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PLANETAS COMO MARTE PODERIAM ABRIGAR VIDA, APONTA ESTUDO DA NASA
Planetas como Marte poderiam abrigar vida, aponta estudo da Nasa

Um grupo de pesquisadores da Nasa conseguiu desenvolver uma bactéria em um ambiente de pressão atmosférica muito baixa, similar ao da superfície de Marte. Estudos anteriores, contudo, apontaram que micróbios são incapazes de se desenvolverem sob uma pressão atmosférica muito baixa, mas agora este experimento científico parece contradizer essa teoria. Até o momento, não foi detectado o desenvolvimento de formas de vida como conhecemos em planetas diferentes da Terra, que possui água e uma espessa camada atmosférica.

Contudo, a pesquisa conduzida pelo cientista Alexander Pavlov, da Nasa, simulou o ambiente de Marte em uma larga jarra em formato de sino. Ali, foi colocada uma amostra da terra salgada semelhante ao solo marciano, dióxido de carbono da atmosfera, e o ar foi resfriado a baixas temperaturas com nitrogênio líquido. Os pesquisadores ainda introduziram água e a bactéria E. coli, um organismo bastante comum na Terra. Lentamente, a pressão dentro da jarra foi diminuída.

Quando a pressão chegou em torno de 23 milibares - medida aproximadamente 40 vezes inferior à encontrada na superfície da Terra - a água começou a evaporar. Contudo, líquido suficiente permaneceu no ambiente apesar da queda de pressão, e o E. coli foi capaz de se manter e proliferar por alguns dias. Como não foi acrescentada água ao experimento, assim que o resto do líquido evaporou, a colônia de bactérias morreu.

Pavlov acredita que em Marte estações mais quentes como a primavera e o verão podem derreter o gelo sob a superfície e fornecer um pouco de água, onde organismos mais resistentes podem sobreviver. Nestas épocas, as temperaturas sob a superfície frequentemente estão acima do ponto de congelamento da água, e o solo pode fornecer uma proteção contra os nocivos raios ultraviolenta. Com isso, os cientistas acreditam que micróbios extremófilos, os quais resistem a condições mais hostis do que as suportadas por organismos comuns, poderiam sobreviver neste tipo de ambiente semelhante ao de Marte.

"O E.coli não é um extremófilo, então se ele pode crescer sob baixa pressão, os extremófilos definitivamente também serão capazes disso", acredita Pavlov.

Os mais conhecidos extremófilos são os micróbios, que sobrevivem em condições geoquímicas extremas, prejudiciais à maioria das outras formas de vida na Terra.

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METEOROS GEMINÍDEOS PROMETEM SHOW DE “ESTRELAS CADENTES” NOS PRÓXIMOS DIAS
Meteoros Geminídeos prometem show de “estrelas cadentes” nos próximos dias

A esperada chuva de meteoros Geminídeos promete colorir o céu da Terra neste mês de dezembro, com o seu auge nos dias 13 e 14. Trata-se de uma das mais esperadas do calendário, com radiante na constelação de Gêmeos. Enquanto a maior parte dos meteoros tem origem a partir de pedaços de cometas, os Geminídeos partem de um asteroide chamado Phaethon 3200, que lançou para o espaço pedaços e detritos que estão em órbita. Todo mês de dezembro, a Terra passa por essa nuvem de objetos, que dão um magnífico show de “estrelas cadentes”.

Esta chuva de meteoros tem início no começo de dezembro e seu auge está previsto para as noites de 13 e 14 de dezembro, após a meia-noite. Na noite do dia 13, a ocorrência poderá ser em torno de 20 por hora ou mais. O espetáculo, que poderá ter até bolas de fogo, será melhor visualizado no Hemisfério Norte. No Sul, os meteoros poderão ser vistos ao norte do horizonte, próximo da região de Órion e de Júpiter.

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