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ILHAS DO HAVAÍ ESTARIAM SE DISSOLVENDO, APONTA ESTUDO
Ilhas do Havaí estariam se dissolvendo, aponta estudo

Algumas ilhas do Havaí estão se dissolvendo internamente e perdendo minérios, segundo um estudo da Universidade Brigham Young, nos EUA. Entre as áreas afetadas está Oahu, a mais populosa e a terceira maior do arquipélago. De acordo com os pesquisadores, as ilhas serão dissolvidas por águas subterrâneas, principalmente nas regiões de montanhas.

O estudo, publicado na revista "Geochimica et Cosmochimica Acta", aponta que o movimento das placas tectônicas está levando a ilha de Oahu mais para noroeste, o que faz a região se elevar aos poucos. Os cientistas estimam que Oahu vai continuar a se elevar por 1,5 milhão de anos e, depois disso, a força da água subterrânea e as montanhas da ilha vão entrar em colapso. As ilhas não devem desaparecer, mas vão ficar semelhantes a planícies, prevê o estudo.

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Geochimica et Cosmochimica Acta



PEDAÇOS DE METEORO QUE CAIU NOS EUA POSSUI RESTOS ANTIGOS DO SISTEMA SOLAR
Pedaços de meteoro que caiu nos EUA possui restos antigos do Sistema Solar

Fragmentos de um meteoro que caiu nos Estados Unidos, em abril, indicam que este objeto possui alguns dos materiais mais antigos do Sistema Solar, ou seja, os mesmos elementos que ajudaram a formar a Terra e os planetas vizinhos. A conclusão é de pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA), em colaboração com a Nasa. O estudo foi publicado pela revista Science.

Após análises geoquímicas, descobriu-se que os fragmentos pertencem à classe dos condritos carbonáceos. Trata-se de um meteorito primitivo originado há aproximadamente 4,5 bilhões de anos e que se soltou de um corpo celeste maior que estava na órbita de Júpiter há 50 mil anos.

Além de ser constituído por materiais do começo do Sistema Solar, o meteorito, batizado de Sutter Mill, também é formado por poeira cósmica. O objeto entrou na atmosfera da Terra a 28,6 quilômetros por segundo, ou seja, o mais rápido a cair no nosso planeta desde 2008, quando um asteroide atingiu o Sudão, na África. Quando entrou na atmosfera terrestre, o meteoro perdeu grande parte dos seus 45,3 mil quilos originais, sendo que os cientistas conseguiram coletar apenas um quilo de fragmentos.

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Revista Science

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