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Cientista revela, em nova teoria, o modo como estátuas da Ilha de Páscoa foram deslocadas
 


As enormes estátuas de pedra da Ilha de Páscoa foram arrastadas de modo criativo, sugere nova teoria controversa.

Cerca de 1.000 estátuas estão posicionadas na remota ilha da polinésia com 101 km². Apesar dos dados precisos, a origem das pessoas que construíram as estátuas e como as carregaram, permanece um mistério com lacunas imprecisas.

Um dos enigmas fica em torno de uma estátua com 74 toneladas e 10 metros de altura. É algo fascinante tentar imaginar como seria possível locomover algo tão grande e tão pesado por longas distâncias. Os megálitos, também conhecidos como moai, foram arrastados de alguma forma por milhares de metros de seus locais de origem.

Alguns estudos anteriores sugeriram que as pessoas que se instalaram na Ilha de Páscoa há 800 anos, conhecidas como Rapa Nui, colocaram as estátuas de bruços e foram rolando até alcançar o local desejado.

Os cientistas acreditam que os Rapa Nui sofreram na pele com a obsessão em construir estátuas. Teorias dizem que eles desapareceram após erradicar completamente as florestas da ilha na busca de materiais para a construção de novos megálitos.

As novas teorias vão contra a ideia de que as estátuas foram empurradas deitadas. Pesquisadores agora dizem que elas foram “balançadas” de um lado para o outro, movendo-se eficazmente, até o local em que eles quisessem posicionar.
A ideia de que eles superexploraram a natureza e tiveram consequências gravíssimas por isso, foi contestada pelo arqueólogo Carl Lipo, da Universidade Estadual da Califórnia, alegando que os registros arqueológicos não suportam nenhuma hipótese sobre a afirmação.
O pesquisador e seu colega, Terry Hunt, elaboraram uma estátua gigante com concreto para reproduzir as condições da época. Contando com a ajuda de 18 participantes, foi possível mover a réplica de modo bastante “fácil”.
Em menos de uma hora a equipe conseguiu movê-la por 100 metros. Isso sugere aos cientistas que, possivelmente, um número pequeno de pessoas conseguia transportar em pouco tempo as estátuas.
Apesar de obter sucesso em sua teoria, Carl Lipo não conseguiu convencer todos os especialistas que estudam o enigma. Jo Anne Van Tilburg, da Universidade da Califórnia disse à Nature que a experiência é irrelevante por não se tratar de uma estátua absolutamente igual, sendo apenas uma cópia próxima das originais.

Segundo ele, a forma da estátua, por não ser idêntica, torna impossível qualquer conclusão. O professor Lipo, no entanto, afirma categoricamente que as estátuas possuem desenhos específicos para que elas “andem”.

Confira o vídeo abaixo:

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