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PESQUISADORES DE CAMBRIDGE ALERTAM PARA RISCO DE QUE HUMANIDADE SEJA DOMINADA POR MÁQUINAS
Pesquisadores de Cambridge alertam para risco de que humanidade seja dominada por máquinas

Pesquisadores de Cambridge querem avaliar se a tecnologia poderá realmente algum dia determinar a destruição da Humanidade. O Centro de Estudo para Riscos da Existência (da sigla em inglês CSER), que deverá ser lançando no ano que vem, vai estudar os possíveis perigos da biotecnologia, vida artificial, nanotecnologia, mudanças climáticas e outras supostas “ameaças” aos humanos. Os cientistas acreditam que dar pouca importância a um hipotético levante de robôs poderá ser “perigoso”.

O medo de que máquinas tomem o controle tem sido o centro das tramas de alguns dos mais populares filmes de ficção científica. Talvez o mais famoso exemplo seja o traiçoeiro sistema de computadores Skynet da série de filmes “O Exterminador do Futuro”. De acordo com o roteiro, os sistema ganhou autoconsciência e se voltou contra os humanos após ser desenvolvido pelos militares norte-americanos. Mas, apesar de isto ser tema de um exagero da fantasia, os pesquisadores alegam que o conceito de máquinas mais inteligentes do que o homem exige mais atenção.

"A seriedade destes riscos são difíceis de avaliar, mas esta preocupação por si mesma já causa apreensão, tendo-se em conta o que já está em jogo”, anunciaram os cientistas por meio do site do centro de pesquisa.

O projeto do CSER será fundado pelo professor de filosofia de Cambridge, Huw Price, pelo  cosmólogo e astrofísico, Martin Rees, e por um dos fundadores do Skype, Jaan Tallinn.

De acordo com os envolvidos no projeto, assim que os computadores se tornam mais espertos do que os humanos, as pessoas poderiam se encontrar à mercê de máquinas não exatamente mal intencionadas, mas diante dáquelas que não estariam incluindo os humanos entre os seus interesses.

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Cambridge

MERCÚRIO: EVIDÊNCIAS INDICAM QUE PLANETA POSSUI 100 BILHÕES DE TONELADAS DE ÁGUA CONGELADA

Mercúrio: Evidências indicam que planeta possui 100 bilhões de toneladas de água congelada

Pela primeira vez, os cientistas afirmaram que Mercúrio tem ao menos 100 bilhões de toneladas de água congelada, bem como material orgânico em crateras permanentemente escuras no polo norte do planeta. A notícia veio após investigações da nave Messenger, da Nasa, que orbita desde 2001 o menor e mais interno planeta do Sistema Solar. Os pesquisadores já suspeitavam da existência de gelo em Mercúrio desde 1992, quando medições de radares da Terra encontraram áreas brilhantes em regiões polares do planeta. Essas crateras provocam longas sombras que impedem qualquer luz solar de alcançar seu interior.

Apesar de outras hipóteses apresentadas para explicar estas área brilhantes, a Messenger apresentou provas convincentes de água congelada no planeta mais próximo ao Sol, onde as temperaturas da superfície podem alcançar 426 graus Celsius. Um estudo sobre estas recentes investigações em Mercúrio foram divulgadas na revista Science.

A Messenger conseguiu detectar a água congelada por conta do seu espectrômetro de nêutrons, que analisou as concentrações de hidrogênio como uma forma de determinar a presença de água, que é uma molécula formada por hidrogênio e oxigênio.

Nos locais mais frios, a água estava na superfície, mas em regiões sutilmente mais quentes, onde o gelo pode ter derretido, estava coberta com um material escuro com uma concentração menor de hidrogênio. Este material serve como isolante e, segundo especulações dos cientistas envolvidos, isso seria uma mistura de compostos orgânicos que teriam chegado ao planeta pelo impacto de cometas e asteroides voláteis.

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Nasa

Revista Science

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