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Ex - presidiários encontram problema de socialização

Os assassinos condenados que cumpriram pena em regime fechado. Assim que passaram ao semiaberto, investiram em cursos superiores e de pós-graduação, mas a socialização destes egressos caminha em ritmo lento.
Um exemplo disto, uma festinha de aniversário ficou praticamente vazia quando entre os convidados foi identificado um ex-presidiário, até os garçons se recusaram a servi-lo.
A religião apresenta-se como exemplo de vida, apesar de ter quitado o que chama  de dívida jurídica com a sociedade, nunca poderá reparar o mal que causou?
Após o cumprimento da sentença, como deve ser feita a socialização dos ex-detentos que perpetraram crimes rumorosos?
Como devemos conviver com tais pessoas? Fazem jus a uma nova chance?
Tais crimes arrasaram famílias, mas reflitamos, já cumpriram suas penas, portanto, elas têm o direito de viver a vida, já que pagaram pelo que fizeram.
O débito com a justiça foi liquidado, e sabemos que é uma dívida que não se mensura visando a paz da consciência.
Todos os seres humanos que erraram devem ter oportunidade de recompor-se.
Kardec, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 11 – Amar o próximo como a si mesmo – Caridade para com os criminosos.

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