Noticias do Meio


MAU TEMPO IMPEDE AVENTUREIRO DE ROMPER BARREIRA DO SOM EM SALTO DE PARAQUEDAS
Mau tempo impede aventureiro de romper barreira do som em salto de paraquedas

O mau tempo e os fortes ventos impediram o austríaco Felix Baumgartner, de 43 anos, de se tornar o primeiro homem a romper a barreira do som em um salto de paraquedas. O pulo a 36 mil metros de altura, na estratosfera, programado para esta terça-feira no Novo México (EUA) foi cancelado e não há data definida para o desafio ser retomado. A altitude é mais do que o dobro daquela usada por aviões transatlânticos, que voam a 14 mil metros do chão.

A cápsula que levaria Baumgartner às alturas é formada por um enorme balão de hélio. A subida deve levar em torno de duas horas e meia, enquanto o salto será de 10 minutos. Durante a queda,  Baumgartner poderá chegar à velocidade de até 1.110 km/h, e a abertura do paraquedas deve ocorrer quando ele estiver a 1.500 metros do solo.

O austríaco já fez dois saltos de teste usando o mesmo equipamento, um a 21.800 metros e outro a 29.600 metros. Até hoje, Joe Kittinger, ex-coronel dos EUA, foi a pessoa que saltou mais próximo da marca do austríaco. Em 1960, ele pulou de um balão de hélio a 31.300 metros de altitude.

Porém, fora o aspecto aventureiro da empreitada, o saldo de Baumgartner também poderá ajudar na elaboração de técnicas em situações nas quais astronautas precisem abandonar veículos em grandes altitudes. Fora isso, também será uma oportunidade de estudar a reação do corpo humano na estratosfera.

Artigos relacionados

Site oficial de Felix Baumgartner

RedBull Stratos



PESQUISADORES REPRODUZEM IMAGEM 3D DE BARATA DE 300 MILHÕES DE ANOS
Pesquisadores reproduzem imagem 3D de barata de 300 milhões de anos

Um grupo de pesquisadores do Imperial College de Londres conseguiu reproduzir com precisão tridimensional como deveria ser o aspecto das baratas há 300 milhões de anos. Animados pelos resultados obtidos com a mesma técnica aplicada à representação da morfologia das aranhas tão antigas quanto, os pesquisadores descobriram que estas baratas “primitivas” possuíam um tamanho maior em comparação às versões atuais já que mediam ao menos nove centímetros de comprimento.

Os moldes das baratas foram desenvolvidos a partir de fósseis de um exemplar da espécie Archymilacris eggyntoni, considerada ancestral dos insetos modernos. A novidade com esta técnica está na possibilidade de os pesquisadores terem à mão a chance de estudar detalhes de espécies antigas que poderiam passar despercebidos, mas que agora poderão ser analisados em imagens 3D.

Artigo relacionado


Imperial College de Londres

0 comentários:

Postar um comentário

Labels

Aurora Boreal/Grupo C.E. Tecnologia do Blogger.

Mapa

Free Visitor Maps at VisitorMap.org