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DESCOBERTA "CRIATURA" ISOLADA EM DESERTO DA PANGEIA HÁ 200 MILHÕES DE ANOS



Um novo estudo encontrou evidências de uma nova criatura, do tamanho de uma vaca, com mais de 200 milhões de anos, que teria vivido de forma isolada em um deserto no centro do que deveria ser o supercontinente Pangeia.

O animal, conhecido como Bunostegos akokanensis, pertence a um grupo chamado pareiassauro, um grande réptil herbívoro que viveu entre 266 milhões a 252 milhões de anos atrás. Fósseis do Bunostegos apontam que a vida na Terra possuía muito mais diversidade do que as pessoas pensam, de acordo com o estudo que foi publicado no "Jornal of Vertebrate Paleontology".

Fósseis de crânios foram encontrados no norte da Nigéria. Um estudo indica que havia distintos "tocos" ou "cornos" na cabeça deste animal, similares aos que as girafas possuem. Eram espécies de chifres ou protuberâncias, cobertos de pele, e eles seriam usados pelos Bunostegos para reconhecer outros membros da sua espécie.

Os fósseis vieram de uma região que nos tempos modernos compreende o deserto do Saara, há aproximadamente 260 milhões de anos, no meio do supercontinente da Pangeia. Apesar do ambiente inóspito, os cientistas acreditam que deveriam existir oásis para a sobrevivência destes animais.

As extremas condições climáticas indicam que os Bunostegos devem ter vivido isolados por milhões de anos. O isolamento pode ter levado estes animais a ficarem com aparência de "criaturas bizarras", apontam os pesquisadores.

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