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Laboratório subterrâneo nos Andes vai estudar matéria escura e neutrinos
Laboratório subterrâneo nos Andes vai estudar matéria escura e neutrinos

Laboratório subterrâneo nos Andes vai estudar matéria escura e neutrinos
Um acordo entre países da comunidade internacional escolheu a região dos Andes, na América do Sul, para a construção de um complexo laboratório subterrâneo, destinado ao estudo da matéria escura e de neutrinos.
De acordo com anúncio do próprio projeto, o objetivo é "estudar os fenômenos mais indescritíveis do universo, (...) a fim de garantir proteção diante da radiação cósmica". Será o primeiro do tipo no hemisfério sul do planeta, em uma região favorecida pela bacia do túnel Água Negra, que une a Argentina e o Chile por baixo da terra.
Batizado como ANDES, o projeto prevê o desenvolvimento do sexto maior túnel subterrâneo do mundo, com 14 quilômetros de extensão, entre a província argentina de San Juan e a região chilena de Coquimbo, a partir de 2021. O projeto também prevê um laboratório que estará  a, aproximadamente, 1700 metros de profundidade.
Laboratório subterrâneo nos Andes vai estudar matéria escura e neutrinos
Laboratório subterrâneo nos Andes vai estudar matéria escura e neutrinos
O local funcionará como um centro internacional de pesquisas, em conjunto com o Consórcio Latino-americano de Experiências Subterrâneas (CLES) - entre Brasil, Argentina e Chile -, e facilitará a realização de estudos sobre radiação, matéria escura e neutrinos.
De acordo com o site do projeto, uma caverna principal abrigará dois ou três experimentos maiores, enquanto uma segunda cavidade comportará três ou quatro andares destinados a estudos diversos. Os túneis de acesso estarão espalhados ao longo de 2.500 metros quadrados da superfície subterrânea.

Durante uma conferência realizada no Rio de Janeiro, os responsáveis pelo projeto afirmaram que o túnel Água Negra está localizado em uma região privilegiada para a construção deste tipo de laboratório, já que não registra atividades sísmicas ou vulcânicas em sua superfície, além de estar livre de radiações externas que resultariam na distorção das medições técnicas dos experimentos.
Veja o vídeo:



Laser poderá mostrar qual a sua expectativa de vida



Pesquisadores da Universidade de Lancaster, no Reino Unidos, desenvolveram um dispositivo de laser que pode funcionar como “prova da mortalidade”, medindo a expectativa aproximada de vida de cada um de nós. O equipamento, semelhante a um relógio, fica em contato com a pele e analisa as células endoteliais dos pequenos vasos sanguíneos, aqueles em que são manifestadas a atividade completa do organismo.

A medição das oscilações dentro das células pode estabelecer uma “duração” prevista da vida e detectar a tendência da pessoa em relação a certas doenças. Até o momento, o dispositivo já foi testado em 200 pessoas, entre as quais foi observada um processo de envelhecimento mais rápido em quem tinha hábitos nocivos à saúde.

Estima-se que, aproximadamente, dentro de um ano e meio, estará pronta uma versão em miniatura do equipamento para a venda. Aneta Stefanosvska, que está à frente do projeto, expressou que “em pouco tempo poderemos lançar um dispositivo especial, que poderá alertar o usuário para a necessidade de mudança de alguns hábitos para adquiri um estilo de vida mais saudável.


Esqueça o grafeno: carbino é mais forte do que qualquer material já conhecido



A notícia de um novo e inusitado supermaterial pode colocar um fim ao reinado do grafeno, até então o material mais resistente do mundo. O anúncio da descoberta do chamado "carbino", com incríveis propriedades de resistência, foi divulgado por um grupo de químicos da Universidade de Rice, em Houston. Para se ter uma ideia, este material seria duas vezes mais duro do que o grafeno ou os nanotubos de carbono.

O carbino (carbyne, em inglês) ou carbono acetilênico linear (LAC, na sigla original) é um alótropo do carbono, ou seja, possui seus átomos organizados de maneira diferente do elemento original - o grafite e o diamante são exemplos de alótropos do carbono.

Ele é normalmente uma sequência de átomos de carbono unidos por ligações triplas e simples alternadas. Traços dele já teriam sido identificados no espaço, em grafite comprimido e em asteroides.

Uma de suas propriedades é sua flexibilidade, entre a de um polímero convencional e a do DNA de hélice dupla, capaz de tornar-se rígido ou não, dependendo do agrupamento químico. O novo supermaterial ainda não tem previsão de ser produzido em escala industrial já que os cientistas precisam chegar a um consenso quanto a sua estabilidade, pois se ele estiver em contato com uma estrutura igual a ele, poderá reagir de maneira explosiva. Por esta razão, os pesquisadores estão em busca de uma "barreira de ativação" para impedir que isto aconteça.

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