Ivete Sangalo - Faz Tempo.

Patrick Swayze - She's Like The Wind

Papo de Varanda


Boa tarde a todos.
Agora já em casa, pude ir ver meus amigos daí da Terra, ver minha mãe.
Aqui em minha colônia esta tudo em ordem, com algumas mudanças nos ambientes, mais floridos e com novos membros.
Ao passar pelas ruas , vejo amigos me cumprimentando e sempre estão com alguém que ainda não tinha visto.
Com essa proximidade do natal, há muitos sentimentos saudosos a chegar por aqui e muito trabalho a ser feito. Acho que pedirei para ser voluntária no grupo dos socorristas ; esse grupo é muito legal,  pois com esses sentimentos saudosos chegando por aqui, há familiares que ainda não estão em uma colônia propriamente dita, então esse grupo recolhe todas as informações desses que estão em zonas mais baixas e vão até lá lhe dar vibrações de carinho e amor, tentando transmitir àqueles sentimentos recebidos pelos familiares.
Mas para participar desse grupo, temos que estar bem equilibrados, e como passei uma temporada aí na Terra, não sei se estou apta a isso, mas seria bem legal!
Ontem, conversando com meu pai, ele me declarou que ainda estranha muito estar vivo.
Sorri muito com ele, disse que esse silêncio entre aqui e a Terra e vice-versa ,faz muito barulho em sua mente.
Rsrsrs
Disse a ele que isso, nos livros e nos estudos, é chamado de véu ,soa melhor...
E então ele me disse :
Há uma previsão para esse “véu” ser retirado totalmente?
Disse a ele:
“Quem sabe papai é a evolução...ela vai acontecendo aos poucos... em suas leituras sobre o Egito, nos dias de hoje ,já pode perceber...”
Ele disse:
“É mesmo minha filha ,eu sentado na varanda conversando com minha filha e lá na Terra estamos mortos ,hum...”
Rsrsrsrsrsrs.
Ai papai...só vc mesmo!
Um enorme beijo no coração de todos, aqui está uma bela tarde, amanhã tentarei me inscrever no grupo.
Antes do natal escreverei mais para desejar a todos um feliz natal.

Isabelle Quintanilhar

Snoopy Show Sally e a Escola + O Cobertor

Destaque Sonoro - Cotas

Momento Espirita

Chaplin e o sorriso
Charles Chaplin foi o artista do sorriso, da docilidade, dos gestos pequenos e da grandeza de coração. Há um texto, de sua autoria, traduzido para o português que diz mais ou menos assim:

Ei, você, sorria!

Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.

Não faça dos defeitos uma distância, e sim uma aproximação.

Aceite a vida, as pessoas. Faça delas a sua razão de viver.

Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você. Não as reprove.

Ei! Olhe! Olhe à sua volta quantos amigos!

Você já tornou alguém feliz hoje, ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?

Ei! Não corra! Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.

Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.

Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.

Chore! Lute! Faça aquilo que gosta. Sinta o que há dentro de você.

Ei! Ouça! Escute o que as outras pessoas têm a dizer. É importante!

Suba! Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo, mas não esqueça daqueles que nunca conseguem subir a escada da vida.

Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Procure acima de tudo ser gente. Eu também vou tentar.

Ei, você. Não vá embora. Eu preciso lhe dizer que... gosto de você, simplesmente porque você existe!

*   *   *

O poeta dos sorrisos, o criador de Carlitos, das cenas inesquecíveis de Luzes da ribalta, de O garoto, de O grande ditador, acreditava que a Humanidade precisava sentir mais do que pensar.

Dizia ele: Pensamos em demasia, e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.

O homem enigmático, talvez um tanto triste, por trás do personagem cômico, brilhou no mundo do cinema, mas também irradiou muita luz para o mundo dos homens.

Coragem! Não se entregue! Sempre há uma esperança. – Disse ele, levando aos solitários, aos sofredores, um pouco de alento, de confiança, de graça na vida, quem sabe.

Chaplin foi o menino pobre que, passando de orfanato em orfanato, não esquecia o seu dom – o de representar, vindo da herança da mãe, a arte da pantomima.

Foi a criança que cedo viu a mãe acolhida pela insanidade mental, certamente fruto das privações em que ela, Hanna Chaplin, e os filhos, viviam.

Foi o homem que fez o cinema de uma época, o cinema de um século rir das trapalhadas de um certo Carlitos, e com isso trouxe alegria ao mundo.

Ouçamos seus conselhos e jamais deixemos de sorrir, de ter esperança nas pessoas, e em nós mesmos.

Ei, você, sorria! Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.



Redação do Momento Espírita, com base
 em texto atribuído a Charles Chaplin.
Em 12.12.2013.

Jogos


Jogos

Com a volta dos jogos da Coligação Azulões marca seus primeiros pontos nessa nova fase digital da coligação.
Mas detalhes no Grupo:


Espiritismo na Historia

Luiz Olimpio Teles de Menezes
O dia 16 de março assinala o aniversário de desencarnação de Luiz Olimpio Teles de Menezes considerado o pioneiro do Espiritismo aqui no Brasil. Com efeito, Teles de Menezes fundou no dia 17 de setembro de 1865 em Salvador (BA), o Grupo Familiar do Espiritismo, primeira agremiação doutrinária em terras brasileiras. Essa sua atitude foi um verdadeiro ato de heroísmo, pois naquela época o ambiente era totalmente hostil à prática da nova doutrina, mesmo porque o Estado tinha o Catolicismo como sua religião oficial.
Na primeira reunião desse Grupo, no dia mesmo da fundação, um espírito que se denominou “Anjo de Deus”, enviou psicograficamente uma mensagem, cujo teor deixou muito felizes os membros do Grupo recém fundado.
                      O JORNALISTA
Além de ter sido o pioneiro na constituição de um “Centro Espírita”, Teles de Menezes detém igualmente a primazia de constituir a imprensa espírita no Brasil.
Alguma experiência como jornalista talvez lhe tenha facilitado essa tarefa, pois em 1849 ingressou como redator do jornal “Época Literária”, tendo mais tarde passado a diretor.
Em 8 de março de 1869, Luiz Olímpio Teles de Menezes anunciou, através de um discurso proferido no Grêmio dos Estudos Espiríticos da Bahia, o aparecimento do jornal “O ECO D’ALÉM TÚMULO – monitor do Espiritismo no Brasil”.
Defensor, intransigente dos princípios espíritas, Teles de Menezes escreveu uma carta aberta ( duas edições do mesmo ano) ao Metropolitano e Primaz do Brasil, D. Manoel Joaquim da Silveira, refutando a pastoral que este publicou; com o título “Erros perniciosos do Espiritismo”. Essa carta parece ter sido a primeira obra espírita, de um brasileiro, publicada no Brasil.
Também foi o primeiro presidente da Associação Espírita Brasileira, que visava “ao desenvolvimento moral e intelectual do homem nas largas bases que cria a filosofia espirítica , e a exemplificação do sublime e celestial preceito da caridade cristã”.
Considerando sua missão cumprida na Bahia, Luiz Olimpio Teles de Menezes transferiu-se para o Rio de janeiro. Aí, na rua Barão de São Félix, com 65 anos de idade, desencarnou no dia 16 de março de 1893, há 79 anos portanto. Dois acontecimentos se verificam com o intuito  de homenagear o pioneiro do Espiritismo no Brasil. Por proposta da Federação Espírita Brasileira, o então Departamento de Correios e Telégrafos autorizou a utilização de um carimbo postal, no dia 17 de setembro de 1965 – exatamente 100 anos após a fundação do “Grupo Familiar”do Espiritismo -, que foi aplicado nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro. E a 4 de dezembro de 1966, foi inaugurada em Salvador a Rua Professor Teles de Menezes, em cumprimento  a decisão da Câmara Municipal daquela cidade.

Papo de Varanda


Boa noite amigos ,muita saudade de todos.
Vim agradecer o carinho as preces e todos os fluidos positivos recebidos.
Agora o vô estar aqui, e com a graça de Deus na ala em que trabalho e é claro na colônia em que estou. De certo que imagina isso ,devido a casa em que estamos ser construções antigas de belos trabalhos do vô. Mas como tudo aqui é dito e relatado na hora certa, esperei por tudo.
Hoje a noite puder vir em casa, desde que voltei dos E.U.A.S ainda não tinha vindo aqui. Abracei meu pai com muito amor, ele dizia : “Que saudade, ah minha filha...”
Bom agora com o vô aqui os trabalhos se tornam mais fáceis para nós, temos recursos a serem aplicados que mesmo com tanta luz e dedicação dos encarnados não era possível aplicar. Logo o vô estará melhor e bem. Quando assim ele estiver não sei o que acontecerá, se ficara conosco ou irá para outras colônias . Pois há muitos amigos e parentes desta e de outras vidas por aqui e eles são de outras colônias. Por isso o motivo de minha duvida se ele permanecerá aqui ou não, por enquanto estar aqui sim.
Essa noite passarei em casa. Ah... , como é bom esta  em nossa casinha não é mesmo?
Muito obrigado a todos pelos fluidos, na Terra aconteça os laços normais  e aqui as coisas se colocam em seus eixos.
Um dia...,poderemos estar  todos juntos novamente, sem nenhum véu a nos ocultar, até mesmo encarnados ou desencarnados, pois para isso que caminha nossa evolução espiritual.
Beijos em todos.

Isabelle Quintanilhar

Aviso

Nosso vô desencarnou...
Agora que o plano maior possa cuida-lo melhor dele.
Grande exemplo de vida,homens como eles não existem mais.
Descanse vô logo se encontraremos novamente.


José Alves
Presidente e Criador do Grupo C.E

Espiritismo na Historia

..
Manoel Philomeno Batista de Miranda
 Nasceu no dia 14 de novembro de 1876., em Jangada, município do Conde, Estado da Bahia.
Conheceu o Espiritismo através do médium Saturnino Favila, em 1914. Por essa época conheceu José Petitinga, estabelecendo relações com ele, ao mesmo tempo em que começava a freqüentar as sessões da União Espírita Baiana que havia sido recentemente fundada, em 1915.
Desde 1918 Miranda participava assiduamente das sessões, interessado superiormente nos assuntos doutrinários do Espiritismo e um dos mais firmes adeptos dos seus ensinos.
Fez parte da diretoria da União Espírita Baiana desde 1921 até o dia da sua desencarnação, em 14 de julho de 1942. Também presidia as sessões mediúnicas e trabalhos do Grupo Fraternidade.
Durante esse longo período Miranda foi um baluarte do Espiritismo. Onde estivesse, aí estaria a doutrina e sua propaganda exercida com proficiência de um douto, um abnegado. Delicado no trato, mas heróico na luta.
Publicou, sem o seu nome, as obras “Resenha do Espiritismo na Bahia” e “Excertos que justificam o Espiritismo”, além do opúsculo “Porque sou Espírita” em resposta ao Pe. Huberto Rohden.
Sofrendo do coração, subia as escadas a fim de não faltar às sessões, sorrindo e sempre animado. Queria extinguir-se no seu cumprimento. Sentia imensa alegria em dar os seus dias ao serviço do Cristo. Sobre as suas últimas palavras, assim escreve A M. Cardoso e Silva: “Agora sim! Não vou porque não posso mais. Estou satisfeito porque cumpri o meu dever. Fiz o que pude... o que me foi possível. Tome conta dos trabalhos, conforme já determinei.” Era antevéspera da sua desencarnação.
Querido de quantos o conheceram - porque quem o conhecia não podia deixar de amá-lo -, até o último instante demonstrou a firmeza da tranqüilidade dos justos, proclamando e testemunhando a grandeza imortal da Doutrina Espírita.
Divaldo Pereira Franco nos conta como iniciou seu relacionamento com o amoroso Benfeitor, conforme relato no livro Semeador de Estrelas, da escritora e médium Suely Caldas Schubert: “No ano de 1950 Chico Xavier psicografou para mim uma mensagem ditada pelo Espírito José Petitinga e no próximo encontro uma outra ditada pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. ( ... )
“No ano de 1970 apareceu-me o Espírito Manoel Philomeno de Miranda, dizendo que, na Terra, havia trabalhado na União Espírita Baiana, tendo exercido vários cargos, dedicando-se, especialmente à tarefa do estudo da mediunidade e da desobsessão.
“Quando chegou ao Mundo Espiritual foi estudar em mais profundidade as alienações por obsessão e as técnicas correspondentes da desobsessão. ( ... )
“Convidado por Joanna de Ângelis, para trazer o seu contributo em torno da mediunidade, da obsessão e desobsessão, ele ficou quase trinta anos realizando estudos e pesquisas e elaborando trabalhos que mais tarde iria enfeixar em livros.“Ao me aparecer, então, pela primeira vez, disse-me que gostaria de escrever por meu intermédio."

Espiritismo na Historia



Paul Gibier
Discípulo de Pasteur, foi naturalista do Museu de História Natural da França.
Sobre os fenômenos espíritas, por ele observados, diz em sua obra "Análise das Coisas" que "podemos ter provas materiais da existência da alma. Este fato não deixa dúvida alguma no meu Espírito: a ciência poderá estudar d’ora em diante, quando quiser, o terceiro elemento constitutivo do Macrocosmo, como estuda outros dois elementos, que ela compreende então muito melhor, isto é, a matéria e a energia".
Publicou ainda: "Anais das Ciências Psíquicas""O Espiritismo, Faquirismo Ocidental" e "Psicologia Experimental".

Espiritismo na Historia

Pierre-Gaëtan Leymarie
Nasceu em Tulle, França, em 02 de maio de 1827 e desencarnou em 10 de abril de 1901,em Paris (74 anos).
Pierre-Gaëtan Leymarie foi um dos mais destacados continuadores da obra de Allan Kardec. Homem notável, que sempre se interessou pelos ideais nobres. Integrado às fileiras espíritas, empolgou-se com seus nobilitantes ideais e, quando Allan Kardec iniciou a publicação da Revue Spirite e das obras fundamentais do Espiritismo, dando início às sessões de estudos e experimentações, contou com o incondicional apoio de Leymarie, o qual se tornou um dos seus mais assíduos assessores.
Pouco antes da sua desencarnação, Allan Kardec lançou as bases de uma Sociedade Anônima, à qual legaria os seus bens, com objetivo de assegurar a difusão do Espiritismo. Leymarie foi um dos primeiros a integrar-se na Sociedade, da qual se tornou administrador. Também passou a exercer os cargos de redator-chefe e diretor da Revue Spirite.
Durante trinta anos, no atribulado período que se seguiu ao decesso de Kardec, quando o Espiritismo era encarado com reservas, sendo alvo de zombarias e inconcebíveis ataques, Leymarie manteve-se em luta constante, proclamando bem alto os nobres ideais da Terceira Revelação, através das páginas da Revue Spirite e da palavra falada.
Leymarie foi vítima de detratores do Espiritismo, quando o fotógrafo Buguet, fazendo uso dos meios fraudulentos na obtenção de fotografias de Espíritos, é processado pelo Ministério Público. Em 16 de junho de 1875, Leymarie e Firman foram também envolvidos no processo, em vista dos laços de amizade que mantinham com Buguet, e desta forma, julgados coniventes na fraude. Devido a depoimentos inverídicos de Buguet, os três foram condenados. Buguet e Firman conseguiram a liberdade. Leymarie não. Elaborou notável Memória à Corte Suprema, atestando, perante sua consciência e de seus filhos, a sua inocência, mostrando-se confiante na decisão final daquele tribunal. Com sentimento de remorso, Buguet escreve ao Ministro da Justiça dando testemunho sobre a inocência de Leymarie, acrescentando que, embora muitas das fotos fossem verdadeiras, devido ao desconhecimento que tinha da Doutrina Espírita, praticava a fraude, quando não as conseguia com sua mediunidade. Amèlie Boudet, viúva de Allan Kardec, apesar de sua avançada idade, atuou no processo como testemunha. Apesar de todo o empenho e de tantas declarações e testemunhos abonadores, Leymarie foi condenado a um ano de prisão celular. Um pouco mais tarde, anulada a sentença condenatória, o infatigável discípulo de Kardec voltou às atividades, retomando a direção da Sociedade e da Revue Spirite.
Graças à ação de Leymarie as obras de Allan Kardec foram traduzidas para vários idiomas. Também realizou várias viagens à Bélgica, Espanha e Itália, difundindo os consoladores ensinamentos da Doutrina dos Espíritos.
Em 1889 Leymarie organizou o I Congresso Espírita da França.
Sua esposa, Marina, deu-lhe sempre a máxima cooperação. Quando Leymarie foi processado, ela escreveu a admirável memória “Procés des Spirites”, que se tornou precioso documento para a história do Espiritismo.

Espiritismo na Historia

Silvio Canuto Abreu

 Nascido em Taubaté, Estado de São Paulo, no dia 19 deJaneiro de 1892 e desencarnado em São Paulo,. no dia 2 e maio de 1980 (88 anos).
Formou-se em Farmácia aos 17 anos de idade, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, na qual também concluiu, em 1923, o curso de Medicina. Bacharelou-se em Direito pela antiga Escola de Ciências Jurídicas e Sociais, depois Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, no ano de 1916.
No campo jurídico, começou a advogar aos 22 anos de idade, no contencioso do Banco Hipotecário do Brasil e da “Caisse Commerciale et Industrielle de Paris“. Especializou-se em Direito Comercial, Assuntos Bancários e Econômicos, trabalhando no Banco do Brasil e outros até 1932. Desempenhou vários encargos particulares do Governo Federal. Esteve no Extremo Oriente cerca de um ano, estudando in loco assuntos pertinentes à imigração oriental para o Brasil. Foi autor do projeto do Banco do Brasil “Comissão do Açúcar”, mais tarde transformada no “Instituto  do Açúcar”.
No campo da Medicina, cuja ciência sempre estudou e amou, escreveu inúmeros artigos publicados entre 1925 e 1930, emitindo idéias com referência à Medicina Social. Foi fundador e presidente da Associação Paulista de Homeopatia. Como clínico, jamais aceitou qualquer retribuição direta ou indireta de seus serviços médicos.
Foi membro de várias entidades assistenciais e vicentinas, dedicou-se com afinco ao trabalho em prol da criança abandonada. Fundou no Rio de Janeiro, com outros beneméritos, alguns orfanatos. Tornou-se colaborador a partir de 1934, quando passou a residir em São Paulo, da Associação Feminina Beneficente e Instrutiva, uma das mais antigas instituições de assistência à infância em nosso Estado (fundada em 1901 por Anália Franco). Juntamente com a Diretoria Geral, Cleo Duarte, empreendeu reformas e construções importantes, fazendo dos internatos, Anália Franco para meninos e Eleonora Cintra para meninas, dois estabelecimentos únicos com capacidade para mais de 300 crianças
Na vida econômica se fez por si. Foi sempre progressista, orientado pelo idealismo de bem servir à coletividade. Em São Paulo, associou-se a José Baptista Duarte, nas Indústrias J.B. Duarte, sendo seu presidente.
Na esfera teológica, empolgado desde os 18 anos pelos estudos bíblicos, empreendeu entre outros trabalhos, a versão direta dos Evangelhos gregos, tomando por base o mais antigo manuscrito do Novo Testamento, até a época. Pesquisou nas Bibliotecas do Museu Britânico, Biblioteca do Vaticano, Biblioteca Nacional de Paris. Profundo conhecedor da História do Espiritismo no Brasil e no mundo, escreveu, em 1936, quando ainda circulava a revista “Metapsíquica“, órgão da Sociedade Metapsíquica de São Paulo, vários artigos abordando   fatos ocorridos no Brasil até o ano de 1895, detendo-se com profundeza de detalhes na atuação  do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes à frente do movimento espírita em nosso país. Estes artigos foram publicados, em 1950, em forma de opúsculo, por ocasião da realização do 2.º Congresso Espírita do Estado de São Paulo.
As “Edições FEESP” lançaram estes escritos em forma de livro, em agosto de 1981, quando se comemorou o sesquicentenário de nascimento do Dr. Bezerra de Menezes.
No ano de 1953, deu início, pelas colunas do jornal "Unificação”, órgão da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, à publicação de uma série de artigos sob o título “O Livro dos Espíritos e sua Tradição Histórica e Lendária”, o que fez até junho de 1954. Estes artigos, de suma importância, deveriam ser publicados em livro, o qual não chegou a sair a lume. Em abril de 1957, no evento das comemorações do I Centenário de lançamento de “O Livro dos Espíritos”,  de Allan Kardec, o Dr. Canuto Abreu, que fazia parte da comissão organizadora das festividades do centenário, fez publicar, em edição bilíngüe, nos idiomas francês e português, o “Primeiro Livro dos Espíritos de Allan Kardec”, reproduzido o famoso na forma em que foi lançado pelo Codificador, no dia 18 de abril de 1857, traduzindo-o também para o vernáculo. Como se sabe, aquela obra básica do Espiritismo foi sensivelmente refundida pelo próprio autor, quando da publicação da sua Segunda edição, em 18 de março de 1860, a qual se tornou definitiva.
O Dr. Canuto foi Diretor Geral da Sociedade Metapsíquica de São Paulo, entidade que posteriormente se fundiu na Federação Espírita do Estado de São Paulo. Foi expositor da Primeira Turma da Escola de Aprendizes do Evangelho, da mesma Federação, tendo tomado parte na elaboração de alguns dos livros usados naqueles cursos.
Ao longo de sua vida laboriosa e de suas numerosas viagens ao Exterior conseguiu amealhar livros e documentos raros, formando imensa biblioteca. Durante a II Grande Guerra Mundial, quando os exércitos alemães invadiram a França, tornou-se depositário de alguns documentos históricos que estavam em poder da sociedade que dirigia os destinos do Espiritismo naquela importante nação européia.
O Dr. Canuto passou seus últimos anos de vida entre seus livros e documentos, sempre ativo e interessado em tudo. O Espiritismo muito lhe deve, pelo muito que fez em favor da divulgação dos seus postulados e pelo incomparável esforço em favor das pesquisas que formam parte da doutrina, no Brasil e no mundo.

Espiritismo na Historia


Opinião


Pelos inimigos do Espiritismo (Prece)

Pelos Inimigos do Espiritismo


 Pelos Inimigos do Espiritismo

            50 – Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos. Bem-aventurados os que padecem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados são, quando vos injuriarem, e vos perseguirem, e disserem todo o mal contra vós, mentindo, por meu respeito. Folgai e exultai, porque o vosso galardão é copioso nos céus; pois assim também perseguiram os profetas, que foram antes de vós. (Mateus, V: 6, 10-12)
            E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma: temei antes, porém, o que pode lançar no inferno tanto a alma como o corpo. (Mateus, X: 28)
            51 – Prefácio – De todas as liberdades, a mais inviolável é a de pensar, que compreende também a liberdade de consciência. Lançar o anátema contra os que não pensam como nós, é reclamar essa liberdade para nós e recusá-la aos outros, e é violar o primeiro mandamento de Jesus: o da caridade e do amor do próximo. Perseguir os outros pela crença que professam, é atentar contra o mais sagrado direito do homem: o de crer no que lhe convém, adorando a Deus como lhe parece melhor. Constrangê-los à prática de atos exteriores semelhantes aos nossos, é mostrar que nos apegamos mais à forma do que à essência, mais às aparências do que à convicção. A abjuração forçada jamais produziu a fé. Só pode fazer hipócritas. É um abuso da força material, que não prova a verdade. Porque a verdade é segura de si mesma; convence e não persegue, porque não tem necessidade de fazê-lo.
            O Espiritismo é uma opinião, uma crença; fosse mesmo uma religião, por que não teriam os seus adeptos a liberdade de se dizerem espíritas, como a tem os católicos, os judeus e os protestantes, os partidários desta ou daquela doutrina filosófica, deste ou daquele sistema econômico? Esta crença é falsa ou verdadeira: se for falsa, cairá por si mesma, porque o erro não pode prevalecer contra a verdade, quando a luz se faz nas inteligências; e se é verdadeira, a perseguição não a tornará falsa.
            A perseguição é o batismo de toda idéia nova, grande e justa,cuja propagação aumenta, na razão da grandeza e da importância da idéia. O furor e a cólera dos seus inimigos são equivalentes ao temor que ela lhes infunde. Foi essa a razão das perseguições ao Cristianismo na antiguidade, e essa a razão das perseguições ao Espiritismo, na atualidade, com a diferença de que o Cristianismo foi perseguido pelos pagãos, e o Espiritismo o é pelos cristãos. O tempo das perseguições sanguinárias já passou, é verdade, mas se hoje não matam o corpo, torturam a alma. Atacam-na até mesmo nos seus sentimentos mais profundos, nas suas mais caras afeições. As famílias são divididas, excitando-se a mãe contra a filha, a mulher contra o marido. E mesmo a agressão física não falta, atacando-se o corpo no tocante às suas necessidades materiais, ao tirarem às pessoas o próprio ganha pão, para reduzi-las à fome. (Cap. XXIII, nº 9 e segs.)
            Espíritas, não vos aflijais com os golpes que vos desferem, pois são eles a prova de que estais com a verdade. Se não o estivésseis, vos deixariam em paz, não vos agrediriam. É uma prova para a vossa fé, pois é pela vossa coragem, pela vossa resignação, pela vossa perseverança, que Deus vos reconhece entre os seus fiéis servidores, os quais já está contando desde hoje, para dar a cada um a parte que lhe cabe, segundo suas obras.
            A exemplo dos primeiros cristãos, orgulhai-vos de carregar a vossa cruz. Crede na palavra do Cristo, que disse: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma”. E acrescentou: “Amai aos vossos inimigos, fazei bem aos que vos fazem mal, e orai pelos que vos perseguem”. Mostrai que sois os seus verdadeiros discípulos, e que a vossa doutrina é boa, fazendo, para isso, o que ele ensinou e exemplificou. A perseguição será temporária. Esperai, pois, pacientemente, o romper da aurora, porque a estrela da manhã já se levanta no horizonte. (Cap. XXIV, nº 13 e segs.)
            52 – Prece – Senhor, vós nos mandastes dizer por Jesus, o vosso Messias: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça; perdoai os vossos inimigos; orai pelos que vos perseguem”, e ele mesmo nos mostrou o caminho, orando pelos seus algozes. Por seu exemplo, Senhor, apelamos à vossa misericórdia, em favor dos que desprezam os vossos divinos preceitos, os únicos que realmente podem assegurar a paz, neste e no outro mundo. Como o Cristo, também nós vos pedimos: “Perdoai-lhes, Pai, porque eles não sabem o que fazem!” Dai-nos a força de suportar com paciência e resignação, como provas para a nossa fé e a nossa humildade, as zombarias, as injúrias, as calúnias e as perseguições que nos movem! Afastai-nos de qualquer idéia de represálias, pois a hora da vossa justiça soará para todos, e nós esperamos, submetendo-nos à vossa santa vontade.

Boletim de Fechamento de Ano

Com esses boletins anuais, fica mais fácil de nossos leitores ,seguidores compreender melhor nossas decisões em a onde investir mas na divulgação de nossa doutrina.
Temos aí pela primeira vez exposta nossa audiência dentro desses 15 anos de vida e vemos a falência da Ning para nós, o crescimento do Face e a fidelidade das Rádios e trabalhos Comunitários.











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