Estudos Chakras/5

OS VÓRTICES: (Chakras) na Visão Mística Ocidental :
05.3.1 – BIOPSICOENERGÉTICA:
Livio Vinardi fundou a biopsicoenergética entre as décadas de 1950 à 1960 ( considerada uma paraciência, como a bioenergética, psicotrônica, parapsicologia, biônica, psicofísica, metafísica). Doutor em Ciências Físicas, engenheiro eletrônico, Professor em Buenos Aires, musicólogo (toca piano), parapsicólogo.
Clarividente foi discípulo Kenrichi Sakurai onde aprendeu e Sistema Esotérico mais conhecido como o quarto caminho, desenvolveu através de sua clarividência a leitura dos corpos sutis do ser humano, da Aura e dos sistema de Vórtices (Chakras).
05.3.2 – VORTICES: Órgãos canalizadores da Energia Sutil. 

Segundo Lívio Vinardi os vórtices são os mesmos Chakras da ioga oriental. São órgãos de importância fundamental para manutenção da saúde tanto biológica como psicológica. Os vórtices não são o reflexo do funcionamento dos órgãos físicos, na realidade eles canalizam as energias prãnicas, são centros energéticos .

A tensão ou potencial elétrico que alimenta todo o sistema nervoso é extremamente baixa: 0,l volt. Para se ter uma comparação, uma pilha elétrica, do menor tipo, produz 1,5 volt, ou seja, 15 vezes mais em potência. O baixo valor, entre outros fatores, torna particularmente difícil a medição com intrumentos científicos. Baseando-se nas leis físicas, pode-se estabelecer que todo o organismo vivo possui um corpo eletromagnético que emerge da circulação de correntes elétricas através de redes nervosas. Vinardi defendeu esta tese em bancas acadêmicas na sua dissertação de microondas.
05.3.3 – TRÊS ORGANIZAÇÕES CEREBRAIS DO SER HUMANO:

A biopsicoenergética distingue no ser humano 3 estruturas organizacionais que são: o encéfalo, o conjunto de plexos e a coluna vertebral, embora todas elas configurem um único sistema nervoso, apresentam diferenças que permitem considerar tal subdivisão. Dessas 3 organizações o conjunto de plexos apareceria como um “cérebro”, um tanto disperso por setores, embora unidos na sua totalidade; as outras duas organizações são mais fáceis de visualizar (pela clarividência).

Pelo fato de que em todas as partes das três organizações cerebrais circulam correntes bioelétricas, tem-se em todas as partes a existência de campos magnéticos resultantes das ondas ou impulsos bioelétricos.

Dito de uma forma mais técnica tem-se campos eletromagnéticos, que constitui grande parte do corpo etérico. Os centros de atividade estão localizados, como é lógico, nas zonas onde o tecido nervoso é mais concentrado, já que ali existirão maior quantidade circuitos e correntes elétricas. Isto permite situar os centros de atividade em correspondência com as 3 organizações cerebrais e as glândulas de secreção interna. Nestas zonas existirá uma relativa maior atividade eletromagnética.

Entre as infinitas energias externas, algumas impressionam nossos sentidos. Tais energias, provenientes do mundo circundante, são constituídas por vibrações, reações químicas e /ou fenômenos físicos, e em cada caso, emitem sinais particulares.

Os órgãos sensoriais se denominam, genericamente, transdutores primários. Um transdutor é um conversor de energia; no caso que estamos estudando, todas as transformações levam à forma elétrica.
Para diferenciar os estímulos ou sinais do mundo circundante (energias externas) conforme a sua modalidade, freqüência ou tipo estabeleceu-se o que se segue:

Fótons: Energias (estímulos) que incidem sobre o órgão da VISÃO dando a sensação de LUZ e CALOR. Do grego Fotos = Luz.

Fónons: Energias (estímulos) que incidem sobre o órgão da AUDIÇÃO. Do grego Fonos = Som.

Osmons: Energias (estímulos) que incidem sobre o órgão do OLFATO. Do grego Osmos = Odor.

Gêusons: Energias (estímulos) que incidem sobre o órgão do PALADAR. Do grego Geuson = Paladar.

Áfenons: Energias (estímulos) que incidem sobre o órgão do TATO. Do grego Afe = Tato.

Termóns e Rigons: Os que se relacionam respectivamente com os estímulos de calor e frio (do grego termos = Calor).

Pelos itens acima podemos supor a complexidade e vastidão de energias sutis envolvida, cada uma com sua vibração e sua medida específica, com um transdutor externo individualizado.

Um dado interessante para exemplicar: O simples fato de mudar o olhar (a visão) de uma lado para o outro, verificam-se 500 reações e combinações químicas originadas pela variação das cargas de fótons sobre a retina. Cada uma dessas reações comporta uma carga elétrica.
05.3.3.1 – O QUE VÊ A PES (PERCEPÇÃO EXTRA SENSORIAL):

O conceito de densidade em física, expressa a relação entre a massa de um corpo e seu volume. Nos estados conhecidos e ponderados da matéria existem diversos graus de densidade. Por analogia deve-se admitir que também nos estados etéricos deve existir diversos graus de densidade.

O que os clarividentes podem observar e descrever em relação ao CORPO ETÉRICO humano (Corpo eletromagnético).

Observam-se 4 camadas ou 4 distintos graus de densidades em relação a energética humana. Cada camada tem aproximadamente 1 cm cada uma ( imagine uma cebola cortada ao meio).
A camada mais densa, que interpenetra e ultrapassa ligeiramente o organismo; a seguir em ordem decrescente de densidade, a segunda mais sutil, a terceira mais externa e mais sutil e a quarta a mais externa. Para se ter uma idéia a camada mais densa que é a primeira, é mais sutil que o éter ambiental, através da qual se propagam as radiações, a luz, o calor, etc.05.3.3.2 – OS VÓRTICES:  OS CENTROS DE PROCESSAMENTO ENERGÉTICO:

Na natureza em geral, quando num ponto determinado do espaço operam certas forças, observa-se formação de redemoinhos. Exemplo disso são as trompas marinhas, furacões (twister). São precisamente a forma dos VÓRTICES que se observam no corpo etérico do ser humano. A quantidade é enorme, quase incontável, mas variam em tamanho e importância. Visto de cima (de frente) um vórtice é circular, com correntes visíveis e espiraladas, com média de 8 voltas em espiral – mas varia de um vórtice para outro - (lembra um ralo de um pia quando a água se esvai, circulando) Chakra vem do sancristo, quer dizer RODA. Visto de lado, num corte lateral ele parece um cone, uma corneta, e as correntes como se fosse a ranhura (rosca) um parafuso, a boca ou o ápice fica na quarta camada etérica cerca de 4 cm da pele e vai afunilando penetrando até o órgão físico.

A função técnica de um vórtice é transferir energias externas que circulam na quarta camada para dentro dos órgãos, a nível de bio-psico-espiritual. Cada nível de energia opera com seus respectivos centros ou circuitos, e, tratando-se dos vórtices localizados no corpo etérico, as transferências energéticas serão as apropriadas que correspondem a modalidade.

Os vórtices são classificados segundo seu tamanho, função e são assim conhecidos no mundo espiritualista: 
Magnos, grandes, médios e pequenos.

05.3.4 - VÓRTICES MAGNOS:

- São os de maior importância,. Estão vinculados com importantes zonas ou órgãos do corpo humano. São aqueles que se dá maior importância para os trabalhos e desenvolvimento espiritual. Um vórtice Magno possui cerca de 3 a 8 cm de diâmetro.
05.3.4.1 - Vórtice Coronário:
- Situado na Zona Superior da Cabeça, como uma COROA, o talo deste vórtice termina no interior do cérebro dentro da glândula PINEAL.
 
05.3.4.2 – Vórtice da Hipófise:
- Situado entre as sobrancelhas (frontal), seu tala enerva-se (raízes), passando pela zona média da glândula, continuando até terminar no espaço entre a 1ª e 2ª vértebras cervicais. (obs: Somente clarividentes experimentados, podem observar durante um longo tempo essas intrínsecas ramificações).
 

05.3.4.3 – Vórtice Laríngeo: 
- Situado na base do pescoço, tem relação direta com a glândula tireóide, seu talo abre-se como o pé de uma taça.
05.3.4.4– Vórtice Cardíaco:
- Situado na zona cardíaca, tem sua localização encima do mamilo esquerdo, penetra o coração e termina entre 1ª e 2ª vértebras dorsais
05.3.4.5 – Vórtice Solar: 
Situado no plexo solar, ligeiramente acima do umbigo, este vórtice é composto por três bocas como se fosse uma dentro do outra, estão superpostos, o primeiro tem a boca na quarta camada (Solar externo), o segundo tem a boca na terceira camada (Solar Médio) e o terceiro na segunda camada (Solar interno). Em situação de repouso eles parecem um só visto de cima, mas em situações particulares eles se separam abrindo um para cada lado, visto de cima pode estar alinhados, ou formando uma figura triangular, podem se movimentar de acordo com a situação energética, os talos tem uma complexidade no interior do organismo, em suas várias ramificações, mas terminam todos entre a 8ª e 9ª Vértebras dorsais da coluna vertebral.
05.3.4.6 – Vórtice Hepático:
-Situado na Zona interior do fígado, seu talo atravessa o fígado se interpenetra com o vórtice Solar ramificando-se, terminando entre a 1ª e 2ª vértebras lombares.
05.3.4.7 – Vórtice Sacro: 
- Situado na zona do mesmo nome, o vórtice radico, seu talo atravessa o plexo pélvico, o hipogástrico e termina entre a vértebra sacra e a primeira coccígea.
05.3.5 - VÓRTICES QUE ABSORVEM E EXPELEM ENERGIAS:

O grau, intensidade e tonalidade das cores varia, o tamanho também varia muito de um ser para outro, dependendo da atividade do indivíduo, do seu grau de desenvolvimento. É muito raro encontrar um ser humano com todos os seus vórtices magnos equilibrados.

Todos os vórtices magnos exceto o LARÍNGEO tem atividade aferente ou seja: 6 absorvem energias externas. É bom observar que os vórtices não são exclusivamente mas simpredominantemente aferentes. No caso do laríngeo trata-se de um vórtice aperiódico, ele é eferente expulsivo, sua função consiste em descarregar, expelir, eliminar os resíduos energéticos da maioria dos outros vórtices. O vórtice da zona hepática tem as duas funções tanto aferente como eferente, outra importância do vórtice do baço, por sua boca estar situado na esfera astral e não na etérica.

Um vórtice em repouso, é opaco e apresenta-se um pouco caído, quando em atividade, aumenta em tamanho, cor, luminosidade e o vórtice se ergue.
05.3.5.1 -  Radiações de Cada Vórtice:

- Cada vórtice tem sua força em particular, as radiações principais (tipos diferentes de energias), tipo efeito estroboscópico são:
1 - Coronário: 12 a 16 tipos;
2 - Hipófise: 8 tipos;
3 - Sacro: 7 tipos;
4 - Laríngeo: 6 tipos;
5 - Cardíaco: 4 tipos;
6 - Solar: 4 tipos;
7 - Hepático: 3 tipos.
Quanto as cores, basta lembrar dos conceitos de física quântica, a velocidade e a freqüência. Conforme a velocidade com que giram as partículas nas espirais vorticianas, tem-se uma coloração determinada, tonalidades ou brilhantes ou opacas, por isso que as cores dos vórtices possuem variações, que ao longo da evolução espiritual, essas cores mudam a tonalidade. Combinações de energias compostas, criam outras tonalidades, umas mais complexas do que as outras.
05.3.6 - VÓRTICES GRANDES:

São os vórtices que seguem em ordem decrescente de tamanho relativo aos magnos. Temos vórtices grandes nas palmas da mão, nos cotovelos, nos ombros, na bacia, nos joelhos, nas plantas dos pés. O tamanho destes vórtices depende da atividade do indivíduo, um maratonista terá os vórtices dos joelhos, bacia e planta dos pés ativos. Um pianista, um pintor, escultores, ourives, possuem os vórtices das palmas das mãos desenvolvidos.

É errado supor-se que o vórtices grandes tem menos importância, apesar de serem em números maiores, em volta do vórtice coronário existem 5 vórtices grandes, formando o conjunto sonomedular. Este vórtices possuem sua própria complexidade e costumam realizar uma ponto entre um e outro. Como exemplo temos nos magnetizadores, psicógrafos no qual a energia desce pelo coronário, vai até o ombro, é levado ao cotovelo até as mãos.
05.3.7 - VÓRTICES MÉDIOS E PEQUENOS:
-Os Médios são chamados de Satélites por sempre circundarem os vórtices Magnos, forma círculos ao redor. Já os pequenos são em grande quantidade, pode-se dizer que a tantos vórtices pequenos quanto os poros da pele.05.3.8 – ENERGÉTICA HUMANA ASTRAL: ENERGIA MAIS SUTIL:

Numa ordem superior de sutilização energética – série de valores de freqüências cada vez mais altas, chegamos na energética humana astral, que é designada por sua correspondência com as radiações cósmicas dos astros, como estrelas e planetas, pelo menos com o sistema solar.
Por tratar-se de energia astral, seu plano é o astral, já a energia etérica é mais densa, é sua manifestação é na natureza física, onde temos o sólido, liquido, gasoso, pastoso, vaporoso, plásmica e etérica (eletromagnética).

É preciso compreender esse processo, já que cada modalidade de energia possui suas própria modalidade de manisfestação, oriundas do próprio meio. No caso do corpo etérico ele é o intermediário entre o corpo astral e o corpo físico, mas suas manifestações são no plano etérico ou eletromagnético da natureza.
05.3.8.1 - VÓRTICES ETÉRICOS x VÓRTICES ASTRAIS:

Os vórtice do corpo etérico se manifestam dentro desta zona etérica e física, eles não trabalham com energias astrais. As energias astrais pertencem a outro grau de sutilização da energia.

Para cada estrutura física ou etérica existe um duplo manifesto no plano astral, então é preciso saber que o corpo astral possui o seu equivalente em vórtices astrais, eles estão inter-relacionados com os vórtices etéricos. Cada vórtice etérico possui relação com outro homólogo astral, existindo um intercâmbio energético entre ambos.

Para cada vórtice etérico seja ele magno, grande, médio ou pequeno, existe um relacionado no astral. Num despreendimento corpóreo, entre o corpo astral e corpo físico, o corpo etérico fica no corpo físico e uma cópia do duplo etérico segue com o corpo astral, essa cópia de energia própria mas de natureza astral, possui os vórtices (chakras) semelhantes ao duplo etérico.

Mas quando os corpos estão coincidentes os enlaces entre esses dois vórtices (chakras) se dá a partir do núcleo que fica bem no meio do vórtice que é constituído estruturalmente (corte lateral): bocal, afunilamento e talo, em torno de 8 cm (vórtice magno). O núcleo de um vórtice fica bem no encontro do afunilamento com o talo, praticamente no meio, anatomicamente fica no situado rente a pele física.

Os prolongamentos energéticos dos dois vórtices (astral e etérico), se dão pelo mínimo por dois canais: um de natureza astral, e outra de natureza etérica. O funcionamento é sempre da energia transmutada do vórtice etérico para o vórtice astral, e energia especializada do vórtice astral remetida para o vórtice etérico. Somente nos seres rudimentares observou-se um só conduto de uma só via. A energética astral, é a mesma energética contida em todo cosmo, por isso sua importância de valor energético. (Obs: Vinardi definiu o nome de astral interno, para todas suas observações clarividentes deste plano).
 
05.3.8.2 - PERIETÉRICO (COMBUSTÍVEL) E ENERGÉTICA EGÓICA:
Dentro do campo que chamamos astral interno, as energias mais nobres (as mais sutilizadas que cada ser humano possui como resultado da metabolização e transmutação de energias de planos mais densos) são as que se denominam egóicas.

Tais energias correspondem aos valores vibracionais mais altos(maior energia quântica), e normalmente se encontram no campo superior, isto é a partir da zona do plexo cardíaco para cima, tomando como referência o organismo humano.
biopsicoenergética, chama de “energia perietérica” trata-se de uma substância sutil particular. Por suas características e comportamento poderíamos chamar de COMBUSTÍVEL do corpo e da vida, utilizado no PLANO ETÉRICO. A energia perietérica está situada entre o corpo astral e o corpo etérico, mas os sentidos de giro são diferentes o corpo etérico e o corpo astral giram no mesmo sentido, já o perietérico tem o giro ao contrário.
Cada ser humano quando nasce trás um QUANTUM de energia perietérica ou “combustível” que vai se consumindo a medida que o tempo passa ou seja a espessura vai diminuindo com o passar dos anos. Numa criança a espessura é cerca de 50 a 60 cm.
As energias perietéricas em seu consumo acompanham o corpo físico que vai envelhecendo celularmente, quando não se renovam-se as células, o perietérico começa a faltar nos órgãos vitais e esses entram em falência.
 
Fonte:
  • Biopsicoenergética
 Autor: Livio Vinardi
Edições só em espanhol e Inglês.

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