antropólogo forense Matteo Borrini, outros meios mais bizarros de lidar com os “enterros de vampiros”. Ele cita o caso de uma mulher que morreu durante o século 16, em Veneza, na Itália. A mulher foi, aparentemente, enterrada com um tijolo colocado na sua boca, um método medieval para evitar que os mortos suspeitos de vampirismo “retornassem” para se alimentar de sangue dos vivos. A sepultura desta mulher e c checida por ser a primeira pessoa que teria tido um enterro dedicado aos vampiros que se tem conhecimento.

Esta mulher seria um caso típico de uma acusação de vampirismo que, geralmente, era seguido por algum tipo de calamidade, como uma doença ou praga ou algum problema sério de colheitas. Acusar uma pessoa de ser vampiro não era algo raro, pois era uma forma de encontrar um bode expiatório para explicar um desastre cuja causa era desconhecida.

A prática de decapitação de corpos ao enterrar suspeitos de vampirismo era comum em países eslavos no começo da era cristã, quando crenças pagãs eram muito comuns. De fato, a crença em vampiros resultou tanto de uma superstição sobre a morte como sobre a falta de conhecimento sobre o processo de decomposição. A maior parte das histórias de vampiros tende a seguir um certo padrão, onde um indivíduo ou uma família inteira é vítima de alguma desgraça ou doença. Antes que a ciência pudesse  explicar essas mortes, o povo preferiu colocar a culpa em "vampiros".

Nosso Lar: Cap.03/Nosso Lar

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