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ENCONTRADA GALÁXIA RARA E SUPERFINA A 40 MILHÕES DE ANOS-LUZ DA TERRA

Encontrada galáxia rara e superfina a 40 milhões de anos-luz da Terra
Uma  galáxia espiral IC 2233, uma das mais planas já conhecidas pelos astrônomos, foi encontrada pelo telescópio Hubble, da Nasa. Localizado na constelação do Lince, a 40 milhões de anos-luz da Terra, esse sistema de estrelas não é muito comum. Sua particularidade é por conta do seu diâmetro, considerado superfino, pelo menos dez vezes maior que sua espessura.

Além disso, a IC 2233 – descoberta em 1894 pelo astrônomo Isaac Roberts – tem um brilho fraco e quase nenhuma saliência. Sua cor azulada aponta para a existência de astros jovens. Ao contrário das galáxias espirais típicas, a IC 2233 não apresenta rastro definido de poeira, apenas áreas irregulares.

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Nasa



ASTRÔNOMOS TENTAM ENCONTRAR EXPLICAÇÕES PARA A ESTRELA DE BELÉM
Astrônomos tentam encontrar explicações para a Estrela de Belém

Há décadas os astrônomos discutem teorias que justificariam a existência da Estrela de Belém, uma das imagens mais fortes na tradição do Natal. De acordo com a história bíblica, a pergunta é: será que algum evento cósmico real ocorreu diante dos olhos dos Três Reis Magos, no local onde nasceu Jesus?

Levando-se em conta que a história da estrela na Bíblia seja verdadeira, o astrônomo David Hughes, da Universidade de Sheffield, decidiu estudar o assunto e hoje ele é um dos especialistas nesta questão. De acordo com sua teoria, os três reis seriam sábios religiosos de um grupo de astrônomos da Babilônia antiga. Hughes acredita que a estrela de Belém provavelmente não era uma estrela, mas sim um fenômeno relacionado a mais do que um único evento.

De acordo com o pesquisador, a Bíblia relata que os Magos contaram ao rei Herodes sobre o sinal que tinham visto e, segundo Hughes, "quando saíram de Jerusalém para Belém, eles viram algo de novo".

O pesquisador acredita que possa ter acontecido um alinhamento entre o Sol, a Terra, Júpiter e Saturno, algo conhecido como a conjunção tripla entre Júpiter e Saturno. O evento teria ocorrido na constelação de Peixes e, para os os astrônomos da Babilônia há 2.000 anos, isso teria sido o sinal de algo muito significativo.

Contudo, a explicação mais comum para a estrela de Belém é a de que ela seria um cometa brilhante. O registro mais antigo de uma aparição de um cometa brilhante é de 5 a.C, na constelação de Capricórnio, relatada por astrônomos na China. Outro candidato menos provável, é o cometa Halley, que esteve visível por volta do ano 12 a.C. Contudo, pesquisadores divergem sobre isso, pois, antigamente, os cometas eram associados a maus presságios como mortes e desastres.

Também existe a teoria de que a estrela de Belém fosse a luz do nascimento de uma nova estrela. Há registros de uma estrela nova na pequena constelação de Áquila, em 4 a.C. De acordo com Robert Cockcroft, gerente do planetário McCallion, da Universidade McMaster, no Canadá, uma estrela nova teria dado aos Três Reis Magos algo para seguir.

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