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Pirâmides na Antártida?

PIRÂMIDES NA ANTÁRTIDA?



Nos últimos dias começou a ganhar voz, com força e insistência, a notícia da suposta descoberta de pirâmides na Antártida. Apesar de a informação não ter sido confirmada ou desmentida por nenhuma fontes oficial, muitos websites têm feito eco a esta possibilidade com a divulgação de algumas imagens que apontam para a veracidade desta versão. Pelas fotos, é possível observar estruturas piramidais no continente gelado, algumas delas obtidas pelo Programa Integrado de Perfuração Oceânica (Integrated Ocean Drilling Program), um projeto internacional de exploração submarina.

Várias hipóteses foram formuladas em torno destas imagens, como a de que a Antártida pode ter oferecido um clima favorável para o desenvolvimento de uma civilização há milhares de anos e que, agora, poderíamos começar a encontrar vestígios disso. Além disso, há também a especulação de que haveria existido o contato de seus habitantes com os de outros lugares do mundo antigo, como México, Egito, Indonésia, e demais localidades onde foram, recentemente, encontradas outras construções, como na Bósnia.

Ainda falta, certamente, uma confirmação deste feito na Antártida, o que seria uma revelação sem precedentes para o estudo da história da humanidade, mesmo que a afirmação deste fato pareça algo distante. De qualquer maneira, real ou não, isso coloca à vista o que poderia ser imaginado neste momento e confirma que o continente gelado da Terra é um dos lugares mais misteriosos do nosso planeta e que gera imensa curiosidade, assim como as pirâmides, cuja construção ainda é um dos mais poderosos enigmas da história.



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EuroNews

Fique atento à chuva de meteoros Delta Aquarídeas no final de semana

FIQUE ATENTO À CHUVA DE METEOROS DELTA AQUARÍDEAS NO FINAL DE SEMANA


Uma impressionante chuva de meteoros cairá sobre a América Latina neste final de semana e poderá ser observada sem a necessidade de qualquer instrumento. Trata-se da chuva de meteoros chamada Delta Aquarídeas, que pode ser anualmente avistada entre 12 de julho e 23 de agosto.

Este ano, o pico de meteoros acontecerá entre os dias 28 e 30 de julho, e poderá ser observado no Hemisfério Sul e nas latitudes tropicais do Hemisfério Norte.

O melhor horário para a visualização deste show no céu será em torno de duas horas antes do amanhecer, já que durante a noite o maior obstáculo será a claridade da Lua. Estima-se que os meteoros tenham uma frequência de 15 a 20 por hora e devam viajar a uma velocidade de 41 quilômetros por segundo. De acordo com a Nasa, a origem desta chuva de estrelas ainda não é muito precisa. O mais provável é que elas tenham origem no cometa 96P/Machholz, descoberto em 1986.
 
Grande catástrofe teria destruído atmosfera de Marte há 4 bilhões de anos

GRANDE CATÁSTROFE TERIA DESTRUÍDO ATMOSFERA DE MARTE HÁ 4 BILHÕES DE ANOS


Uma análise de informações coletadas pelo robô Curiosity, que aterrissou em Marte no ano passado, sugere que aconteceu uma grande reviravolta no planeta que poderia ter sido causada por erupções vulcânicas ou por uma enorme colisão que pode ter destruído a atmosfera do planeta. Estes são os resultados das primeiras medições feita pelo robô da Nasa sobre a composição de gases, incluindo argônio, oxigênio, nitrogênio, monóxido de carbono e dióxido de carbono na atmosfera marciana.

As conclusões, publicadas na revista Science em dois estudos paralelos, permitem aos cientistas compreender melhor como ocorreu a mudança climática em Marte e também entender se já houve condições para o desenvolvimento da vida no planeta em algum momento de sua história.

Dr. Chris Webster, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, e autor de um dos estudos, disse que os dados permitiram comparações diretas e mais precisas com o clima da Terra.

A equipe acredita que um grande evento que destruiu a atmosfera de Marte deve ter acontecido há, aproximadamente, quatro bilhões de anos. A proporção diferente das duas formas do gás argônio em Marte e na Terra sugere que algum grande evento mudou suas quantidades relativas, disseram os cientistas.

De acordo com entrevista de Monica Grady, professora de Ciências Planetárias da "The Open University", ao jornal inglês The Guardian, "é ótimo que dois estudos separados, feitos com uso de diferentes métodos e técnicas, apontaram para a mesma composição da atmosfera de Marte".

De acordo com uma análise de rochas, publicada no mês passado, Marte teve uma atmosfera rica em oxigênio um bilhão de anos antes do que a Terra. As rochas, coletadas da superfície da cratera Gusev pelo rover Spirit, da Nasa, continham cinco vezes mais níquel do que os meteoritos marcianos achados na Terra.

Isso sugere que as rochas da superfície, que possuem ao menos 3,7 bilhões de anos, se formaram em um ambiente rico em oxigênio, enquanto o mesmo não aconteceu com os meteoritos, com idades entre 180 milhões e 1,4 bilhões de anos. Dr. Paul Mahaffy, do Centro de Voo Espacial da Nasa, que foi o autor do outro estudo, disse que uma análise mais aprofundada precisava ser feita antes que os humanos decidam colocar os pés em Marte.

"Do ponto de vista prático, precisamos saber a composição (da atmosfera) hoje, e como ela está mudando, de modo que podemos nos preparar para uma eventual exploração humana".

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