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Palácio do lendário Rei Davi teria sido descoberto em Israel

PALÁCIO DO LENDÁRIO REI DAVI TERIA SIDO DESCOBERTO EM ISRAEL


Pesquisadores acreditam que podem ter encontrado o palácio do lendário Rei Davi, um importante personagem para o cristianismo, judaísmo e islamismo. Ele é bastante conhecido pelo episódio do Antigo Testamento em que derrotou o gigante Golias.

O castelo do Rei Davi seria um dos dois edifícios reais, com cerca de 3 mil anos na antiga cidade fortificada de Khirbet Qeiyafa, descoberta por pesquisadores da Autoridade de Antiguidades de Israel e da Universidade Hebraica de Jerusalém. A outra edificação seria um tipo de depósito real, acreditam os pesquisadores.

O palácio de Davi teria em torno de mil metros quadrados e está na região mais alta do antigo sítio. O local seria ideal para enviar mensagens de fumaça e também para fazer um controle espacial da área. Durante as escavações arqueológicas, também foram encontrados objetos destinados a práticas religiosas. Estima-se que o palácio foi destruído 1.400 anos após sua construção, no período do Império Bizantino.

O segundo edifício, um depósito, seria o local para guardar produtos agrícolas que eram usados como pagamento dos impostos. Diante desta hipótese, ganha corpo a ideia de que havia ali um uma estrutura de governo montada e, possivelmente, outros centros administrativos.

Por que o maior vírus já descoberto poderia mudar a Árvore da Vida?

POR QUE O MAIOR VÍRUS JÁ DESCOBERTO PODERIA MUDAR A ÁRVORE DA VIDA?


Por conta da repercussão e dos comentários suscitados pela notícia da descoberta do maior vírus já registrado, o HISTORY decidiu aprofundar um pouco mais a discussão em torno do conceito Árvore da Vida assim como sobre o Pandoravírus, que está influenciando o meio acadêmico nesta questão.

Sobre o Pandoravírus, existe uma teoria surgida há aproximadamente 10 anos, quando outro vírus - também "gigante" naquela época, o mimivírus - foi descoberto. A partir daí, pensou-se que estes vírus gigantes seriam descendentes de uma célula que perdeu parte de seus genes e se transformou em um parasita. Contudo, para dar embasamento a esta teoria, outros vírus gigantes precisariam ser encontrados e analisados mais profundamente, o que foi o caso do Pandoravírus, descoberto no Chile e na Austrália.

Alguns cientistas chegam a colocar que estes tipos de vírus deixam claro que "os domínios da vida são concepções arcaicas" que deixariam os vírus fora de seu lugar de direito. Até o nome destes vírus já conduz a algo que pode revelar muitos mistérios. Seu formato, que lembra antigos frascos gregos para os cientistas, remeteu ao mito da caixa de Pandora, dando os vírus seu nome - "pandoraviruses".

"A abertura da caixa irá quebrar definitivamente os alicerces sobre nosso pensamento em torno dos vírus", disse o pesquisador Chantal Abergel, diretor de pesquisa do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica em Marselha, ao site LiveScience.

Os pandora possuem grandes diferenças em relação aos vírus em geral. Eles não possuem o gene que cria uma cápsula ao redor do material genético e, além disso, seus genes são diferentes de todos aqueles conhecidos em outros seres. Por este motivo, alguns chegam a levantar a hipótese de que este vírus poderia ter uma origem extraterrestre.

Diante disso, a divisão da vida, ou da Árvore da Vida, em três categorias não seria mais exata, no ponto de vista de alguns pesquisadores. Atualmente, é adotado em grande parte o Sistema dos Três Domínios, um agrupamento dos diferentes reinos da taxonomia tradicional. Estes domínios são Eubacteria (que inclui as bactérias); Archaea (procariontes que não recaem na classificação anterior) e Eukaria (seres vivos com um núcleo celular organizado). Os vírus, ao contrário de outros seres, não conseguem se reproduzir e precisam de um hospedeiro. Por esta razão, eles não são considerados seres vivos e estão fora da "Árvore da Vida".

Contudo, agora, os cientistas cogitam a criação de "novos domínios", e sugerem que estes vírus podem indicar não apenas a existência de um quarto domínio, mas também de um quinto ou um sexto. Para outros pesquisadores, seria cedo demais rediscutir a Árvore da Vida, porém os vírus gigantes em si já justificariam a discussão.

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LiveScience

Cientistas descobrem maior vírus já registrado que pode reescrever a árvore da vida

CIENTISTAS DESCOBREM MAIOR VÍRUS JÁ REGISTRADO QUE PODE REESCREVER A ÁRVORE DA VIDA



Os cientistas anunciaram a descoberta do maior vírus já registrado, chamado Pandoravírus. Ele tem tamanho de 1 mícron, ou seja, é maior do que bactérias parasitas. Fora isso, seu genoma também é considerado enorme, com 2,47 milhões de bases. A descoberta foi publicada na edição online da revista especializada Science e  pode reabrir o debate sobre se esses seres fazem parte da árvore da vida.

Os cientistas descobriram duas espécies de pandora, a maior no Chile e outra na Austrália. Os vírus, ao contrário de outros seres, não conseguem se reproduzir e precisam de um hospedeiro. Por esta razão, eles não são considerados seres vivos.

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Science

Os dentes que podem

OS DENTES QUE PODEM "CONTAR" A HISTÓRIA DO ANTIGO EGITO



Como os dentes das múmias poderiam fornecer uma conexão entre a seca, auge e a queda das antigas culturas do Egito, incluindo os construtores de pirâmides?  Mais uma vez, a união de disciplinas como química e arqueologia pode ajudar a responder esta questão pela análise química do esmalte dos dentes de múmias. De acordo com estudos a partir destes exames, é possível deduzir que o Vale do Rio Nilo tornou-se absurdamente árido de 5.500 a 1500 a.C, período que inclui o crescimento e florescimento da Antiga Civilização Egípcia.

Muitos estudos anteriores já haviam feito uma conexão entre as extremas secas e as crises que teriam ocorrido próximo ao término do Velho Reino (A Idade das Pirâmides), no terceiro milênio antes de Cristo. Contudo, os cientistas ainda precisavam preencher uma "lacuna" sobre a questão da seca antes da queda do Egito, no século 6 a.C, quando aconteceu a conquista por Alexandre, o Grande.

Os pontos que ainda não estão claros, mas que agora poderão ser investigados pelos dentes das múmias são sobre eventuais reduções nas enchentes anuais do Rio Nilo ou secas de curta duração que pudessem ter causado uma fome em larga escala geral que teria refletido na história egípcia.

Para isso, dentes das múmias de diversas dinastias estão sendo estudados. Estes dentes possuem uma proporção de dois tipos de isótopos de oxigênio resultantes da dieta e também da ingestão de líquidos, que, neste caso, seria a água do Rio Nilo. Mudanças nas relações dos isótopos também podem indicar alterações nos padrões de precipitação da região.

"A tendência geral para a seca não teve impacto negativo sobre a civilização egípcia em termos de produção de cereais ou população", disse o autor do estudo, Christophe Lecuyer, um geoquímico da Universidade de Lion.

"Um dos estudos que pretendemos publicar em breve revela que não houve mudança de dieta deles durante este longo período de, aproximadamente, quatro milênios."

O Vale do Nilo não era a única parte do Norte da África que passou por secas depois de 5.500 a.C. O deserto do Saara já foi coberto por lagos e gramados, mas mudou para um clima seco entre 7 mil e 5 mil anos atrás, como alguns estudos já mostraram.

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Live Science

As fotos que Hitler quis destruir

AS FOTOS QUE HITLER QUIS DESTRUIR



O fotógrafo oficial de Adolf Hitler tirou, em 1925, uma série de fotografias que o Führer usava para analisar seus discursos e melhorar sua retórica. Foi desta maneira que o seu fotógrafo pessoal Heinrich Hoffman tirou várias imagens de Hitler - neste caso uma série de nove fotos - durante a prática de um dos seus efusivos discursos. Mais tarde, o futuro líder alemão iria analisar detalhadamente seus gestos e expressões.

Uma vez estudadas as imagens, Hitler pediu para que os negativos fossem destruídos, mas seu pedido não foi atendido.

As fotos privadas foram tiradas logo após Hitler deixar a prisão de Landsberg, na Baviera, onde escreveu sua autobiografia "Mein Kampf" ("Minha Luta", em alemão). Oito anos depois, ele chegaria o poder na Alemanha, em 1933.

Algumas das fotos foram divulgadas pela primeira vez em 1955, no livro de Hoffman, chamado “Hitler foi meu amigo”. Junto das fotos, o fotógrafo escreveu: “Adolf Hitler parece um bobo em algumas fotos, mas isso demonstra que estava fazendo experiências com a própria imagem. Pode-se dizer que ele foi um político muito moderno para a sua época”.

Esta busca por uma oratória impecável também levou Hitler a seguir os conselhos do seu médico e, as vésperas de tomar o poder, teve aulas de dicção com o cantor de ópera alemão Paul Devrient.

Os verdadeiros monstros do mar

OS VERDADEIROS MONSTROS DO MAR


Eles não são imensos e assustadores seres que habitam as profundezas do oceano, nem mesmo  animais mitológicos de grandes proporções, com mais de uma cabeça. A Agência Catalã de Águas montou imagens curiosas com base em uma investigação sobre os maiores perigos do mar Mediterrâneo.

Tais “seres” estão presentes nos mares e oceanos de todo o mundo. São garrafas e sacolas plásticas, latas, camisinhas usadas, vidros e outros objetos descartados pelo consumo humano. A imagem remonta verdadeiros animais aquáticos com os objetos poluentes criados pelo homem.

O objetivo é mostrar para a humanidade que ela não deveria se preocupar com os chamados “monstros do mar” e, sim, com os perigos dos efeitos provocados pelo consumo globalizado sobre este sensível sistema da natureza. As imagens, feitas em parceria com o Departamento de Planejamento e Sustentabilidade da Catalunha, convoca a todos para uma tomada de consciência sobre os níveis de contaminação gerados por nós mesmos.

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