Homenagem



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editorial
Há um mês o blog publicou uma nota que dizia que Hebe Camargo, que morreu hoje aos 83 anos, estava ainda muito debilitada, mas não queria voltar para o hospital (foram três vezes só neste ano). Uma equipe médica a atendia em casa. Quem a viu dizia que a loira estava frágil e que levaria muito tempo para se recuperar. Ainda assim, a apresentadora teve disposição, por meio de seu sobrinho, de articular sua volta ao SBT, depois uma temporada malsucedida na RedeTV!  (a emissora atrasou os merchans e os salários da equipe de Hebe). A última vez que o telespectador ouviu a voz de Hebe Camargo foi quando ela conversou por telefone com Carlos Nascimento no programa "O Maior Brasileiro de Todos os Tempos". Na época, com a voz cheia de vida, ela disse que estava bem, elogiou Silvio Santos e ao mesmo tempo aproveitou para cutucar a RedeTV! "O Silvio é um excelente patrão. Nunca atrasou os salários de seus funcionários".
Hebe ficou no SBT de 1986 até o final de 2010. Em 2011, ela estreou na RedeTV! com quem rompeu o contrato neste mês. Nesta semana, ela assinou um novo contrato com o SBT. Tinha gente apostando que Hebe apareceria em um dos programas da emissora, antes mesmo de seu retorno oficial, que ocorreria em novembro no Teleton.
O blog viu e conversou com Hebe pela última vez em maio meses (depois disso ela ainda voltaria mais duas vezes para o hospital Albert Einstein), num das gravações da RedeTV!. Magra e com a voz um pouco falha, fez brincadeiras, distribuiu selinhos entre os convidados e reclamou que Silvio Santos não tinha lhe visitado no hospital. Parecia que aguentaria mais alguns anos na telinha, mas não foi assim. Agora, deve matando as saudades de outras feras que ajudaram a fundar a televisão brasileira.
Homenagem
O SBT já exibiu matérias sobre Hebe Camargo  hoje e prepara um especial  sobre a loira que passou 25 anos de sua carreira na emissora de Silvio Santos. Nada mais justo. A proposta da emissora para a apresentadora era um programa mensal e noturno (claro) com convidados variados, incluindo globais.
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Noticias do Meio


México revela ilhas paradisíacas: Islas Marietas

O nosso planeta coleciona verdadeiros paraísos naturais, mas alguns podem acabar se formando com a ajuda de artifícios provocados, mesmo que inconscientemente, pelo próprio homem.
Este é o caso das Ilhas Marietas ou Marieta Islands, tudo depende de como você prefere chamá-las. Pertencentes ao Estado de Nayarit, no México, elas eram inabitadas e serviram como área de testes militares com bombas durante um longo período. Não se sabe se isso auxiliou ou não na formação da Hidden Beach, mas esta praia é capaz de tirar o fôlego de qualquer pessoa, olha só!
Atualmente, estas ilhas recebem milhares de turístas durante o ano inteiro, mas não é permitido que as pessoas residam nelas. Além de serem protegidas pelo governo, é estritamente proibido praticar a pesca, caça ou qualquer atividade humana nociva ao meio ambiente.
E os encantos não param por aí, pois cada uma das ilhas guardam inúmeras belezas.
E o guia colaborativo Guidu selecionou alguns bares e restaurantes mexicanos para que você possa se deliciar sem precisar pegar um avião. E tem mais! Clicando em cada um deles, você também podeler ou escrever sobre os mesmos, compartilhando as suas dicas com todo mundo.

Noticias do Meio


Quiropraxia é eficaz contra os problemas de coluna vertebral e postura

A quiropraxia busca o equilíbrio entre a coluna vertebral e o sistema nervoso. (Foto: Thinkstock)É normal que a quiropraxia seja confundida com uma espécie de massagem, mas a única semelhança entre elas é que ambas são realizadas com as mãos. Não passa disso. Até porque ela é uma terapia que busca o equilíbrio entre a coluna vertebral e o sistema nervoso, gerando efeito mais terapêutico do que relaxante.

O termo quiropraxia vem do inglês "chitopractic", que por sua vez tem origem no grego chiros (mãos). Essa terapia foi desenvolvida pelo canadense Daniel David Palmer. Teve início, aliás, com o tratamento do paciente Harvey Lillard, zelador do prédio onde Palmer trabalhava, nos Estados Unidos.

Certa vez, Lillard questionou Palmer sobre sua surdez, adquirida durante a vida, não de nascimento. O canadense, então, relacionou o problema com a coluna vertebral e realizou um ajuste quiropráxico. Após o tratamento, o zelador recuperou a audição, no dia 18 de setembro de 1895. A data passou a ser do Dia da Quiropraxia.

“A quiropraxia auxilia principalmente nos problemas relacionados à coluna vertebral e postura, como hérnia de disco, escoliose, cifose, lordose, torcicolo, lombalgia, lombociatalgia”, explica a fisioterapeuta Inês Nakashima, das Clínicas e Instituto Physion, que têm como especialidade coluna vertebral e postura.

Segundo Inês, a quiropraxia é tão eficaz que até mesmo alguns planos de saúde fazem a cobertura do tratamento. Ainda são poucos, é verdade, mas a tendência é esse número crescer no futuro. Até porque os resultados positivos dessa terapia centenária são cada vez mais evidentes.

“O principal benefício é a melhora da dor de origem músculoesquelética rapidamente, seja nas articulações vertebrais e/ou periféricas, especialmente em casos agudos. A Quiropraxia melhora a mobilidade, aumenta a circulação e equilibra a tensão muscular”, acrescenta a fisioterapeuta.

Alguns estudos afirmam até mesmo que a quiropraxia tem um efeito muitas vezes mais eficaz do que medicamentos. E sem efeito colateral. É preciso, no entanto, verificar se não há nenhuma contraindicação, como em caso de paciente com dor sistêmica ou visceral, entre outras.

“É contraindicado quando o paciente apresenta disfunção de artéria vertebral, aneurisma aórtico, hemangioma, fratura, osteogênese imperfeita, tumor, tuberculose óssea, osteoporose, uso prolongado de corticosteróide, Síndrome de Cauda Equina, Mielopatia Cervical e hipermobilidade”, alerta Inês Nakashima.

É importante ressaltar que a quiropraxia é um tratamento de baixo risco. Segundo estatísticas, há mais mortes por conta do consumo de aspirina do que pela manipulação articular. O risco de lesão, de acordo com pesquisas, é de uma em 10 milhões. Portanto, é considerada uma terapia segura.

Na hora de procurar esse tratamento o mais indicado é que seja um fisioterapeuta quiropraxista, verificando seu nome no Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) e consultando a Abrafiq (Associação Brasileira de Fisioterapeutas Quiropraxistas. Essas medidas dão mais segurança aos pacientes.

Momento Espirita




Privilegiada velhice


O anúncio de sua morte se deu em 2009, poucos dias antes dela completar noventa e nove anos de idade. Em 2005, foi descoberta por uma equipe de reportagem, realizando seu voluntariado junto a idosos.

Natural de Bassano del Grappa, norte da Itália, veio para o Brasil fugindo da guerra.

Ela ganhou as telas das emissoras televisivas, sendo entrevistada em dois programas nacionais, em 2008. Numa delas afirmou que, no ano anterior, aos noventa e sete anos, tinha renovado sua carteira de motorista.

E, apesar de recomendações dos familiares para abandonar a direção, ela continuou a comparecer ao serviço voluntário, em dois locais diferentes, dirigindo seu fusca laranja, ano 74.

Recebeu do governo do Rio Grande do Sul o troféu Ana Terra, pelos relevantes serviços prestados à comunidade.

Radicada em Bento Gonçalves, no estado gaúcho, demonstrava agilidade física e mental.

Seu nome é Ana Varianni. Servindo ao seu semelhante, no Lar do ancião e na Sociedade Beneficente Santo Antônio, mostrava grande carinho.

Em uma das instituições, era responsável por nada menos de doze idosos, que se encontravam na faixa dos setenta-setenta e cinco anos.

Servia-lhes a alimentação na boca, dadas as deficiências de que eram portadores. E, no seu sotaque italiano carregado, que lhe conferia ainda mais especial sonoridade, ela amassava a comida para os que não tinham possibilidade de boa mastigação e incentivava:
Ora, vamos, onde se viu uma senhora dessa idade não querer comer? Se não comer, não pode viver. Vamos lá!

Cuidadosa, afirmava que agora, quase aos cem anos, não se permitia dirigir em grande velocidade, ia devagar. A uma indagação espirituosa do entrevistador que se disse apaixonado por ela e lhe propôs casamento, ela objetou:

Meu amigo, nessa altura da vida, o melhor é que sejamos bons amigos!

Seu filho assim se expressou, quando da ocorrência de sua morte: Tenho a melhor das lembranças de minha mãe. Ela viveu intensamente e alcançou todos os objetivos da vida dela com os filhos, os netos e trabalhando para o bem-estar da sociedade.

*  * *

Ana morreu deixando o exemplo do dinamismo que os anos não podem apagar. Altera-se a máquina física, as forças já não são tão intensas, contudo, a vontade de agir permanece firme.

Exemplo para tantos que nos dizemos tristes porque já não podemos fazer tudo que fazíamos na juventude. Seria de analisar: Será que não conseguimos mesmo ou será que nos acomodamos, em nome de uma certa soma de anos vividos?

Exemplos inúmeros existem que nos demonstram que o Espírito se sobrepõe ao corpo e o comanda.

Maia Plisetskaya,  a bailarina russa, aos sessenta e um anos de idade, com um corpo impecável de bailarina clássica, dançou O lago dos cisnes.

Interpretou a infeliz Odete que, transformada em cisne branco morre de amores. Extraordinária performance.

Essas criaturas nos dizem que devemos sacudir a poeira dos ombros, retirar as teias de aranha do pensamento e viver.

Viver intensamente, não nos permitindo parar de aprender, de estudar, de produzir. Da forma que consigamos.

Alguns poderemos ter algumas limitações. Busquemos superá-las e, de uma vez para sempre, retiremos do nosso vocabulário as frases: Estou velho. Não sirvo mais para nada.

Redação do Momento Espírita.
Em 28.08.2012.

Estudos Chakras/2



A FUNÇÃO PSICOLÓGICA DOS SETE CHAKRAS MAIORES


"À proporção que o ser humano amadurece e os chakras se desenvolvem, cada qual representa os padrões psicológicos que envolvem a vida do indivíduo. Quase todos reagimos a experiências desagradáveis obstruindo o sentimento e detendo grande quantidade do fluxo natural de energia.

Isso influi no desenvolvimento e na maturação dos chakras, do que resulta a inibição de uma função psicológica plenamente equilibrada. Se uma criança, por exemplo, for rejeitada muitas vezes tentando dar amor a outrem, deixará provavelmente de tentá-lo, e buscará sustar os sentimentos interiores de amor, aos quais responde com atos. Para fazê-lo, terá de suspender o fluxo de energia através do chakra do coração. Quando se interrompe ou desacelera o fluxo de energia que passa por esse chakra, compromete-se-lhe o desenvolvimento. Por fim, é muito provável que de tudo isso resulte um problema de ordem física.

O mesmo processo funciona no caso de todos os chakras. Toda vez que uma pessoa obstrui uma experiência que está tendo, seja ela qual for, obstrui, por sua vez, os seus chakras, os quais se acabam desfigurando. Os chakras ficam “obstruídos”, atravancados de energia estagnada, giram irregularmente, para trás (num movimento contrário ao dos ponteiros do relógio), e até, em caso de doença, ficam severamente distorcidos ou rasgados.

Quando os chakras funcionam normalmente, cada qual está “aberto” e gira na direção dos ponteiros do relógio, a fim de metabolizar as energias necessárias do campo universal. Um giro no sentido dos ponteiros do relógio tira energia do Campo de Energia Universal (CEU) para o chakra, de maneira muito semelhante à da regra da mão direita no eletromagnetismo, segundo a qual um campo magnético mutável em tomo de um fio induzirá uma corrente naquele fio.

Segurando o fio com a mão direita, os dedos apontarão na direção do pólo magnético positivo. O polegar, automaticamente, apontará na direção da corrente induzida. Às mesmas regras funcionam no caso dos chakras. Se você mantiver a mão direita sobre um chakra, de maneira que os dedos se enrolem no sentido dos ponteiros do relógio em torno da borda exterior do chakra, seu polegar apontará para o corpo e na direção da “corrente”. Assim classificamos o chakra de “aberto” às energias que entram. Ao contrário, se você enrolar os dedos da mão direita na direção contrária à dos ponteiros do relógio em tomo do chakra, o polegar apontará para fora, na direção do fluxo da corrente. Quando o chakra gira num movimento contrário ao dos ponteiros do relógio, a corrente flui para fora do corpo e, desse modo, interfere no metabolismo. Em outras palavras, as energias necessárias, e que experimentamos como realidade psicológica, não fluem para o chakra quando este gira no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Nessas condições, classificamos o chakra de “fechado” às energias que entram.

A maioria das pessoas que tenho observado tem três ou quatro chakras que giram na direção contrária à dos ponteiros do relógio em qualquer tempo. De ordinário, eles se abrem cada vez mais em decorrência da terapêutica. Como os chakras não são apenas metabolizadores de energia, mas também dispositivos que sentem a energia, servem para falar-nos sobre o mundo que nos rodeia. Se “fecharmos” os chakras, não permitiremos que entre a informação. Dessarte, quando fazemos nossos chakras fluírem no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio, lançamos nossas energias para fora, para o mundo, sentimos o que é a energia que lançamos para fora e dizemos que é o mundo. Em psicologia, dá-se a isso o nome de projeção.

A realidade imaginada que projetamos sobre o mundo relaciona-se com a “imagem” do que supúnhamos fosse o mundo através das nossas experiências infantis e através da mente da criança que éramos então. Como cada chakra está relacionado com uma função psicológica especifica, o que projetamos através de cada um deles estará dentro da área geral em que cada qual funciona e será muito pessoal para nós, porque a experiência de vida de toda pessoa é única. Assim, medindo o estado dos chakras, podemos determinar nossas atuais questões de vida a longo prazo.
John Pierrakos e eu relacionamos a disfunção de cada chakra com um distúrbio psicológico.

Qualquer perturbação no chakra, medida pelas técnicas rabdománticas, mostra uma disfunção nessa área de relacionamento psicológico . Desse modo, medindo o estado dos chakras, habilitamo-nos a diagnosticar as necessidades psicológicas do cliente. Também trabalho diretamente com os chakras no intuito de levar a cabo uma mudança psicológica. Inversamente, descobrimos que os padrões psicológicos descritos pelos terapeutas estão ligados ao campo de energia humana em localizações, formas e cores predizíveis.


A Figura mostra a localização dos sete centros principais de energia dos chakras utilizados para diagnosticar estados psicológicos. Eles estão divididos em centros mentais, centros de vontade e centros de sentimento. Para a saúde psicológica, é preciso que os três tipos de chakras, a saber, da razão, da vontade e da emoção, estejam equilibrados e abertos. Os três chakras da área da cabeça e da garganta governam a razão; os que se localizam na frente do corpo governam as emoções, seus equivalentes nas costas governam a vontade. A Figura 9-1 dá uma tabela dos principais chakras e da sua função psicológica.

Observemos as áreas gerais de funcionamento psicológico de cada chakra. O primeiro chakra, o centro coccigiano (1), relaciona-se com a quantidade de energia física e com a vontade de viver na realidade física. Quando a força vital funciona plenamente através desse centro, a pessoa tem muita vontade de viver na realidade física. Quando a força vital funciona na sua plenitude, por meio dos três chakras inferiores, combinada com um fluxo pujante pelas pernas abaixo, vem com ela uma clara e direta afirmação de potência física. O cóccix atua como bomba de energia sobre o nível etérico, ajudando a dirigir o fluxo de energia pela espinha, de baixo para cima.
A afirmação de potência física, combinada com a vontade de viver, dá ao indivíduo uma “presença” de força e vitalidade. Ele afirma: “Estou aqui agora” e, com efeito, se acha bem fundamentado na realidade física. A “presença” da força e da vitalidade emana dele em forma de energia vital. Ele age amiúde como gerador, ativando os que o rodeiam, recarregando-lhes os sistemas de energia. Possui uma forte vontade de viver.



Quando se obstrui ou fecha o centro coccigiano, bloqueia-se a maior parte da vitalidade física da força vital, e a pessoa não produz uma impressão vigorosa no mundo físico. Ela não está “aqui”. Evitará a atividade física, estará por baixo em matéria de energia e poderá até ser “enfermiça”. Faltar-lhe-á força física.

O centro púbico (chakra 2.4) relaciona-se com a qualidade do amor ao sexo oposto que a pessoa é capaz de sentir. Estando aberto, facilita a concessão e o recebimento do prazer sexual e físico. Se este centro estiver aberto, a pessoa apreciará o ato sexual e, provavelmente, será orgástica. O orgasmo pleno do corpo, todavia, exige que todos os centros estejam abertos.
O centro sacro (chakra 2B) relaciona-se com a quantidade de energia sexual da pessoa. Com o centro aberto, esta sente a sua força sexual. Se ela obstruir o chakra, a força e a potência sexual que tiver, sejam elas quais forem, serão fracas e decepcionantes. Não terá provavelmente muito impulso sexual, tenderá a evitar o ato sexual, negando-lhe a importância e o prazer que proporciona, do que resultará a subnutrição dessa área. Como o orgasmo banha o corpo de energia vital, o corpo deixará de ser alimentado dessa maneira, e não receberá a nutrição psicológica da comunhão e do contato corporal com outrem.Relação entre os chakras 2.4 e 2B. Os atos sacros como parceiros do chakra púbico. Nos dois pontos em que o centro frontal e o centro dorsal se juntam, no coração do chakra, na espinha, a força vital manifesta o seu segundo impulso e propósito físico mais poderoso — o do desejo de união sexual. Essa força poderosa rompe as barreiras auto-impostas entre duas pessoas e as deixa mais próximas uma da outra.

Desse modo, a sexualidade da pessoa está ligada à sua força vital. (Isso é verdade, naturalmente, em relação a todos os centros: qualquer um deles que seja obstruído também obstrui a força vital na área relacionada.) Como a área pélvica do corpo é a fonte da vitalidade, qualquer centro obstruído nessa área reduz a vitalidade física e sexual. Para a grande maioria da humanidade, a energia sexual atravessa esses dois chakras sexuais e os carrega e descarrega no orgasmo, num movimento que revitaliza e limpa o corpo com um banho de energia, livrando o sistema do corpo da energia bloqueada, dos produtos de refugo e da tensão profunda. O orgasmo sexual é importante para o bem-estar físico.

O mútuo abandono na comunhão profunda, através do dar e do receber no ato sexual, é um dos modos principais que a humanidade tem de liberar a “separabilidade” do ego e experimentar a unidade. Pondo de parte o amor e o respeito a singularidade do parceiro, esta é uma experiência sagrada que coroa os profundos impulsos evolutivos primordiais no nível físico e os profundos anseios espirituais de união com a Divindade. É o casamento entre os aspectos espirituais e físicos de dois seres humanos.

Para os que já atingiram essa comunhão e passaram a outras fases ao longo do caminho espiritual, algumas disciplinas espirituais, como o ioga de Kundalini e a tradição tântrica, afirmam que essa descarga já não é necessária ao bem-estar da pessoa. (A maioria dos seres humanos não figura nessa categoria.) Muitas práticas espirituais utilizam a meditação para conter, transformar e redirigir a energia sexual ao longo de diferentes canais de energia, movendo-a ao longo da corrente de força vertical pela espinha acima para ser transformada em energia vibratória mais elevada, empregada na construção dos corpos de energia espiritual superior. Essa prática, muito poderosa e potencialmente perigosa, precisa ser feita sob orientação capaz. Em seu livro Kundalini, Gopi Krishna fala na transformação, dessa maneira, da sua semente física, o esperma, em energia espiritual, ou Kundalini. Muitas práticas espirituais advogam a retenção do esperma, ou semente espiritual, para transformação.

Obstruções nos chakras 2.4 e 2B. A obstrução do centro púbico pode resultar na impossibilidade de alcançar o orgasmo, na mulher que é incapaz de se abrir e de receber alimentação sexual do companheiro. Ela provavelmente não conseguirá fazer conexão com a vagina e talvez não goze a penetração, mostrando-se mais inclinada à estimulação do clitóris do que à penetração. Poderá também querer ser sempre o parceiro agressivo no ato sexual, isto é, ficar por cima e iniciar a maioria dos movimentos. A distorção aqui cifra-se em que ela precisa estar sempre no controle. Num estado saudável, ela desejaria ser ativa às vezes e receptiva em outras ocasiões mas, nesse caso, teme inconscientemente os poderes do parceiro. Com desvelo, paciência, carinho e aceitação do companheiro, ela poderá, aos poucos, abrir o chakra púbico para receber e desfrutar a penetração. É preciso também que investigue os sentimentos mais profundos de medo e recusa do parceiro, que acompanham esta sua condição, para encontrar as imagens de onde vêm os sentimentos acima descritos. Não estou querendo dizer que a mulher não deve ser agressiva no ato sexual. Estou me referindo apenas a um tipo de desequilíbrio no dar e no receber.

Uma grave obstrução do chakra púbico, no homem, geralmente é acompanhada de orgasmo precoce ou de incapacidade de ereção. O homem tem medo, em algum nível profundo, de entregar toda a sua força sexual e, por isso, a retém. O fluxo de energia amiúde é interrompido, atravancado ou redirigido para as costas, para fora do chakra sacro, de modo que ele emite a energia, no orgasmo, pelo segundo chakra dorsal, em vez de emiti-la pelo pênis. Essa experiência, às vezes dolorosa, resulta numa aversão ao orgasmo e numa evitação do ato sexual, o que precipita dificuldades em outros níveis com a companheira, como acontece com a mulher não-orgástica. Está visto que, muitas vezes, por meio da lei segundo a qual “o semelhante atrai o semelhante”, essas pessoas se encontram e partilham do problema mútuo. Num número demasiado de vezes, a “pseudo” solução tem sido pôr a culpa no parceiro e sair à procura de outro, o que apenas perpetua a situação, até que o “dono” do problema se reconheça finalmente como tal. Nesse ponto, pode começar o trabalho de desenterrar as imagens ou crenças que foram a origem de tudo.

É uma bênção, nesses casos, ter um parceiro que aceita, compreensivo e vigorosamente empenhado, ajudar. Se as duas pessoas, em lugar de se recriminarem mutuamente, admitirem a dificuldade, poderão concentrar-se em dar amor, compreensão e apoio um ao outro e, assim, desenvolver uma nova forma de mutualidade. Esse tipo de crescimento demanda tempo e paciência. Demanda a concessão verdadeira, sem exigir que os seus desejos sejam satisfeitos pela outra pessoa. E, à medida que a confiança e o respeito mútuos crescem, a partir da renúncia às recriminações e da outorga do amor, a sexualidade costuma abrir-se e crescer, numa troca nutritiva. Não é incomum estar fechado um desses centros quando o outro está aberto. Muitas vezes é precisamente assim que os pares de chakras (dianteiro/traseiro) funcionam nas pessoas. O funcionamento será exagerado num deles e reduzido no outro, porque a pessoa não tolera a força de ter ambos os aspectos de um chakra funcionando ao mesmo tempo. Para alguns, por exemplo, é muito difícil sentir uma tremenda força sexual e estar, ao mesmo tempo, muito aberto para dar e receber no ato do amor. A força sexual transmuda-se não raro em fantasia, em vez de permitir que o momento se expanda pela imersão do eu nas profundezas e mistérios pessoais do parceiro ou parceira. Os seres humanos, infinitamente belos e maravilhas complexas, raro permitem a si mesmos vagar desinibidos por essa beleza e maravilha. Os problemas psicológicos que acompanham o desequilíbrio nos chakras 2A e 2B acarretam circunstâncias de vida insatisfatórias.

Por exemplo, quando o centro dorsal é forte numa direção idêntica à dos ponteiros do relógio, a pessoa terá um forte impulso sexual e, provavelmente, uma grande demanda de relações sexuais. O problema está em que a grande quantidade de energia e impulso sexuais não é acompanhada da capacidade de dar e receber sexualmente. Dessa maneira, será muito difícil satisfazer a um impulso forte. Se o centro dorsal estiver forte numa direção contrária à dos ponteiros do relógio, o mesmo será verdade; o impulso, entretanto, também provavelmente será acompanhado de imagens negativas, talvez até de fantasias sexuais violentas. É evidente que isso tornará o impulso ainda mais difícil de satisfazer, e o dono de uma configuração dessa natureza terá de empenhar-se em muita sublimação a fim de evitar totalmente a questão, por envergonhar-se desses sentimentos íntimos. Por outro lado, a pessoa pode ter muitos parceiros sexuais e, nesse caso, perder a possibilidade de uma comunhão profunda entre duas almas no ato sexual. A pessoa pode romper compromissos sexuais ou ser incapaz de assumi-los.

O plexo solar (chakra 3.4) está associado ao grande prazer que deriva do profundo conhecimento do nosso lugar único e ligado dentro do universo. Uma pessoa que tenha aberto o chakra 3A pode erguer os olhos para o céu estrelado, à noite, e sentir que lhe pertence. Está firmemente assentada no seu lugar dentro do universo. E o centro do seu aspecto único de expressão do universo manifesto e disso lhe advém sabedoria espiritual.

Se bem que o chakra do plexo solar seja mental, seu funcionamento saudável está diretamente vinculado à vida emocional do individuo. Isso é verdade porque a mente ou os processos mentais servem de reguladores da vida emocional. A compreensão mental das emoções as coloca numa estrutura de ordem e define de maneira aceitável a realidade.

Se estiver aberto e funcionar harmoniosamente, o centro terá uma vida emocional profundamente satisfatória, que não o esmagará. Quando, porém, estiver aberto, mas a membrana protetora estendida sobre ele estiver rasgada, terá grandes extremos não controlados de emoções. Poderá sofrer a influência de fontes exteriores, procedentes do astral, que talvez o confundam. Poderá perder-se no universo e nas estrelas. Acabará sentindo dores físicas na área, em virtude de um uso exagerado desse chakra, e poderá acabar padecendo de uma moléstia, como o esgotamento ad-renal.
Se estiver fechado, esse centro lhe obstruirá os sentimentos, não lhe permitindo talvez sentir coisa alguma. Ele não se dará conta do significado mais profundo das emoções, que empresta outra dimensão à existência. Poderá não estar ligado à própria unicidade dentro do universo e ao seu propósito maior.

Muitas vezes esse centro funciona como obstáculo entre o coração e a sexualidade. Se ambos estiverem abertos e o plexo solar obstruído, os dois funcionarão separadamente; isto é, o sexo não estará profundamente ligado ao amor, e vice-versa. Os dois se ligam muito bem quando um deles dá tento de sua existência firmemente enraizada no universo físico e da longa linha histórica de seres humanos que serviram para criar o veículo físico que a pessoa possui agora. Nunca devemos subestimar o quão profundamente físico é o ser que cada um de nós representa.
O centro do plexo solar é muito importante no que diz respeito ao relacionamento humano. Quando uma criança nasce, subsiste um umbigo etérico entre mãe e filho. Esses cordões representam um relacionamento humano. Toda vez que uma pessoa estabelece relação com outro ser humano, crescem cordões entre os dois chakras 3A. Quanto mais fortes forem as associações entre as duas pessoas, tanto mais fortes e mais numerosos serão os cordões. Nos casos em que a relação está terminando, os cordões vão-se desligando devagar.

Também se desenvolvem cordões entre outros chakras de pessoas relacionadas umas com as outras, mas os cordões do terceiro chakra parecem uma reencenação do relacionamento entre o filho e a mãe, e são muito importantes em termos de análise transacional no processo terapêutico. A análise transacional é um método de determinar a natureza da sua interação com outras pessoas. Você interage com elas como uma criança interagiria com um dos pais (filho/pai)? Ou interage como se elas fossem a criança e você o adulto (adulto/criança)? Ou age como adulto? Esse tipo de análise revela muita coisa acerca de suas reações pessoais diante de outras pessoas. A natureza dos cordões do chakra, que você constrói na sua primeira família, será repetida nas relações seguintes, que você construir depois. Quando você é criança, os cordões filho/mãe representam exatamente isso, a relação entre o filho e a mãe. Quando adulto, você, muito provavelmente, cria cordões dependentes filho/mãe entre você e seu companheiro ou companheira. À proporção que se movimenta pela vida e amadurece, você transforma gradativamente os cordões filho/mãe em cordões adulto/adulto.

O centro diafragmático (chakra 3B), localizado atrás do plexo solar, está associado à nossa intenção no tocante à saúde física. Se alguém tiver muito amor à saúde dirigido ao próprio corpo, e intentar mantê-lo saudável, esse centro estará aberto. Também conhecido como Centro da Cura, associa-se à cura espiritual. Diz-se que em alguns curadores o mesmo centro, muito grande e desenvolvido é também um centro da vontade, como o localizado entre as omoplatas, e menor, por via de regra, do que os outros centros da vontade, a não ser em pessoas com capacidades curativas. Esse centro, associado ao centro do plexo solar na parte dianteira do corpo, estará habitualmente aberto se o centro do plexo solar estiver aberto. Se uma pessoa tiver o plexo solar aberto e, por conseguinte, estiver coerente ao seu lugar no universo, admitindo-se que ele se ajuste tão perfeitamente quanto cada haste de relva e os “lírios do campo”, a auto-aceitação dessa pessoa se manifestará, no nível físico, como saúde física. A saúde total — mental, emocional e espiritual — exige que todos os centros estejam abertos e equilibrados.

O leitor verá, à medida que passarmos pelas descrições dos chakras, que os aspectos frontais e dorsais de cada um funcionam juntos como um par, e que o equilíbrio entre eles é mais importante do que tentar escancarar apenas um.

O chakra do coração (chakra 4.4) é o centro por cujo intermédio amamos. Através dele flui a energia do nexo com toda a vida. Quanto mais aberto estiver esse centro, tanto maior será a nossa capacidade de amar um círculo de vida cada vez mais amplo. Quando o centro funciona, nós nos amamos, amamos nossos filhos, nossos companheiros, nossas famílias, nossos animais de estimação, nossos amigos, nossos vizinhos, nossos conterrâneos, nossos semelhantes e todas as criaturas da terra.

Através desse centro, ligamos cordões aos centros do coração das pessoas com as quais temos uma relação de amor. Isso inclui filhos e pais, assim como amantes e cônjuges. Vocês, provavelmente, já ouviram a expressão “cordões do coração”, referente a esses cordões. Os sentimentos de amor que fluem através do chakra muitas vezes nos trazem lágrimas aos olhos. Depois de experimentarmos esse estado aberto de desejo, compreendemos quanta falta nos fez antes e choramos. Quando o chakra está aberto, a pessoa pode ver todo o individuo dentro do seu semelhante. Pode ver a unicidade, a beleza e a luz interiores em cada individuo, bem como os seus aspectos negativos ou subdesenvolvidos. No estado negativo (fechado), a pessoa tem dificuldade em amar — amar no sentido de dar amor sem nada esperar de volta.

O chakra do coração é o mais importante dos que se utilizam no processo curativo. Todas as energias metabolizadas através dos chakras sobem pela corrente de força vertical, atravessando as raízes dos chakras e entram no chakra do coração antes de saírem das mãos ou dos olhos do curador. No processo de cura, o coração transforma as energias do plano da terra em energias espirituais e as energias do plano espiritual em energias do plano da terra para serem usadas pelo paciente. Isto será mais desenvolvido no capitulo sobre a cura.

No meio do caminho entre as omoplatas, o chakra 4B se associa à vontade do ego, ou vontade externa. o centro a partir do qual agimos no mundo físico. Saímos em pós daquilo que desejamos.
Se o centro girar no sentido horário, tomaremos uma atitude positiva no tocante à realização de coisas na vida e veremos outras pessoas como sustentáculos das realizações. Teremos experiências para sustentar essa opinião porque as vivemos. Experimentaremos a concordância entre a nossa vontade e a vontade divina. Veremos a vontade dos nossos amigos em harmonia com a nossa. Se você quiser, por exemplo, escrever um livro, imaginará seus amigos ajudando-o e imaginará o livro sendo aceito pelos editores com palavras como estas: “Sim, é exatamente o que estávamos procurando.”

Por outro lado, se o centro estiver girando em sentido anti-horário, o oposto será verdadeiro. Suporemos erroneamente que a vontade de Deus e a de outras pessoas se opõem à nossa. As pessoas parecerão estorvos em nossa caminhada para obter o que desejamos ou em nosso afã de realizar alguma coisa. Teremos de passar pelo meio ou por cima delas para conseguir o que desejamos, em lugar de vê-las como se nos estivessem ajudando. Acreditaremos em declarações como: “minha vontade se sobrepõe a sua e minha vontade se sobrepõe à de Deus”. Aqui estão envolvidas crenças arraigadas em relação ao modo com que o universo funciona.

Uma imagem do universo como sitio basicamente hostil, onde os agressores fortes sobrevivem, às vezes se reduz a: “se eu não conseguir o que quero, é sinal de que minha sobrevivência final está em jogo”. A pessoa funciona por controle e procura tornar o seu mundo seguro controlando os outros. A solução, para ela, consiste em compreender o modo com que cria um ambiente hostil através da sua agressão e, em seguida, arriscar-se a deixar que tudo vá como vai e verificar se a sobrevivência é possível sem controle. A assunção desse risco conduzirá finalmente a experiências de um universo benigno, abundante e seguro, em que a existência da pessoa é apoiada pelo todo.

Em outro caso, o centro pode ser superativo. Pode ter dimensões muito amplas no sentido horário acompanhado de um pequeno chakra do coração na mesma direção ou na direção contrária. Nesse caso, a vontade da pessoa não é particularmente negativa; é tão-somente usada para cumprir a função que o centro do coração cumpriria. Em lugar de ser capaz de deixar correr, de confiar e amar, isto é, em vez de mandar mais energia pelo chakra do coração (4A), a pessoa a compensa com a sua vontade. Deixa correr mais energia através do aspecto dorsal do chakra 4 entre as omoplatas. E pode estar dizendo veladamente: “Quero seguir o meu caminho sem precisar pensar na sua humanidade.” Essa pessoa funciona mais pela vontade do que pelo amor, ou pelo poder sobre o intimo mais do que pelo poder proveniente do intimo. E a distorção em virtude da qual “possuiríamos” o nosso parceiro, ou parceira, em lugar de sermos seus iguais.

O chakra da garganta (SÃ), localizado na frente da garganta, associa-se à tomada de responsabilidade pelas nossas necessidades pessoais. O recém-nascido elevado ao peito, mas precisa sugar antes de conseguir a nutrição. O mesmo princípio vigora pelo resto da vida. À proporção que a pessoa amadurece, a satisfação das suas necessidades repousa cada vez mais sobre si mesma. Alcança-se a maturidade e esse chakra funciona apropriadamente quando deixamos de censurar os outros pelas nossas falhas e nos aventuramos a criar o de que precisamos e o que desejamos.

O centro mostra também o estado da pessoa no respeitante ao recebimento do que quer que lhe esteja destinado. Se o centro for medido como se fosse contrário ao sentido horário, a pessoa não receberá o que lhe é dado.
Isto se associa, em primeiro lugar, a uma imagem do que lhe está destinado. Ou seja, se a pessoa enxerga o mundo como um lugar negativo, geralmente hostil, será cautelosa e alimentará expectativas negativas a respeito do que a aguarda. Poderá esperar mais hostilidade, violência ou humilhação do que amor e nutrição. Como ela constrói um campo de força negativa com suas expectativas negativas, atrairá para si uma alimentação negativa. Vale dizer, se ela tiver expectativas de violência, terá violência dentro em si mesma e, portanto, a atrairá, consoante a lei segundo a qual o semelhante atrai o semelhante, como ficou explicado no Capitulo 6 sobre a natureza do Campo da Energia Universal.

À medida que a pessoa abre o centro da garganta, atrai, pouco a pouco, mais alimentação até poder receber tanta que será capaz de manter o centro da garganta aberto na maior parte do tempo. Nesse ínterim, pode atrair uma alimentação negativa logo após a abertura do centro, por acreditar que é isso o que lhe está reservado. Depois que tiver passado por essa experiência, e se tiver ligado à causa original dentro em si mesma e houver reencontrado a confiança interior, reabrirá o centro da garganta. O processo de abrir e fechar continuará até que todas as concepções errôneas sobre receber ou deixar entrar se transformem em confiança num universo benigno e alimentador.

O aspecto de assimilação que ocorre no verso do quinto chakra (SB), ao qual às vezes se dd o nome de centro profissional, está associado ao sentido do eu da pessoa dentro da sociedade, da profissão e entre os iguais. Se uma pessoa não se sentir à vontade nessa área da sua vida, o desconforto poderá ser coberto pelo orgulho, que compensa a falta de respeito próprio.
O centro localizado na parte posterior do pescoço estará geralmente aberto se a pessoa for bem-sucedida e bem-ajustada ao trabalho e satisfeita com esse trabalho como a sua tarefa na vida. Se ela tiver escolhido uma profissão ao mesmo tempo estimulante e satisfatória e estiver dando o melhor de si no trabalho, este centro estará em pleno florescimento. A pessoa será profissionalmente bem-sucedida e estará recebendo apoio para alimentar-se do universo. A não ser esse o caso, ela se absterá de dar o que tem de melhor. Será mal-sucedida e disfarçará a ausência de sucesso com o orgulho. “Sabe” intimamente que seria “melhor” se pudesse dar o que tem de melhor ou se obtivesse um emprego mais estimulante. Seja como for, nunca faz uma coisa nem outra, e se socorre da defesa do orgulho a fim de evitar o verdadeiro desespero que há por baixo. Sabe que, na verdade, não está vencendo na vida. Desempenhará provavelmente o papel de vitima, declarando que a vida não lhe deu oportunidades para que pudesse desenvolver o seu grande talento. Há que liberar o orgulho e há que sentir e liberar a dor e o desespero também.

Nesse centro, desvelaremos outrossim o medo do fracasso que obstrui o impulso de sair para fora e criar o que tão deveras desejamos. Isso também é válido em relação às amizades pessoais e à vida social em geral. Evitando o contato, a pessoa evita igualmente revelar-se e sentir, de um lado, o medo de não ser querida e, de outro, a competição e o orgulho (“sou melhor do que você; você não é suficientemente bom para mim”). Uma vez que os nossos sentimentos de rejeição nascem dentro de nós e depois os projetamos para fora, sobre o outro, evitamos que o outro evite a rejeição. Assumir o risco de procurar conseguir a profissão por que ansiamos, de mover-nos na direção dos contatos que ambicionamos e de revelar nossos sentimentos a respeito são maneiras de liberá-los e, desse modo, abrir o chakra.

O centro da testa (chakra 6A) está associado à capacidade de visualizar e compreender conceitos mentais. Isso inclui os conceitos de realidade, ou o universo da pessoa, ou a maneira com que ela vê o mundo, ou como acha que o mundo provavelmente lhe responderá. Se o centro girar no sentido anti-horário, a pessoa terá conceitos mentais confusos ou imagens acerca da realidade que, sobre não serem verdadeiras, são geralmente negativas. Quem os adota projeta-os no mundo e por eles cria o seu mundo. Se o centro estiver atravancado e fraco, a pessoa terá, de ordinário, obstruídas suas idéias criativas pela simples razão de que a quantidade de energia que atravessa o centro é pequena. Se o centro girar vigorosamente no sentido horário, a pessoa terá a capacidade de gerar idéias fortes, que são negativas. Se isso estiver combinado com um centro executivo que funciona vigorosamente, localizado na base da cabeça (chakra 6B), isso poderá devastar a vida da pessoa.

Durante o processo terapêutico de purificar ou de classificar nossas imagens de crença negativa, quando uma imagem surge no sistema de energia e começa a funcionar de maneira dominante, o centro girará, provavelmente, em sentido anti-horário, ainda que gire, de hábito, no sentido oposto. O processo terapêutico traz a imagem para o primeiro plano e faz que ela se manifeste na vida da pessoa. Com ajuda terapêutica, esta compreenderá e verá claramente a imagem como ela é. O centro, então, virará ao contrário e passará a girar no sentido horário. Por via de regra, o movimento em sentido anti-horário pode ser detectado pelo terapeuta amadurecido em razão da qualidade instável do sentimento que acompanha o movimento nesse sentido. Será manifesto para o terapeuta não ser esse o estado normal das coisas. O chakra, por exemplo, pode até mostrar um movimento caótico, a indicar ao terapeuta que uma questão relativa a um dos conceitos de realidade do cliente lhe está abalando vigorosamente a personalidade.

Na parte dorsal da cabeça, o centro executivo mental (chakra 6B) se associa à implementação das idéias criativas formuladas através do centro da testa. Se o centro executivo da vontade estiver aberto, as idéias da pessoa serão seguidas da ação apropriada para fazê-las materializarem-se no mundo físico. Se não estiver aberto, a pessoa terá dificuldade para aproveitar suas idéias.

É especialmente frustrante ter o centro frontal (6A) aberto e o dorsal fechado. A pessoa tem muitas idéias criativas, que nunca parecem funcionar. Existe habitualmente uma desculpa que as acompanha e que põe a culpa no mundo exterior. De ordinário, a pessoa precisa simplesmente exercitar-se na maneira de levar avante, passo a passo, o que deseja realizar. Ao fazer esse trabalho gradativo, muitos sentimentos emergirão. “Não posso suportar uma espera tão longa”; “Não quero assumir a responsabilidade por esse acontecimento”; “Não quero pôr à prova essa idéia na realidade física”; “Não aceito esse longo processo de criação. Quero que tudo aconteça sem tanto trabalho”; “Você faz o trabalho, eu entro com a idéia.” Essa pessoa provavelmente não se exercitou, desde o início, no modo de dar os passos simples no mundo físico para levar a cabo o propósito escolhido, por ser provavelmente avessa a estar na realidade física e na posição de aprendiz.

Por outro lado, se o centro girar no sentido dos ponteiros do relógio e o centro da idéia girar em sentido contrário, teremos uma situação ainda mais inquietante. Ainda que os conceitos básicos da pessoa não estejam na realidade, ela continuará a levar adiante os conceitos distorcidos com certa dose de sucesso. Se você acredita, por exemplo, que este mundo é um lugar detestável, onde “todo mundo procura os seus interesses, de modo que cada qual pega o que quer”, e você tem a capacidade de fazê-lo porque sabe como se haver, ou seja, se a sua vontade executiva está funcionando, você poderá agir como um criminoso. Nesse caso, é provável que o seu coração também esteja atravancado. Sua vida comprovará sua idéia, até certo ponto. Você será bem-sucedido, até certo ponto, até ser apanhado. Ou, com esse tipo de configuração, você tentará fazer que aconteça alguma coisa, o que é simplesmente impossível no mundo físico. Ou você poderá ser o autor do movimento que executa as idéias de outra pessoa, sejam elas quais forem.

O centro da coroa (chakra 7) está associado à conexão da pessoa com sua espiritualidade e a integração de todo o seu ser, físico, emocional, mental e espiritual.
Se o centro estiver fechado, a pessoa provavelmente não terá uma conexão experiencial com a sua espiritualidade. Não terá provavelmente o “sentimento cósmico” e não saberá do que estão falando as pessoas quando falam de suas experiências espirituais. Se o centro estiver fechado, a pessoa provavelmente experimentará com freqüência sua espiritualidade de forma muito pessoal, peculiar a ela. Essa não é uma espiritualidade definida pelo dogma nem se relaciona facilmente com palavras. É, antes, um estado de ser, um estado de transcendência da realidade mundana para o infinito. Vai além do mundo físico e cria no individuo um sentido de totalidade, de paz e fé, dando um sentido de propósito à sua existência."

Mãos de Luz - Barbara Ann Brennan

Imagens que passam em nosso Tumblr




Voz do Brasil



27 09 2012 - Voz do Brasil

Dados do Ministério da Saúde mostram que foram feitos 12.287 transplantes no 1º semestre desse ano no SUS. Um aumento de quase 13% em relação ao mesmo período do ano passado. Diminuir o número de homicídios de jovens negros em todo país é a meta do Plano Nacional de Prevenção à Violência contra a Juventude Negra. A primeira etapa, que envolve 8 ministérios, foi lançada hoje, em Maceió - AL: o Juventude Viva. Vão ser investidos cerca de R$ 70 milhões. Até dezembro deste ano, o Governo Federal vai comprar cabras e ovelhas criadas por famílias de produtores rurais. Uma ação especial do Programa de Aquisição de Alimentos - PAA para ajudar comunidades de agricultores que sofrem com os efeitos da seca na região da Sudene. Tudo isso você ouviu hoje na Voz do Brasil. 
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Aurora Carnaval Legal

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Noticias do Meio


Divaldo Franco em Porto Alegre



Atendendo a convite da Loja Maçônica Grande Oriente do Rio Grande do Sul, Divaldo Pereira Franco retornou à capital gaúcha no dia 9 de novembro para uma palestra pública, proferida naquela Loja.

A Maçonaria, que possui características de uma grande família no seio da Humanidade, tem seu nome provavelmente vindo da palavra francesaMaçonnerie, que significa uma construção qualquer, feita por um pedreiro, omaçon, pedreiro-livre, em vernáculo português, o construtor que trabalha para erguer um edifício.

A Maçonaria admite, assim, que o homem e a sociedade são susceptíveis de melhoria, são passíveis de aperfeiçoamento. Por outras palavras, aceita e promove a transformação do ser humano e das sociedades em que vive, importando-lhe, essencialmente, um homem melhor dentro de uma sociedade melhor.

Com tais predicados, conclui-se facilmente sobre os pontos comuns, com a Doutrina Espírita. Divaldo, que dedica esforços na aproximação entre criaturas idealistas e de nobres sentimentos, quais os Maçons, e que se constitui em um baluarte em prol da paz mundial, através de ingentes esforços em renovadas atividades públicas no labor da conscientização da excelência da paz na vida do ser humano, para a construção de um mundo melhor, realizou mais um eloqüente trabalho neste sentido, como sempre encantando a quantos lá compareceram, fazendo com que o Grande Mestre, ao final da palestra, assim se expressasse:“Ficamos muito felizes. Que bom que você existe! Aprendemos, querido Divaldo, que aqueles que acreditam no acaso, na coincidência, não crêem na lógica do Grande Arquiteto do Universo, no Poder Criador. Obrigado pela grande lição.” 
Referia-se ao contexto exposto anteriormente pelo insigne orador, vazado em conteúdos da mais alta racionalidade e bom senso.

De fato, foi um fantástico trabalho desenvolvido pelo querido baiano que, auxiliado pelo Espírito Vianna de Carvalho, fez apreciáveis referências históricas sobre as origens da Maçonaria, desde a Bíblia, em que investigadores concluíram que o Templo de Salomão, quando foi erguido, obedeceu a cuidados geométricos que posteriormente caracterizaram as grandes construções de pedra da Idade Média.

Um tanto recentemente (1840), foi descoberto um documento, denominadoRegius, com letras góticas sobre pele de carneiro, composto por 64 páginas e contendo 794 versos, e onde estariam as velhas orientações a respeito das atividades dos construtores maçônicos e um melhor entendimento da Geometria. Nele aparece pela primeira vez a palavra Maçonaria. A data de sua produção, segundo especialistas, estima-se como estando situada em torno do ano de 1390, apesar de que, supõe-se que tenha sido copiado de um documento mais antigo.

Divaldo referiu-se ao período entre os anos de 1430 e 1550, no reinado de Henrique VIII, na Inglaterra, em que esse rei, ao divergir da Igreja Católica, mandou derrubar os mosteiros católicos, de aspecto gótico e que seguiam a tradição romana, para então adotar o estilo dos construtores maçônicos, fato histórico que atesta as atividades maçônicas já naquela recuada época.

Divaldo reportou-se a alguns pontos básicos da Maçonaria, como a crença em Deus, a imortalidade da alma e, no seu cerne de solidariedade, o amor, a caridade, tal qual a Doutrina Espírita, que vem abrindo campo imenso à investigação nas questões do Espírito, que sendo esta uma Ciência de pesquisa, busca igualmente decifrar o enigma do existir, “caminhando ao lado da Maçonaria, porquanto apóia os seus postulados e entende, na sua simbologia, o milagre dos acontecimentos disfarçados de mistérios, desde os tempos da Idade Média, preparando o ser humano para os grandes vôos do infinito”, como assim se referiu. Em uma bela citação, Divaldo destacou dois grandes espíritas maçons, Camille Flammarion e Léon Denis, este, maçon emérito, grau 33, que afirmava ser a Maçonaria um dos belos caminhos para a dignificação da criatura humana e o seu encontro com a Plenitude Divina. 
Ali, naquela Loja Maçônica, Divaldo apresentou soberbamente a Doutrina Espírita, dizendo: “Cento e quarenta e nove anos após a publicação de O Livro dos Espíritos, as Ciências confirmam os postulados espíritas, quando a Física Quântica chega à energia e desmoraliza a matéria. O Espírito é a energia inteligente, e a Física Quântica chega ao campo da energia que pensa, através de experiências notáveis na Universidade da Califórnia, em San Diego, e de Los Angeles, quando o Dr. Michael Persinger, neurocientista, realizando tomografias computadorizadas com emissão de pósitrons localiza entre os lobos temporais uma luz, atualmente denominada de Ponto de Deus, exatamente onde o Espiritismo já afirmava ser um dos fulcros energéticos em que o Espírito se apropria da matéria (chakra coronário).” 
Ao concluir, Divaldo arrematou: “Nesta noite em que temos a subida honra de aqui estar fazendo uma análise da grandiosidade da Sagrada Ordem, como é conhecida na tradição, desejamos apresentar que vivemos a hora histórica da grande transição, e que todas as organizações que abraçam fins idealísticos e humanitários, de solidariedade humana, devemos unir-nos, deixando de lado as visões que não se conjugam e trabalhando unidos pelos pontos de harmonia em favor de uma sociedade mais feliz. Deus existe. E esta Ordem, que preserva a certeza de Deus, propõe-se na solidariedade a construir um Mundo Novo de que necessitamos, nesta hora de amargura e de ansiedade por que todos passamos.” 
Fazemos coro com o mestre maçon: “’Divaldo, que bom que você existe!’Também nós te agradecemos por mais esta grande lição e esforço em prol da união e entendimento entre as criaturas. Realmente, por onde passas deixas um rastro luminoso, sendo-nos saudosa e difícil de esquecermos a melodia sublime que tua voz encerra e a grandeza de teu coração. Jesus te ampare sempre.”
Delcio C. Carvalho

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Júlia Pêgo de Amorim

Foto de Júlia Pêgo de Amorim

Nasceu no Rio de Janeiro, no dia 15 de setembro de 1879, sendo a primogênita do casal Marechal Antonio José Maria Pêgo Júnior e de D. Júlia Amália da Silva Pêgo. Diplomou-se em professora, pela antiga Escola Normal do DF, em 1898, lecionando em várias Escolas da Capital. Ocupou o cargo de Diretora de Música, da Escola Normal, estagiou na Escola "Benjamin Constant", na Praia Vermelha, para cegos e foi diretora da Escola Pública de São Cristóvão, então 6º Distrito Escolar.

Casou-se em 1899, com o Dr. Aurélio D'Amorim, oficial do Exército, e foram residir no Alto da Boa Vista. Notando a ausência de Escolas naquela localidade, D. Júlia empenhou-se junto à Prefeitura Municipal, para que ali se fundasse uma, cedendo uma de suas salas para que funcionasse a primeira Escola do Alto da Boa Vista, mais tarde substituída pela Escola "Menezes Vieira", ainda hoje existente no populoso bairro, da qual foi a primeira Diretora.

De família espírita, Júlia Pêgo de Amorim fez-se abnegada trabalhadora da Doutrina. Sua tia D. Engrácia Ferreira, pioneira do alfabeto Braille para cegos, desencarnou a 21 de abril de 1937. Menos de um mês depois, a 6 de maio, comunicava-se através de Chico Xavier, dando uma mensagem dirigida a Júlia, solicitando a continuação de sua obra. Onze dias depois, Chico recebe a segunda mensagem, agora na própria grafia do braille, que foi publicada em "Reformador" de junho de 1938; diz uma nota de rodapé da revista que o médium, por não conhecer o alfabeto braille, levou duas horas para receber essa comunicação psicográfica. Reproduzimos fotograficamente essa mensagem, que, em nosso abecedário, é assim transcrita: "Minha boa Julinha, a Paz de Deus, nosso Pai, seja em teu generoso coração, sempre tão cheio de fé. Trabalhemos pelos cegos, minha filha, pensando que a cegueira do espírito é bem mais triste que a dos olhos. Hei de ajudar-te com o favor de Deus. A tia - Engrácia."

No dia 16 de novembro de 1938, transmite a 3ª mensagem, sugerindo que ela transpusesse para o Braille determinado Dicionário de Português, obra que havia deixada inacabada. D. Júlia atendendo a solicitação da querida amiga espiritual, aprendeu sozinha o alfabeto Braille, copiando letra por letra; para certificar-se, pediu a um cego que lesse o que havia escrito, cujo resultado encheu-lhe de alegrias e a partir daí, transformou-se numa verdadeira missionária do Braille.

Reuniu em sua casa várias senhoras interessadas nessa obra de altruísmo, na prática do ensino Braille. Em 1939, iniciou a transcrição do Dicionário da Língua Portuguesa, da autoria de Hildebrando Lima e Gustavo Barroso, cujo trabalho durou cerca de quatro anos, dando ao todo 64 volumes. Em 1945, Chico Xavier recebe a 5ª mensagem do Espírito Engrácia Ferreira, agradecendo a sobrinha o atendimento e o valioso trabalho em prol dos cegos.

Júlia iniciou um curso gratuito do Braille no centro da cidade, visando maior número de colaboradores. Transcreveu para esse alfabeto inúmeras obras espíritas e não espíritas, entre as quais: "O Evangelho Segundo o Espiritismo", "Agenda Cristã", "Cartas do Evangelho", "Voltei", "Pequenas Mensagens" e muitos outros, todos doados à Sociedade Pró-Livro Espírita em Braille" (SPLEB).

A sua desencarnação ocorreu no Rio de Janeiro, em 29 de novembro de 1974, aos 95 anos de idade, dos quais 37 dedicados à Doutrina Espírita e ao Braille.
Deixou exemplos dignificantes, de quanto vale entender o Evangelho de Jesus e sua Doutrina, que enseja a fé raciocinada, capaz de separar a letra que mata, do espírito que vivifica.

Lição de Vida


Durante uma viagem, Madre Teresa de Calcutá percebeu que um fotógrafo insistia em fotografar seus olhos, bem de perto, em close.
Curiosa, a Madre perguntou ao fotógrafo:
Você me desculpe, mas por que você quer fotografar os meus olhos?
E o fotógrafo, sorrindo, respondeu:
Porque os seus olhos, Madre, são os mais felizes que já vi.
A Madre Teresa, sorrindo, disse ao fotógrafo:
É verdade, meus olhos são felizes porque minhas mãos já enxugaram muitas lágrimas.

LIÇÃO DE VIDA:
A nossa felicidade também depende da felicidade dos outros. Enxugar uma lágrima, dar comida, dar apoio, uma palavra amiga, não custa nada, mas faz um imenso bem...nos traz momentos de felicidade!

Noticias do Meio


Pesquisadores criam técnica para levitação de líquidos e objetos leves
PESQUISADORES CRIAM TÉCNICA PARA LEVITAÇÃO DE LÍQUIDOS E OBJETOS LEVES

Uma nova técnica que realiza a levitação de líquidos e de pequenos comprimidos foi desenvolvida por pesquisadores do Laboratório Nacional Argonne, em Chicago, nos Estados Unidos. A partir de princípios da física e com o uso de um dispositivo formado por dois alto-falantes, gotas e objetos leves podem ser suspensos no ar.

O aparelho usa ondas sonoras inaudíveis, estacionárias e contrárias. A pressão destas duas forças opostas interrompe os efeitos da gravidade, o que faz com que objetos fiquem “parados” em determinados pontos, como se estivessem levitando.

Segundo os cientistas envolvidos no trabalho, a técnica poderá ser aplicada na transformação de medicamentos cristalinos em amorfos, ou seja, sem uma forma definida. Neste estado, os remédios são amplamente solúveis e, consequentemente, mais eficazes.


Assista ao vídeo:
 


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Laboratório Nacional Argonne

Noticias do Meio



TRIO FICA A APENAS 30 METROS DA LAVA DE VULCÃO ENFURECIDO


O mais espetacular vídeo de um vulcão foi produzido pelo trio Geoff Mackley, Bradley Ambrose e Nathan Berg, três desbravadores da natureza que arriscaram a vida para chegar a surpreendentes 30 metros do lago de lava do enfurecido vulcão Marum, na ilha de Ambry, em Vanatu, no Sul do Pacífico. Nunca ninguém havia chegado tão perto assim de um fenômeno desses da natureza. Por conta dos 621 graus Celsius, ficar tão próximo da lava foi possível por apenas seis segundos.

Para alcançar o vulcão neste ponto, o grupo precisou travar uma expedição de 35 dias. Eles conseguiram encontrar um caminho até lava seguindo um curso de água. Com roupas especiais, puderam observar o fenômeno da natureza por cerca de 40 minutos.

"Usando o aparato para respiração dos bombeiros e uma roupa à prova de calor, foi possível ficar no limite mais próximo por mais de 40 minutos", disse Mackley.

"Ou a vida é uma incrível aventura, ou é nada", completou.

Assista ao vídeo

Noticias do Meio

Cientistas criam experimento para defender teoria de que a vida surgiu fora da Terra


CIENTISTAS CRIAM EXPERIMENTO PARA DEFENDER TEORIA DE QUE A VIDA SURGIU FORA DA TERRA

Um estudo recente apresentado no Congresso Europeu de Ciência Planetária fornece novos dados que sustentam a teoria lithopanspermia, na qual elementos básicos da vida chegaram à Terra a partir do espaço como resultado de uma chuva de meteoros após algum choque gigantesco ou erupção vulcânica. O principal argumento contra essa teoria está no fato de que a velocidade de viagem destes objetos seria muito baixa para que eles pudessem ser atraídos por planeta.

Por contra disso, um grupo de cientistas da Universidade de Princeton, nos EUA, desenvolveu um sistema de simulação de computador que permite observar um processo chamado de transferência fraca. Nele, objetos lentos se movimentam ao acaso pela órbita de um planeta ao outro.

Tal movimento facilitaria a transferência de elementos vitais de um mundo para outro, como acreditam os defensores da origem da vida na Terra pela lithopanspermia. Os pesquisadores disseram que este experimento indica que a lithopanspermia é um fenômeno possível e, desta maneira, outros estudos mais profundos sobre o assunto poderão ser desenvolvidos.

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ABC


OBJETOS ESTRANHOS SÃO AVISTADOS NO CÉU DO REINO UNIDO


Pessoas em várias partes do Reino Unido avistaram estranhos objetos luminosos no céu no final da última semana. Bolas de fogo e uma luz brilhante foram vistos no centro de Inglaterra, Escócia e em vários lugares da Irlanda do Norte, na noite de sexta-feira passada.

A estranha luz amarelada que varreu o céu na última sexta-feira acabou se fragmentando em várias partes até desaparecer por completo. Inicialmente, pensou-se que eram meteoritos por conta de uma "chuva de meteoros" esperada para este mês, contudo, esta possibilidade foi descartada pelos especialistas.

A explicação mais provável é que se trate de lixo espacial, como um satélite fora de uso que, ao entrar na atmosfera, foi queimado e partido em pedaços, muitos dos quais foram observados em vários locais do Reino Unido. Algumas pessoas registraram o fenômeno com câmeras e colocaram na internet. Veja abaixo um desses vídeos,
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Universe Today


Pagina do Celd



Noticias do Meio


Futilidades destroem os valores doutrinários


Assuntos que não agregam valor e futilidades mundanas podem nos tornar presas fáceis destes fascínios que nos fazem sair do caminho dos verdadeiros ideais da Doutrina Espírita. 
Deixando de observar que estamos sendo vítimas desta grande ilusão, não percebemos que temas sem importância estão dominando nosso dia a dia.
Tolices nos rodeiam a todo o momento. Vingança, desrespeito, incompreensão, trazem um prejuízo moral incalculável.
É hora de se esforçar e tomar uma postura verdadeiramente cristã para levar em frente o compromisso da Doutrina que nos auxilia neste processo evolutivo e demonstrar com trabalho e amor os ensinamentos de Jesus, desconsiderando as futilidades e realizando a verdadeira caridade.

Doe Palavras


http://www.doepalavras.com.br/

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O ator Paulo Goulart, 79 anos, está internado em estado grave no setor de oncologia do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. A informação é do colunista Léo Dias, do jornal "O Dia", desta quarta-feira (26).
Goulart trata, há alguns meses, um tumor no mediano - canal da região dos pulmões - sem que muitas informações sobre seu estado de saúde sejam divulgadas para o público. Tudo porque, segundo a publicação, a família gostaria de manter a privacidade do ator neste difícil momento.
O ator, que é casado com a atriz Nicette Bruno, encara a doença e suas consequências bem. "Não seria nenhum problema ficar careca, somente diferente", disse Paulo recentemente à revista "IstoÉ".

Visão Socia 256: A Razão de Ser Assim

Abrindo a Bíblia:Traduções Bíblicas

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26º Encontro Fraternal com Divaldo Franco


Há 26 anos o conferencista internacional, Divaldo Pereira Franco reserva uma data da comprometida agenda anual para o Encontro Fraternal na Creche Amélia Rodrigues. Tamanha consideração dá-se além do carinho pelo público, a fiel amizade com Miguel e Terezinha Sardano, presidente e vice do Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes em Santo André.
O objetivo do evento é promover momentos de profunda reflexão e espiritualidade a todos os presentes.
Neste ano o encontro será no dia 30 de setembro, a partir das 08h30min na creche Amélia Rodrigues, que esta localizada na rua Silveiras, 17, Vila Guioamar, Santo André.
A entrada é gratuita, com estacionamento no local, tendo também a disposição a livraria com diversas obras edificantes e a lanchonete com quitutes especiais feitos para o dia.
Para mais informações telefones ligue: (11) 3186-9766  / (11) 3186-9788

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