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CIENTISTAS IDENTIFICAM "ILHA-FANTASMA" NO SUL DO PACÍFICO
Cientistas identificam
Uma descoberta um tanto quanto inusitada foi realizada por uma equipe de cientistas da Austrália. Eles identificaram uma “ilha-fantasma”, nome dado a uma ilha que aparece na cartografia histórica por um período de tempo, mas que finalmente é removida assim que sua inexistência é confirmada. O mais recente caso aconteceu com a Sandy Island, listada por cartógrafos em atlas, mapas, Google Maps e Google Earth, que estaria localizada entre a Austrália e a Nova Caledônia (território francês), no sul do Pacífico.

A prova de que a ilha não existe aconteceu depois que o grupo de cientistas decidiu navegar até ela e simplesmente não a encontrou. De acordo com um dos cientistas envolvidos, a ilha aparece como Sable Island no Times Atlas of the World. O Southern Surveyor, um navio de pesquisa marítima australiano, também afirma que ela existe. Mas, quando decidiu conferir a existência da ilha, a embarcação também não avistou nada.

A ilha-fantasma aparece regularmente em publicações científicas desde 2000. A ilha, contudo, não aparece em documentos do governo francês, que teria a jurisdição sobre ela, nem nas cartas de navegação, elaboradas a partir de medições de profundidade.

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Sydney Morning Herald



CIENTISTAS DESVENDAM ALGUNS MISTÉRIOS DO GÉLIDO PLANETA ANÃO MAKEMAKE
Cientistas desvendam alguns mistérios do gélido planeta anão Makemake

Uma equipe internacional de astrônomos, entre eles brasileiros, conseguiu desvendar alguns dos mistérios que rondam o gélido corpo celeste Makemake, um dos cinco planetas anões do Sistema Solar. Entre a descoberta mais relevante até o momento está o fato de que ele não possui atmosfera.

Isto só foi possível porque os três telescópios utilizados na pesquisa flagraram o momento em que Makemake passou em frente a uma estrela. A radiação emitida por esta foi bloqueada, a estrela desapareceu e apareceu muito rapidamente, em vez de sumir lentamente e depois ficar novamente brilhante de forma gradual. Quando isto acontece, de acordo com os pesquisadores, significa que o corpo celeste não possui atmosfera ou ela é muito pequena. O mesmo acontece com Éris, o planeta anão de maior massa conhecido no Sistema Solar.

Além disso, os pesquisadores também fizeram avanços no que diz respeito ao tamanho de Makemake, que não possui luas. Ele tem cerca de dois terços do tamanho de Plutão e viaja em torno do Sol numa órbita mais distante. Também foi possível estimar o albedo, a quantidade de luz solar refletida pela superfície do planeta-anão. O albedo de Makemake é cerca de 0,77, parecido com o da neve suja, maior que o de Plutão, mas menor que o do Éris.

Apesar destas descobertas ainda há muito o que desvendar sobre Makemake e outros distantes corpos gélidos celestes. A grande distância da Terra é um dos fatores que tornam esse tipo de pesquisa mais desafiadora. O artigo sobre esta investigação foi publicado na revista Nature.

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