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METEORITO RARO DE 18 QUILOS É ENCONTRADO NAS GELEIRAS DA ANTÁRTICA ORIENTAL
Meteorito raro de 18 quilos é encontrado nas geleiras da Antártica Oriental

Um meteorito de 18 quilos estava enterrado nas geleiras da Antártica Oriental, de acordo com anúncio de uma equipe internacional de cientistas. Segundo eles, trata-se do maior objeto deste tipo já encontrado na região desde 1988. Um condrito comum, este meteorito compõe um conjunto de 425 pedras, com peso total de 75 quilos. Os pedaços foram coletados ao longo de mais de 40 dias a 140 quilômetros da base de pesquisa Princess Elisabeth Antarctica.

De acordo com os envolvidos no projeto, o peso e o tamanho do meteorito podem ser considerados "raros" e "inesperados". Agora, o material será levado ao Japão, onde será examinado. Segundo dados do Meteoritical Society, mais de 38,5 mil meteoritos foram achados até hoje na Antártica, porém somente 30 pesavam mais de 18 quilos na Antártida Oriental.

Estão envolvidos na descoberta pesquisadores da Bélgica, Suíça e Japão, no projeto chamado SAMBA, conduzido pelas Université Libre de Bruxelles (ULB), Vrije Universiteit Brussel (VUB), Japan’s National Institute of Polar Research (NIPR) e Tokyo University.

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DESCOBERTA SURPREENDENTE REVELA TERCEIRO ANEL DE RADIAÇÃO AO REDOR DA TERRA
Descoberta surpreendente revela terceiro anel de radiação ao redor da Terra

A Nasa anunciou uma descoberta surpreendente sobre o Cinturão de Van Allen, que envolve a Terra. De acordo com a teoria de 1958, este cinturão seria formado por dois anéis de radiação, contudo, novos estudos mostraram que há mais um anel de radiação, identificado pela missão da sonda Van Allen, da agência espacial norte-americana. As análises revelaram a existência de estruturas e processos inesperados dentro dessa região perigosa do espaço.

Observações anteriores do Cinturão de Van Allen têm mostrado há longo tempo que duas regiões diferentes retêm radiação em torno do nosso planeta. Instrumentos de detecção de partículas das sondas gêmeas Van Allen, lançada em agosto do ano passado, contudo, revelaram rapidamente a existência de um terceiro anel de radiação, de caráter transitório. A imagem ao lado mostra a radiação que circunda o nosso planeta (amarelo) e o espaço que há entre os anéis do Cinturão (verde).

Esses anéis, que receberam este nome em homenagem ao descobridor James Van Allen, são regiões delicadas para a sociedade atual, que é muito dependente da tecnologia do espaço, como os satélites. O Cinturão de Van Allen é afetado por tempestades solares, pelo clima espacial e pode mudar dramaticamente. Quando isso acontece, pode representar um perigo para satélites de comunicação, GPS e também para algum astronauta que esteja no espaço.

A descoberta mostra a natureza dinâmica e variável dos anéis de radiação e aumenta o  entendimento de como eles respondem à atividade solar. A descoberta, publicada nesta quinta-feira pela revista Science, é o resultado das informações recolhidas pelas duas sondas enviadas para voar através do cinturão de radiação do nosso planeta.

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