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Artefato de metal, de 300 milhões, teria sido encontrado na na Rússia
Artefato de metal, de 300 milhões, teria sido encontrado na na Rússia

Artefato de metal, de 300 milhões, teria sido encontrado na na Rússia
Um pedaço de alumínio trabalhado de 300 milhões de anos foi encontrado em Vladivostok, de acordo com notícia divulgada pelo "Voice of Russia". Especialistas dizem que o artefato parece ser manufaturado, sem ter passado por processos naturais.

O material, com formato de trilho de metal dentado, foi encontrado por um morador de Vladisvostok, que o achou incrustado em um dos pedaços de carvão. A peça chamou a atenção e foi levada para uma análise, conduzida por pesquisadores da região de Primorye.

Exames teriam indicado que o metal trabalhado, supostamente, tinha 300 milhões. Como os depósitos de carvão desta região também datam de 300 milhões de anos, os peritos russos cogitam que o metal encontrado nestes depósitos deve ter a mesma idade do carvão.

Este é o primeiro achado em carvão na Rússia, de acordo com a pesquisadora e bióloga Valery Brier. Uma análise de difração de raio-X indicou que se trata de alumínio puro com somente 2 a 4% de magnésio.

Uma hipótese levantada é de que a liga de alumínio poderia ter origem terrestre, vinda de algum meteorito, por conta da presença de 2% de magnésio na liga. O artefato também poderia indicar a existência de alguma civilização desconhecida na Terra. Contudo, teste e mais testes serão necessários para comprovar esta ideia.

Miniatura de raio trator de Star Trek é recriado por cientistas
 Miniatura de raio trator de Star Trek é recriado por cientistas

Miniatura de raio trator de Star Trek é recriado por cientistas
Cientistas do Instituto de Instrumentos Científicos, da República Tcheca, e da Universidade de Saint Andrews, na Grã-Bretanha, deram mais um passo no desenvolvimento de técnicas de manipulação da luz, algo que pode ser fundamental para melhorar a eficácia dos exames médicos de variados tipos, como testes de sangue. Para ilustrar melhor o feito, pode-se dizer que, assim como em Star Trek, eles recriaram, em escala microscópica, um raio que atrai dois objetos.

O segredo da técnica está na descoberta de uma maneira de fornecer uma força negativa capaz de atuar sobre pequenas partículas. Desta maneira, os pesquisadores fizeram com que um feixe de luz, assim como em filmes de ficção científica, pudesse "pegar" o objeto e atraí-lo para a própria fonte luz.
Segundo Oto Brzobohatý, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, "estes métodos abrem novas oportunidades para a fotônica e aplicações científicas." Esta técnica, que permite um ordenamento óptico de objetos microscópicos, de uma forma simples e acessível, pode ser essencial para o desenvolvimento de novas aplicações biomédicas.   A base do estudo são as forças ópticas, descobertas pelo astrônomo alemão Johannes Kepler, em 1619, ao observar que as caudas de cometas sempre apontavam na direção contrária ao Sol. Essa força óptica é o que empurra as partículas em direção ao raio por fótons.

Qualquer pessoa pode batizar planetas a partir de agora



A União Astronômica Internacional (UAI) anunciou que o público poderá escolher o nome dos objetos astronômicos a partir de agora. A entidade assumiu esta função deste sua criação, em 1919, e, desde então, tem a função de nomear oficialmente planetas e satélites que são encontrados pelos pesquisadores. Agora, a UAI decidiu convidar o grande público para participar desta missão de nomear os objetos encontrados pelo espaço. Para quem quiser colaborar, a missão é simples: para enviar um email com o nome proposto para o seguinte endereço: iaupublic@iap.fr

As sugestões, contudo, devem cumprir alguns requisitos: o nome não deve ser uma marca já existente, ou o nome de algum mascote, e tampouco ser parecido com nome de objetos astronômicos já conhecidos, assim como também não deve fazer referência a eventos conhecidos por razões políticas ou militares.

Antes de enviar sua sugestão, é aconselhável que você faça uma pesquisa no site da UAI. A partir daí, é só deixar a imaginação tomar conta da imensidão do nosso Universo.


"Água em pó" promete acabar com a seca



Um produto em pó chamado "Chuva Sólida" promete aliviar o problema da seca e da agricultura em regiões áridas, assim como também poderá ajudar a lidar com o desafio global de superar uma futura falta de água.    
De acordo com o fabricante, uma empresa do México, o produto é natural e não prejudica o solo, mesmo se for for usado por anos. Segundo a empresa, ao se desintegrar, o pó se torna parte das plantas.
Um litro de água pode ser absorvido por somente 10 gramas deste material, uma espécie de polímero absorvente criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O produto funciona encapsulando água e pode durar 8 a 10 anos no solo, dependendo da qualidade e quantidade da água, dizem os produtores.  A empresa aconselha o uso de 50 quilos do produto por hectare (10 mil metros quadrados), quantia que custa, a aproximadamente R$ 3,5 mil.
Nos anos 1970, o USDA desenvolveu um produto superabsorvente feito de um tipo de goma, usando em fraldas. Contudo, um engenheiro químico mexicano, Sérgio Jesus Rico Velasco, viu no produto outras aplicações e desenvolveu e patenteou uma versão diferente da fórmula, que pode ser misturada com o solo para reter a água.
Apesar do entusiasmo, nem todo mundo está convencido de que o produto é uma solução válida para a questão da seca. Pesquisadores afirmam que além desse tipo de material nãos ser novidade, não há evidência científica de que eles realmente armazenem água por mais anos. Além disso, pesquisadores também afiram que o gel pode também causar problemas, já que a medida que seca, vai sugando água ao seu redor e assim o líquido não é absorvido pela raiz das plantas. E assim ele desvia a água que iria para a raiz das plantas.

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