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UM ROBÔ ASSISTENTE QUE CONSEGUE ANTECIPAR AS NECESSIDADES DO DONO

Uma recente atualização no sistema operativo do robô doméstico PR2, desenvolvido por uma equipe de engenheiros da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, permite que ele antecipe os movimentos, necessidades e ações de um usuário. 
O robô agora tem capacidade para armazenar em vídeo todas as operações cotidianas realizadas pelo dono, como esquentar uma refeição ou guardá-la na geladeira. Assim o próprio robô vai formando um banco de dados com o passar do tempo. Depois, mediante análise em tempo real desta base de dados, o PR2 consegue antecipar os eventos e decidir em segundos, o que seu dono necessita no momento. 
Se, por exemplo, ele detecta o dono retirando um prato da mesa, deduz que será levado à geladeira e colabora abrindo a porta. Segundo testes realizados, as deduções mais corretas ocorrem com ações de curto prazo: após detectar uma ação, em 82% dos casos a resposta ocorre em um segundo. Em 71% dos casos a resposta vem em três segundos e em 57%, em dez segundos. 
Entre outras habilidades, este robô é capaz de aprender a buscar uma determinada marca de cerveja entre as latas e garrafas da geladeira, abri-la e servir. Confira a capacidade deste robô incrível assistindo ao vídeo a seguir.

CIENTISTAS DESENVOLVEM UMA CÂMERA PANORÂMICA BASEADA NO OLHO DE UMA FORMIGA

Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, conseguiram desenvolver um novo tipo de câmera capaz de proporcionar uma visão panorâmica, como a dos insetos. Esta câmera é baseada especificamente na ótica de uma formiga vermelha. O campo visual destes insetos é bastante amplo, praticamente panorâmico, já que seus olhos são compostos por uma imensa quantidade de unidades sensoriais, compostas por células fotossensíveis, denominadas omatídeos.
Através da ação conjunta entre cada uma destas unidades com o cérebro, baseando-se na presença ou ausência de luz, o inseto tem a imagem do mundo que o rodeia. Os especialistas conseguiram reproduzir este mesmo sistema visual com a utilização de um dispositivo semiesférico dotado de 180 lentes mínimas, que são distribuídas geometricamente sobre uma membrana do tamanho de uma moeda.
Estas pequenas lentes captam a luz e a direcionam para um grupo de sensores fotossensíveis, produzindo assim uma imagem completa. As possíveis utilizações do aparelho são muitas, indo desde câmeras de segurança até o campo da medicina, acoplando-as a endoscópios miniaturizados.

UMA SOLUÇÃO PARA A FALTA DE VAGAS PARA ESTACIONAMENTO?

Uma solução para a falta de vagas para estacionamento?
Como o transporte público eficiente e as ciclovias ainda são um sonho distante em muitas grandes cidades do Brasil, um problema tornou-se cada vez mais comum na rotina do cidadão: a falta de vagas para estacionamento do carro. Na Alemanha, quem sabe, estaria uma ideia a ser estudada. Trata-se da Autostadt, a "cidade dos carros", em Wolfsburg, que, na realidade, é uma revenda de automóveis.
Uma solução para a falta de vagas para estacionamento?
São duas torres, cada uma com 20 andares e capacidade para até 400 veículos, que são transportados por um elevador especial. No caso alemão, os compradores retiram os seus carros por um processo completamente automatizado.A Autostadt foi inaugurada em 2001 e pertence ao Grupo Volkswagen, que tem sede em Wolfsburg. O local funciona como parque temático e atrai milhares de turistas anualmente. Uma solução para a falta de vagas para estacionamento?

MUDANÇA EM HÁBITO ALIMENTAR PODE TER AJUDADO A NOSSA EVOLUÇÃO

Mudança em hábito alimentar pode ter ajudado a nossa evolução
Uma alteração identificada na dieta dos antigos hominídeos africanos indica que a adição de gramíneas - capins, gramas ou relvas - ao seu cardápio pode ter sido importante em sua transformação para humanos. Esta mudança na alimentação teria ocorrido há aproximadamente 3,5 milhões de anos, de acordo com estudo da  Universidade do Colorado em Boulder, que foi publicado esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.     
Esta conclusão é resultado de um exame do esmalte dos dentes destes hominídeos pelos isótopos de carbono estáveis,  que ajudou a determinar que tipos de planta faziam parte da dieta desde grupo de indivíduos.
O que chama a atenção é que essa mudança ocorreu por algum fator ainda desconhecido, já que análises realizadas indicam que anteriormente, há menos de 4 milhões de anos, os hominídeos africanos tinha uma dieta semelhante à dos chimpanzés (frutas e algumas folhas). Diante disso, os pesquisadores acreditam que um amplo e novo cardápio pode ter sido determinante para a evolução humana.

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