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DESCOBERTO NOVO RÉPTIL VOADOR PRÉ-HISTÓRICO NA TRANSILVÂNIA
Descoberto novo réptil voador pré-histórico na Transilvânia

Um novo tipo de réptil voador pré-histórico foi descoberto por pesquisadores do Transylvanian Museum Society, na Romênia; da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha; e brasileiros do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  Este é o fóssil mais completo de um Azhdarchidae encontrado na Europa até agora.

O animal foi chamado de Eurazhdarcho langendorfensis e teria habitado há 68 milhões de anos uma região da Romênia chamada de Bacia da Transilvânia, que é conhecida por seus inúmeros fósseis da época do Cretáceo Superior. A pesquisa foi publicada nesta semana no periódico PLoS One.

De acordo com os envolvidos no estudo, o réptil voador possuía longos pescoços e bicos e suas asas eram bem adaptadas a seu tamanho, cerca de três metros entre uma asa e outra. Os cientistas também afirmam que ele poderia recolher as asas e andar com quatro patas, se necessário.

Ainda não se sabe como este animal caçava. Alguns cientistas acreditam que ele poderia mergulhar e pegar suas presas no mar, ou então usar seu bico para caçar pequenos animais em terrenos como pântanos, ou ainda que ele poderia ser um caçador das florestas.

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PLoS One


APÓS 114 ANOS, CLÁSSICO DO CARNAVAL “Ó ABRE ALAS” AINDA ANIMA FOLIÕES
Após 114 anos, clássico do Carnaval “Ó abre alas” ainda anima foliões

Em meio a tantas músicas, hits, sambas-enredos, uma canção de 114 anos ainda encontra espaço no Carnaval brasileiro. Trata-se da composição “Ó abre alas”, escrita por Chiquinha Gonzaga em 1899, quando ela tinha 52 anos, sagrando-se a primeira mulher a compor uma marcha de Carnaval. A canção foi feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro, citado na letra, e que fez grande sucesso nos carnavais do Rio, entre os anos de 1901 e 1910.

Justamente no ano em que escreveu esta música, Chiquinha iniciou um romance com João Batista Fernandes Lage, seu talentoso aprendiz, de apenas 16 anos. Para evitar escândalos, Chiquinha decidiu fingir que havia adotado João como filho para viver este amor. Também por esta razão, os dois se mudaram para Lisboa, em Portugal, onde viveram felizes, longe dos olhos, ouvidos e bocas do pessoal do Rio de Janeiro.

Chiquinha nunca assumiu o romance, que só foi descoberto após a sua morte, por conta de cartas e fotos do casal. Ela morreu no dia 28 de fevereiro de 1935, e João Batista esteve ao seu lado a cada momento. Mais informações sobre a obra desta compositora estão disponíveis no site Acervo Digital Chiquinha Gonzaga.

Confira abaixo a letra do clássico "Ó abre alas"

Ó abre alas
Que eu quero passar
Ó abre alas
Que eu quero passar
Eu sou Lira
Não posso negar
Eu sou Lira
Não posso negar
Ó abre alas
Que eu quero passar
Ó abre alas
Que eu quero passar
Rosa de Ouro
É quem vai ganhar...


GOVERNO DO BRASIL DISCUTE ABERTURA DE DOCUMENTOS CONFIDENCIAIS SOBRE ÓVNIS
Governo do Brasil discute abertura de documentos confidenciais sobre óvnis

O Ministério da Defesa, em Brasília, discute a abertura de arquivos secretos das Forças Armadas, onde estão relatos de militares que supostamente avistaram Objetos Voadores Não Identificados. Representantes da Marinha, Exército e Aeronáutica debaterão procedimentos administrativos para cumprir a Lei de Acesso à Informação.

A pressão pela divulgação da informação veio com a Carta de Foz do Iguaçu, assinada por cerca de 500 pessoas durante o 4º Fórum Mundial de Ufologia, em dezembro, solicitando a abertura de documentos confidenciais.

De acordo com alguns relatos colocados à disposição pela Aeronáutica, objetos não identificados foram avistados em rotinas de controle de tráfego aéreo. Em um deles, no dia 7 de novembro de 2000, um militar garante ter avistado, de sua aeronave, um objeto de luz branca em Santa Cruz, na Zona Oeste, do Rio de Janeiro. Em outro relato, dois militares dizem ter visto “várias luzes vermelhas caindo como gotas de um ponto branco” no dia 2 de maio de 2001, em Jacarepaguá, também no Rio.

Contudo, um dos relatos que mais chamam a atenção é o de uma conversa entre pilotos de um voo da Varig e a torre de controle de Curitiba, em agosto de 2003. Um dos pilotos da aeronave, que seguia para São Paulo, relata que estava avistando um objeto não identificado. “Não dá para saber o que é...Tá voando paralelo à gente...Agora, mais alto... Tá piscando...Agora tá parado... Na subida tava vermelho, agora está branco...”. “Tentamos todos os meios, mas não conseguimos identificar nenhuma aeronave”, disse o funcionário da torre.

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O Dia

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