Papo de Varanda



Boa noite a todos.
Também estou cheia de saudades, agora mais do que nunca vocês não imagina o quanto.
Estou bem, aqui estou vendo tudo o que tanto escrevo, sobre o tempo e os climas.
Realmente o clima é completamente diferente da Colônia em que vivo, pois bem ,fui muito bem recebida, mas assim que cheguei aconteceu o furacão, assim o clima de boas vindas comigo acabou, é obvio e corremos para atender os corações abatidos.
Realmente triste, estamos ainda trabalho em cima da reconstrução de muitas coisas, principalmente sentimentos.
Mas como diz Gabriela “Você se acostumou muito rápido em ser morta, rsrsrsrsrsrsrs.
Estou sentindo falta de minha casa e de meu pai, do cheiro das coisas de lá de minha Colônia, isso me faz entender melhor a as pessoas que ficam na Terra.
Mas esta tudo ok, como dizem por aqui....
Sinto falta demais das coisas, estou tentando me concentrar ao máximo aqui. mas já soube que poderei ir um pouquinho em minha Colônia, assim “tenho meus conhecimentos” de poder ir a Terra ver os meus...
Como penso em vocês, meus leitores, não estou afastada estou o tempo todo com todos vocês em mente.
Tive a oportunidade de conversar com José, meu querido irmão e ele me cantou uma música que chorei e agradeci muito, a música me deu muita força, vou coloca-la no fim do papo.
Aqui também já arrumei um cantinho para fazer o papo, embora o quarto seja coletivo, conseguir uma grande amiga; “Brenda”, que sabe a hora que os quartos ficam mais vazios, assim venho (se encaixar nos meus horário) e aqui estou eu.
Brenda é uma excelente moça, contei algumas historias do Brasil, ela dizia que nem fazia ideia das coisas por lá. Sempre damos boas gargalhadas.
Bom terei que ir, tenho de ir para o hospital, vou colocar a música que é bem conhecida dos Brasileiros, mas confesso que quando era viva, não a ouvia, hoje chorei com ela.
Beeiijão no coração de todos.

Isabelle Quintanilhar



Regressar é reunir dois lados
À dor do dia de partir
Com seus fios enredados
Na alegria de sentir
Que a velha mágoa
É moça temporã
Seu belo noivo é o amanhã
Eu voltei pra juntar pedaços
De tanta coisa que passei
Da infância abriu-se o laço
Nas mãos do homem que eu amei
O anzol dessa paixão me machucou
Hoje sou peixe
E sou meu próprio pescador
E eu voltei no curso
Revi o meu percurso
Me perdi no leste
E a alma renasceu
Com flores de algodão
No coração do agreste
Quando eu morava aqui
Olhava o mar azul
No afã de ir e vir
Ah! Fiz de uma saudade
A felicidade pra voltar aqui

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