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O calendário mais antigo do mundo estaria na Escócia

O CALENDÁRIO MAIS ANTIGO DO MUNDO ESTARIA NA ESCÓCIA



Os seres humanos possuíam um sofisticado sistema de calendário milhares de anos antes do que era até então pensado, de acordo com um novo estudo. A descoberta é baseada em uma análise detalhada de pesquisas realizadas em um sítio arqueológico, em Warren Field, Crathes, Aberdeenshire, no norte da Escócia. Trata-se de uma série de buracos que os arqueólogos acreditam ser o calendário mais antigo do mundo. A descoberta seria quase cinco mil anos mais antiga do que seu "rival" mais velho: um calendário da Idade do Bronze da Mesopotâmia.

Criado há aproximadamente 10 mil anos, os arqueólogos acreditam que o complexo de buracos ou covas  foi projetado para representar os meses do ano e as fases lunares do mês. Eles acreditam que este calendário também permitiu a observação do nascer do sol no meio do inverno - o que na verdade seria um ano novo - para que o calendário lunar pudesse ser anualmente "calibrado" para trazê-lo de volta a um alinhamento com o ano solar.

Este sistema teria sido usado pelo período de 4 mil anos - de cerca de 8000 a.C (período Mesolítico precoce) até 4.000 a.C (Neolítico).

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O que mais chamou a atenção foram os esqueletos cujas cabeças estavam colocadas no meio das pernas. Isso seria uma indicação, de acordo com os arqueólogos, que estes corpos passaram por rituais de execução para assegurar que estas pessoas ficariam “mortas para sempre”.

De acordo com uma antiga superstição, manter a cabeça separada do corpo seria uma garantia de que os mortos nunca “voltariam” para aterrorizar os vivos. A decapitação era uma destas formas de “prevenção”. Outra maneira seria pendurar a pessoa pelo pescoço até que, ao longo do tempo, por meio do processo de decomposição, o corpo seria naturalmente separado da cabeça.

Havia também, de acordo com o antropólogo forense Matteo Borrini, outros meios mais bizarros de lidar com os “enterros de vampiros”. Ele cita o caso de uma mulher que morreu durante o século 16, em Veneza, na Itália. A mulher foi, aparentemente, enterrada com um tijolo colocado na sua boca, um método medieval para evitar que os mortos suspeitos de vampirismo “retornassem” para se alimentar de sangue dos vivos. A sepultura desta mulher e c checida por ser a primeira pessoa que teria tido um enterro dedicado aos vampiros que se tem conhecimento.

Esta mulher seria um caso típico de uma acusação de vampirismo que, geralmente, era seguido por algum tipo de calamidade, como uma doença ou praga ou algum problema sério de colheitas. Acusar uma pessoa de ser vampiro não era algo raro, pois era uma forma de encontrar um bode expiatório para explicar um desastre cuja causa era desconhecida.

A prática de decapitação de corpos ao enterrar suspeitos de vampirismo era comum em países eslavos no começo da era cristã, quando crenças pagãs eram muito comuns. De fato, a crença em vampiros resultou tanto de uma superstição sobre a morte como sobre a falta de conhecimento sobre o processo de decomposição. A maior parte das histórias de vampiros tende a seguir um certo padrão, onde um indivíduo ou uma família inteira é vítima de alguma desgraça ou doença. Antes que a ciência pudesse  explicar essas mortes, o povo preferiu colocar a culpa em "vampiros".

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