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Caixão misterioso revela nova urna funerária de chumbo em seu interior, na Inglaterra
Caixão misterioso ao lado de Ricardo III revela urna funerária de chumbo em seu interior


Caixão misterioso ao lado de Ricardo III revela urna funerária de chumbo em seu interior
A mesma equipe de pesquisadores que, recentemente, descobriu o esqueleto do Rei Ricardo III entre as ruínas do antigo monastério Gray Fiars, onde atualmente funcionava um estacionamento, em Leicester, Inglaterra, encontrou elementos ainda mais intrigantes e enigmáticos próximo da área de descoberta do corpo do rei. Perto dali, descansava um caixão de pedra, e dentro dele havia.... um outro caixão menor interno ou uma espécie de urna, de chumbo, com uma cruz na tampa.
 Caixão misterioso ao lado de Ricardo III revela urna funerária de chumbo em seu interior
Foram necessárias oito pessoas para levantar a tampa do caixão de pedra, que revelou o segundo caixão. Uma parte quebrada do caixão de chumbo deixa à vista ossos de pés humanos. Este segundo caixão, contudo, não foi aberto.

Mathew Morris, diretor do Departamento de Arqueologia da Universidade de Leicester, um dos especialistas que conduziram a descoberta, disse que “foi tão emocionante como encontrar Ricardo III. Contudo, não sabemos quem está dentro, ainda há dúvidas sobre essa pessoa (...) Ninguém da equipe jamais havia descoberto um caixão de pedra e, dentro dele, um segundo caixão como este. Agora, precisamos pensar na maneira correta e segura de abri-lo, já que não queremos causar nenhum estrago ao retirar a tampa”.
Caixão misterioso ao lado de Ricardo III revela urna funerária de chumbo em seu interior
Os pesquisadores acreditam que o caixão possa conter os restos de um dos fundadores do monastério, ou de um monge medieval. De qualquer maneira, o que já era enigmático, agora ficou mais ainda. Resta esperar qual será a próxima surpresa.


Em breve os Táxis poderão voar



A cidade de Tel Aviv, uma das mais populosas de Israel, poderá se transformar na primeira metrópole do mundo com um sistema de transporte público voador. A ideia é utilizar veículos com capacidade para transportar até duas pessoas, a uma velocidade de 240 km/h.
Trata-se de um transporte revolucionário a base de levitação magnética, desenvolvido pela empresa norte-americana SkyTran e técnicos da Nasa, com uma estrutura bastante semelhante a de um monorail nas alturas. Porém, ao invés de utilizar trens para vários passageiros, opera com pequenas unidades independentes.
As estações de embarque/desembarque, compostas por uma plataforma e escadas rolantes, estarão distribuídas de tal forma que a distância entre elas não ultrapasse 400 metros. A cobertura do trajeto inicial deve ser de 6.5 quilômetros de distancia e o custo aproximado do projeto é de 50 milhões de dólares.
O eventual passageiro poderá chamar um dos taxis utilizando uma aplicação instalada em cada plataforma ou através de seus próprios eletrônicos com acesso a internet. Toda vez que um táxi precisar fazer uma parada, passara do trilho principal ao secundário, para não interromper o fluxo de alta velocidade. Tão logo a negociação comercial entre a prefeitura local e a empresa fabricante esteja concluída, os primeiros táxis voadores do mundo se tornarão realidade. 


Quase 50 anos depois, a dúvida permanece: quem matou JFK?
Quase 50 anos depois, a dúvida permanece: quem matou JFK?
Muitos acreditam que esta pergunta foi feita incontáveis e demasiadas vezes (e quem sabe até respondida o mesmo tanto), mas, afinal, quem matou JFK? O crime que chocou o planeta está prestes a completar 50 anos e, mesmo assim, novas explicações continuam a ganhar espaço. Este é o caso do documentário dos pesquisadores Colin Mc Laren e Bonar Menninger.
De acordo com o filme, uma das balas que atingiram o então presidente norte-americano teria sido disparada por George Hickey, um agente do Serviço Secreto, que teria passado a noite anterior em uma festa com seus colegas.
Já falecido, Hickey estava no automóvel que escoltava a limousine que levava JFK naquele fatídico 22 de novembro de 1963, em Dallas. Ele teria sido o autor do disparo, na direção que veio o tiro de Lee Harvey Oswald, ferindo mortalmente John Fitzgerald Kennedy em um completo acidente.
Após quase 50 anos, a dúvida permanece: quem matou JKF?
Os autores do documentário-drama “JFK: The Smoking Gun”, esclareceram que esta hipótese não implica de maneira alguma em envolver Hickey em qualquer tipo de conspiração, já que tudo teria sido um acidente provocado pelas circunstâncias e intensidade do momento,
Após quase 50 anos, a dúvida permanece: quem matou JKF?Desta maneira, busca-se, quase cinco décadas depois, colocar um pouco mais de luz sobre os mistérios em torno do assassinato de Kennedy. Um levantamento indicou que 75% dos americanos não acreditam na versão oficial do crime, divulgada pela comissão Warren, que afirma que Lee Oswald foi o único responsável pelo assassinato.


México: a próxima potência automobilística do mundo



As maiores montadoras do mundo já começaram a planejar a construção de suas próximas fábricas em território mexicano, motivadas por um quadro de conjunturas muito favorável: os tratados de livre comércio firmados pelo país com vários blocos continentais e sua geografia determinante para a atividade logística.
Em função da crise econômica mundial ocorrida em 2008, diversas multinacionais começaram a buscar novos horizontes para seus negócios e na verdade, nenhuma outra região parece ter sido tão favorável como o México, onde os investimentos automobilísticos anunciados já superam qualquer expectativa prevista.
A situação é alimentada em grande parte pela quantidade de acordos de livre comércio que o país asteca estabeleceu com os mais importantes mercados mundiais, como os Estados Unidos, Canadá e União Europeia, entre outros. O baixo custo da mão-de-obra mexicana faz com que a operação no país seja ainda mais vantajosa, transformando o território em uma das produções mais baratas no continente norte-americano.
Além disto, a localização geográfica do país é considerada privilegiada, devido a sua fácil comunicação com os principais centros de consumo a um custo mais barato. Torna-se fácil entender porque a Mazda, Nissan, Honda, Ford e Audi, entre tantas outras companhias estão escolhendo o México como destino de seus milhões de dólares.
Dados os investimentos financeiros projetados sobre um crescimento constante da indústria no país, o oitavo produtor a nível mundial, cabe à questão: será o México a próxima potencia automobilística do mundo?

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