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Cientistas "paralisam" a luz por um minuto e quebram recorde

 Cientistas "paralisam" a luz por um minuto
Cientistas "paralisam" a luz por um minuto
Pesquisadores da Universidade de Darmstadt, na Alemanha, podem ter atingido um verdadeiro marco na física. Eles realizaram um experimento que paralisou a luz por um minuto. O feito consistiu em parar o fenômeno mais rápido do Universo, capaz de viajar a uma velocidade de 300 mil km/s. O estudo sobre o feito foi publicado na conceituada Phisycal Review Letters. De acordo com a revista, isso pode nos levar a "comunicações quânticas em longas distâncias".

Esta não é a primeira vez que a luz é "paralisada". No começo do ano, uma equipe realizou o mesmo feito ao longo de 16 segundos. Em 2001, um experimento pioneiro parou a luz por apenas uma fração de segundo.

A experiência alemã consistiu num disparo de um laser em um cristal opaco, que deixou seus átomos num estado quântico de superposição. Em seguida, os pesquisadores direcionaram um segundo feixe que iluminou o cristal, desativando o primeiro e, consequentemente, anulando a transparência dos átomos - o tempo que a luz é armazenada tem relação direta com a superposição permitida pelo cristal.

A partir disso, o grupo usou um algoritmo para misturar combinações magnéticas e de laser, atingindo uma em que foi possível "parar" a luz por um minuto.

Redes de comunicação quântica podem transmitir dados em altíssima velocidade, de forma extremamente segura, em alta quantidade e qualidade, um feito que, caso se torne realidade, mudaria radicalmente a maneira como nos comunicamos.

Cidades deixarão de ter carros em pouco tempo

 

As cidades do futuro serão praticamente irreconhecíveis, segundo afirmação de um dos mais proeminentes arquitetos ingleses. Até mesmo os taxis desaparecerão da paisagem urbana, que deverá ser unicamente utilizada por ciclistas e pedestres, graças à completa proibição sobre o uso de automóveis, a ser decretada ao longo dos próximos 20 anos.
Richard Rodgers, responsável por alguns dos mais consagrados projetos arquitetônicos da atualidade assegura ainda que os veículos elétricos de pequeno porte e as bicicletas deverão ser o meio mais comum de transporte civil e comercial nos grandes centros urbanos que eliminarão por completo o transito de transportes convencionais.
Apesar de impensáveis para muitos, as previsões do arquiteto caminham com a tendência internacional de promover projetos alternativos para o sistema de transporte de massas, restringindo cada vez mais o acesso de carros particulares ao centro das maiores cidades.
Dados os mais diversos avanços tecnológicos e crescimento ininterrupto das cidades, um futuro sem carros, parece não apenas possível como imprescindível!

As aberrantes experiências científicas dos EUA
As aberrantes experiências científicas dos EUA

As aberrantes experiências científicas dos EUA
Muito se fala sobre as aberrantes experimentações científicas durante o regime nazista, com uso de seres humanos, em nome do desenvolvimento bélico, técnico-científico e de controle social. Contudo, a Alemanha não foi a única potência a conduzir experimentos com humanos durante o século XX. O jornal russo online RT publicou uma lista com os teste mais obscuros já colocados em prática pelos Estados Unidos. Veja abaixo alguns deles:

MK-Ultra: foi um projeto da CIA, entre os anos 50 e final dos 60, visando o controle mental. O doutor Donald E. Cameron usava pacientes psiquiátricos para testar uma terapia eletroconvulsiva com uma potência que superava 40 vezes a permitida. Após alguns meses de terapia, os pacientes perdiam todo o tipo de memória, inclusive esqueciam as palavras.

Câmeras de gás mostarda: durante a década de 1940, os Estados Unidos submeteram os seus militares a experimentos para realizar testes com armas químicas, sem que estes tivessem conhecimento. Por exemplo, para testar máscaras antigás e roupas de proteção, chegou-se a colocar soldados em câmaras de gás mostarda, substância que tem comprovadas propriedades cancerígenas e provoca queimaduras permanentes e extremamente doloridas.

Pulverização de agentes químicos em cidades: em meados do século passado, a CIA espalhou o vírus da coqueluche na baía de Tampa, provocando uma epidemia que matou 12 pessoas. A Marinha testou bactérias patogênicas em São Francisco, causando vários casos de pneumonia. O exército, por sua vez, liberou mosquitos portadores transmissores da febre amarela e dengue nos estados da Geórgia e Florida.

Infecção de doenças venéreas: aproximadamente 3 mil guatemaltecos foram infectados com sífilis e gonorreia na década de 1940. A causa foi uma experiência dos EUA para comprovar o efeito da penicilina na prevenção de doenças de contágio sexual.

LSD: Entre 1953 e 1965, a CIA testou em civis e militares o uso do LSD (dietilamida do ácido lisérgico) e outras drogas alucinógenas, sem conhecimento dos envolvidos.

Agente Laranja: entre 1951 e 1974, o governo norte-americano usou este produto tóxico (anteriormente empregado na Guerra do Vietnã) em presos na Filadélfia, alegando que estava realizando testes dermatológicos

O TELETRANSPORTE JÁ É UMA REALIDADE

Já pensou a possibilidade de uma pessoa ser desmaterializada em um ponto do espaço e quase instantaneamente volta a ser materializar em outro ponto distante, talvez a milhares de quilômetros do ponto original.
Essa cena já não é apenas exclusividade da ficção científica. Pesquisadores da Universidade de Ciencia e Tecnologia de Hefei, na China, conseguiram pela primeira vez na história, teletransportar um objeto macroscópico a uma distância de 150 metros, através do principio do enlaçamento quântico, onde duas partículas compartilham a mesma existência (informação) independente do espaço entre elas.
Desta forma, a transmissão instantânea de um ponto a outro entre dois objetos ocorre sem que sua existência atravesse o espaço que os separa. Entretanto, a ponte quântica, definida justamente pelo intervalo de tempo durante o qual a informação se mantém intacta antes de desaparecer, ainda não supera 100 microsegundos.
Em Londres, cientistas da Universidade de Cambridge conseguiram desenvolver um modelo matemático para aumentar a resistência do enlace quântico, em um desenvolvimento da computação quântica, essencial para o êxito de uma teletransportação completa. De acordo com os cientistas, um grande passo já foi dado, apesar de o mais importante ainda não haver ocorrido.

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