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Especial Zico: 60 anos do eterno camisa 10


Além do tradicional 25 de dezembro, os torcedores do Flamengo têm um outro Natal a comemorar. E o 3 de março deste ano será ainda mais especial já que Arthur Antunes Coimbra, o Deus rubro-negro, completa 60 anos.





Com 731 jogos com a camisa do Flamengo, Zico é o maior ídolo da nação rubro-negra

Zico já era destaque das peladas de Quintino Bocaiúva, bairro onde nasceu, quando foi levado pelo jornalista Celso Garcia para o Flamengo. Sempre destacando-se pelas divisões de base, chegou ao time profissional em 1971, porém, só se firmaria na equipe principal do Rubro-negro dois anos depois.
Um dos líderes da campanha no Campeonato Carioca de 1974, o Galinho chorou com as eliminações em 1976 e 1977, ambas para o Vasco. No ano seguinte, o gol do zagueiro Rondinelli, inaugurou a sequência vitoriosa do maior time da História do Flamengo.
Ao lado de craques como Júnior, Leandro e Adílio, Zico levantou os Campeonatos Brasileiros de 1980, 1982 e 1983, a Copa Libertadores e o Mundial de 1981.

Após deixar o clube para jogar na Udinese, da Itália, o Galinho retornou em 1985 e, no mesmo ano, acabou sofrendo a lesão no joelho que alteraria o curso de sua carreira. Lutando bravamente contra a contusão, o Galinho ainda seria campeão nacional mais uma vez até encerrar sua passagem pelo Rubro-negro em 1990.

Com 88 jogos pela Seleção Brasileira, Zico foi um dos grandes nomes a vestir a amarelinha
Zico chegou à seleção brasileira em 1971, ainda sem ter se firmado no profissional do Flamengo, para a disputa do Pré-Olímpico. Destaque da competição, acabou cortado dos Jogos de Munique. Desolado, voltou a vestir a Amarelinha em 1976. Em 88 jogos com a camisa da Seleção, o craque marcou 66 gols e disputou três Copas do Mundo.

Na de 1978, foi cortado a pedido do presidente da CBD. Em 1982, comandou o talentoso time com Sócrates e Falcão, que acabou caindo para a Itália. Quatro anos depois, o fatídico pênalti perdido contra a França marcou seu desempenho no Mundial. Sua despedida da Seleção ocorreu em 1989, em amistoso disputado no Estádio Friuli, casa da Udinese.

Além de ídolo rubro-negro, Zico marcou seu nome no futebol italiano e no japonês
Logo após o tricampeonato brasileiro em 1983, Zico deixou a Gávea em direção à Udinese, da Itália, deixando órfãos milhões de rubro-negros. Com seu talento, o Galinho colocou o time alvinegro no mapa do futebol.

Em duas temporadas, o craque participou de 79 jogos, marcando 57 gols. Apesar de não ter disputado nenhum título durante sua passagem pela Itália, Zico alcançou reconhecimento internacional e até hoje é reverenciado pela pequena cidade de Udine, que pode conferir de perto a habilidade do Galinho.

Em 1991, o retorno aos campos de futebol foi de uma forma inesperada e num lugar ainda menos provável: Japão. Lá, Zico atuou pelo Sumitomo Metals e, posteriormente, pelo Kashima Antlters, até 1994.

Na "Terra do Sol Nascente", o Galo não teve a mesma trajetória de glórias que o consagrou no Flamengo. Apesar de não ter conquistado nenhum título em terras asiáticas, o camisa dez conseguiu transformar a cultura futebolística do Japão e foi um dos principais responsáveis pela popularização do esporte no país. A passagem de Zico foi tão marcante que até uma est átua foi construída em sua homenagem no estádio do Kashima e até hoje os japoneses o tem como um ídolo "nacional".

Depois de dar adeus aos gramados, Zico começou a carreira de treinador

Com sua carreira encerrada em 1994, Zico foi auxiliar de Zagallo durante a Copa do Mundo de 1998 e assumiu como treinador de futebol em 2002, na seleção japonesa. No país onde é ídolo nacional, o Galinho conquistou a Copa da Ásia e foi ao Mundial de 2006.

Depois, partiu rumo ao Velho Continente, alcançando grande sucesso à frente do Fenerbahce-TUR do brasileiro Alex. Em seguida, dirigiu o Bunyodkor-UZB, CSKA Moscou-RUS, Olympiacos-GRE e, por fim, a seleção iraquiana, que deixou em novembro de 2012.
Zico, apresentador e comentarista do Esporte Interativo

Zico teve êxito em tudo que se arriscou a fazer. Como jogador, treinador ou até gravando discos com o compadre Fagner. Mas quem conquistou o mundo não quer parar nunca.

O Galinho tinha tudo para descansar e assistir os netos crescerem, mas preferiu se aventurar em um novo mundo: o da televisão! Zico recebeu o convite do Esporte Interativo para ser comentarista da Liga dos Campeões, maior campeonato do mundo, e também para apresentar um talk show para o Brasil inteiro. E provou que é acima da média em tudo que se propõe a fazer.

No "Zico na Área", o Galinho recebe semanalmente seus amigos que já brilharam ou ainda brilham nos gramados. Já passaram pelo seu programa grandes nomes como Carlos Alberto Torres, Ricardo Gomes, Mano Menezes, Julio Cesar, Edmundo, Abel Braga, Joel Santana, Thiago Silva, Ronaldo, Lucas, Conca, Bebeto, Deco e muitos outros.

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