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COPA DO MUNDO DE 2014 VAI TER SEGURANÇA ROBÓTICA.

O tempo regulamentar está passando rapidamente para a organização brasileira, encarregada da Copa do Mundo de 2014. Entre a construção e a remodelação de dezenas de estádios, o governo brasileiro, juntamente com a Confederação Brasileira de Futebol, decidiu concentrar o foco na questão da segurança, que estrategicamente terá o apoio de modernos e poderosos robôs.
Após a assinatura de um contrato multimilionário com a empresa fabricante do iRobot, contratada para entregar o equipamento pronto ainda no final deste ano, o Comitê Organizador contará com diferentes tipos de aparelhos robotizados autônomos e de controle remoto, para garantir a vigilância, detecção e desativação de explosivos, além de um suporte a segurança preventiva tanto dentro, como fora dos estádios.
Com uma importante agenda para o país, como anfitrião de um dos eventos esportivos mais importantes do mundo, os robôs policiais, sobre cujos modelos ainda não se sabe nenhum detalhe, prestarão um serviço fundamental a partir deste mesmo ano, durante a Copa das Confederações e esperamos que continuem até os Jogos Olímpicos de 2016, excelente desempenho.

ROCHA ATINGE A LUA E PRODUZ CLARÃO QUE PÔDE SER VISTO DA TERRA, DIZ NASA

Rocha atinge a Lua e produz clarão que pode ser visto da Terra, diz Nasa
Uma rocha de 40 quilos que viajava uma velocidade de 90,1 mil km/h se chocou contra a Lua, de acordo com imagens de um telescópio da Nasa, que monitora o satélite da Terra. O aparelho capturou imagens de quando o meteorito atingiu a superfície lunar e produziu um clarão. O impacto aconteceu no dia 17 de março, mas a Nasa só divulgou o fato na última sexta-feira.     
A Nasa começou a monitorar os impactos de meteoritos na Lua há oito anos. Desde então, aconteceram mais de 300 choques, contudo, este último é considerado um dos mais intensos. Os cientistas acreditam que o choque produziu uma cratera de até 20 metros.
Rocha atinge a Lua a velocidade de 90 mil km/h, afirma Nasa
O clarão produzido foi tão grande que, de acordo com pesquisadores da Nasa, ele poderia ter sido visto por qualquer pessoa que estivesse olhando a Lua no momento do impacto, mesmo sem uso de telescópio. A agência norte-americana estima, por meio das imagens, que a rocha teria em torno de 30 centímetros de diâmetro.

CIENTISTAS BUSCAM EXPLICAÇÃO PARA "FOGO ETERNO" NOS EUA

Cientista busca explicação para "fogo eterno" nos EUA
Estima-se que existam aproximadamente uma centena de fenômenos conhecidos como "fogo eterno" ao redor do planeta. Até o momento, a ciência julgava ter determinado com precisão a natureza deste fato: a chama entre as rochas se mantém acessa por conta do gás de xisto gerado pelo calor das próprias pedras.
Contudo, um grupo de pesquisadores da Universidade de Indiana, mostrou que esta explicação não se aplica, ao menos, a um caso: o do "fogo eterno" dos Estados Unidos, localizado atrás de uma cascata, no parque de Chestnut Ridge, no oeste de Nova York.
Segundo Arndt Shimmelmman, autor do estudo publicado recentemente na revista Marine and Petroleum Geology, a temperatura destas rochas apenas poderia ser comparada ao calor produzido por uma xícara de chá, que não seria capaz de gerar o gás de xisto.
Aqui reside o potencial valor econômico do estudo: a possibilidade de que o gás de xisto seja gerado através de fontes ainda desconhecidas. Deste modo, a poética imagem deste fogo eterno e seu mistério poderão se tornar um grande negócio assim que mais estudos revelem suas verdadeiras origens.

ÁGUA DE MAIS DE UM BILHÃO DE ANOS NO CANADÁ PODE DAR PISTAS SOBRE ORIGEM DA VIDA

Água de mais de um bilhão de anos no Canadá pode dar pistas sobre origem da vida
Pesquisadores que estavam trabalhando em uma mina no Canadá - 2,4 quilômetros de profundidade - estão analisado uma fonte de água que eles dizem estar isolada por, ao menos, um bilhão de anos. 
Esta pesquisa, publicada na revista Nature desta semana, tem causado fascinação em pessoas ao redor da mundo. O geólogo Chris Ballentine, que está envolvido na pesquisa, afirmou que o achado é "duplamente interessante" porque a água contém substâncias em que a vida pode se desenvolver. Ele disse que a água isolada "contém biomas e ecossistemas, nos quais seria possível especular que a vida poderia ter sido originada".
Os pesquisadores não sabem ainda se há algum componente vivo nesta antiga fonte de água. Mas eles detectaram altos níveis de metano e hidrogênio no líquido, substâncias que podem favorecer o desenvolvimento da vida. A água foi cuidadosamente coletada de fendas nos depósitos de sulfureto de cobre e zinco, datados de 2,7 bilhões de anos de idade, localizados em uma mina perto de Timmins, em Ontário.
Os cientistas usaram técnicas especiais para assegurar que a água não entrasse em contato com o ar. Os pesquisadores acreditam que esta água não teria tido contato com a atmosfera da Terra - e, por conta disso, não teria também tido contato com a superfície do planeta - por pelo menos 1 bilhão de anos e, possivelmente, ao longo dos 2,64 bilhões anos, tempo de formação das rochas em que o líquido foi encontrado

MENINO AUTISTA DESENVOLVE TEORIAS ASTROFÍSICAS E DÁ AULAS EM UNIVERSIDADE

Jacob Barnett é um jovem norte-americano de 14 anos, diagnosticado com autismo aos poucos meses de vida. Na época, especialistas previam que seria impossível para ele realizar as tarefas mais simples, como tomar banho sozinho ou se vestir.  Entretanto, Jacob atualmente faz seu doutorado em Física Quântica, na Universidade de Indiana e possuí um Q.I. superior ao do renomado físico Albert Einstein. Jacob passou seus primeiros anos de vida sem falar uma palavra, apesar dos cuidados que recebia de diversos especialistas para se desenvolver. Aos 4 anos de idade começou a falar e, para surpresa geral, o fez em quatro idiomas diferentes. No entanto, essa não era a primeira demonstração de sua capacidade excepcional: sua mãe conta que quando viajavam de férias, Jacob memorizava cada detalhe dos lugares por onde passavam e em seguida desenhava mapas de grande exatidão. Jacob iniciou seus estudos universitários aos 11 anos e 1 ano depois, já recebia um salário como professor adjunto e pesquisador da instituição. Atualmente, Jacob é considerado um provável candidato ao Prêmio Nobel, por um original que desenvolveu sobre Teoria Astrofísica.

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