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AS INCRÍVEIS NUVENS "FURADAS"


As incríveis nuvens "furadas"
Um intrigante fenômeno, resultante dos nossos tempos modernos, chama a atenção por seu formato de círculo ou furo no céu. Apesar do seu aspecto diferente, estas nuvens "furadas" não são tão incomuns e costumam surgir nas nuvens altocumulus ou cirrocumulus quando elas são atravessadas por jatos. O fato raro é o fenômeno permanecer como um círculo perfeito e por um longo tempo. 
Este fenômeno, chamado de “Hole Punch Clouds” (algo como nuvens furadas, numa tradução livre), acontece quando a temperatura da água nas nuvens é inferior a zero, mas a água ainda não está congelada por causa da ausência de partículas de nucleação de gelo. Quando os cristais de gelo se formam, isso desencadeará um efeito dominó, provocando gotículas de água em torno dos cristais que irão evaporar: isto cria o buraco, geralmente circular, na nuvem. As incríveis nuvens "furadas"Acredita-se que a introdução de um grande número de minúsculos cristais de gelo nas nuvens desencadeie esse efeito de evaporação que cria o buraco. Os cristais de gelo podem ser formados pelos aviões que muitas vezes têm uma grande redução na pressão atrás da asa ou da hélice. Isto arrefece o ar muito rapidamente e pode produzir uma linha de cristais de gelo no rastro da aeronave.
O efeito é semelhante à semeadura de chuva, técnica usada em regiões muito áridas. Nesses casos, os pilotos, propositadamente, caçam as nuvens em formação e as atingem para que condensem. Por conta disso, estudos estão sendo feito para avaliar como o cada vez mais intenso tráfego de aviões comerciais pode provocar mudanças climáticas.

O TELETRANSPORTE JÁ É UMA REALIDADE

Uma pessoa é desmaterializada em um ponto do espaço e tempo volta a se materializar em outro ponto distante, quase que instantaneamente. Em pouco tempo essa cena poderá não ser uma exclusividade da ficção científica.
Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hefei, na China, conseguiram, pela primeira vez na história, teletransportar um objeto macroscópico a uma distância de 150 metros, utilizando o princípio de enlace quântico, no qual duas partículas compartilham a mesma existência, ou seja, uma mesma informação, independentemente da distância entre elas.
Desse modo, a transmissão entre dois objetos se faz possível de forma instantânea, de um ponto a outro, sem que a informação tenha que atravessar o espaço que os separa. No entanto, a ponte quântica definida pela brecha de tempo na qual esta informação se mantém intacta antes de ser destruída, não supera atualmente os 100 microssegundos.
Em Londres, especialistas da Universidade de Cambridge conseguiram desenvolver um modelo matemático que explica como aumentar a resistência da união quântica, ao abrir as portas para computação quântica, essencial para uma teletransportação complexa.
Segundo os cientistas, este foi um avanço fundamental, embora o mais importante ainda esteja por vir.

UMA CIDADE EGÍPCIA SUBMERSA HÁ 1200 ANOS


Uma cidade egípcia submersa há 1200 anos
Como seria a cidade egípcia de Thonis-Heracleion antes de ser afundada, há cerca de 1200 anos? Esta pergunta se tornou uma obsessão para um grupo de cientistas e cineastas, que realizaram um documentário sobre a cidade submersa, que inclui uma notável reprodução em uma animação 3D. Thonis-Heracleion foi descoberta no ano 2000, no Mar Mediterrâneo, mar pelo francês Frank Goddio, um arqueólogo que liderou as escavações em Aboukir, no Egito.  Uma cidade egípcia submersa há 1200 anos
Depois de retirar as camadas de argila e lama acumuladas ao longo de um milênio sobre a cidade, objetos de todos os tipos começaram a aparecer, como moedas, caixões, barcos, todos em excelente estado de conservação. Desta forma, foi possível desenvolver digitalmente uma espécie de réplica da cidade de Thonis-Heracleion, o que permitiu "voltar" ao passado e imaginar como esta cidade seria no presente.
Assista ao vídeo:

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EX-MILITAR NORTE-AMERICANO REVELA SEU ENCONTRO COM SERES EXTRATERRESTRES


Um tenente coronel da reserva da Força Aérea dos Estados Unidos revelou detalhes desconcertantes sobre seu encontro com seres extraterrestres em um lago de San Juan Terranova, no Canadá, na década de cinquenta, quando trabalhava em uma missão destinada a desmentir relatos sobre o avistamento de objetos voadores não identificados.
Segundo relato de Richard French, o que ele nunca poderia imaginar o que sucederia quando respondeu o chamado de seus superiores do programa Projeto Livro Azul, com a missão de investigar denúncias sobre aparições de Óvnis próximos a um lago.
Ironicamente, quando chegou ao local encontrou centenas de testemunhas, inclusive policiais locais, que observavam a água do lago, tão atônitos quanto ele, já que a poucos metros da beira podiam ver claramente duas naves de formato esférico, de aproximadamente 6 metros de diâmetro, flutuando por baixo da superfície da água.
E isso não era tudo: na borda de uma das naves se encontravam duas criaturas bem pequenas e acinzentadas, magras e com longos braços, envolvidas no que parecia ser um conserto mecânico. Após alguns momentos, uma das naves veio à superfície e se perdeu no horizonte, regressando 20 minutos depois. E, tão logo regressou se foi novamente, desta vez para sempre, levando consigo a segunda nave
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