Estudos




OS PRIMEIROS TEMPOS DO ORBE TERRESTRE
Que força sobre-humana pôde manter o equilíbrio da nebulosa terrestre, destacada
do núcleo central do sistema, conferindo-lhe um conjunto de leis matemáticas, dentro das
quais se iam manifestar todos os fenômenos inteligentes e harmônicos de sua vida, por
milênios de milênios?
Distando do Sol cerca de 149.600.000 quilômetros e deslocando-se no espaço com a
velocidade diária de 2.500.000 quilômetros, em torno do grande astro do dia, imaginemos a
sua composição nos primeiros tempos de existência, como planeta.
Laboratório de matérias ignescentes, o conflito das forças telúricas e das energias
físico-químicas opera as grandiosas construções do teatro da vida, no imenso cadinho onde a
temperatura se eleva, por vezes, a 2.000 graus de calor, como se a matéria colocada num
forno, incandescente, estivesse sendo submetida aos mais diversos ensaios, para examinarse a sua qualidade e possibilidades na edificação da nova escola dos seres. As descargas
elétricas, em proporções jamais vistas da Humanidade, despertam estranhas comoções no
grande organismo planetário, cuja formação se processa nas oficinas do Infinito.

A CRIAÇÃO DA LUA
Nessa computação de valores cósmicos em que laboram os operários da
espiritualidade sob a orientação misericordiosa do Cristo, delibera-se a formação do satélite
terrestre. O programa de trabalhos a realizar-se no mundo requeria o concurso da Lua, nos
seus mais íntimos detalhes. Ela seria a âncora do equilíbrio terrestre nos movimentos de
translação que o globo efetuaria em torno da sede do sistema; o manancial de forças
ordenadoras da estabilidade planetária e, sobretudo, o orbe nascente necessitaria da sua luz
polarizada, cujo suave magnetismo atuaria decisivamente no drama infinito da criação e da
reprodução de todas as espécies, nos variados reinos da Natureza

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