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Divaldo Franco em Porto Alegre



Atendendo a convite da Loja Maçônica Grande Oriente do Rio Grande do Sul, Divaldo Pereira Franco retornou à capital gaúcha no dia 9 de novembro para uma palestra pública, proferida naquela Loja.

A Maçonaria, que possui características de uma grande família no seio da Humanidade, tem seu nome provavelmente vindo da palavra francesaMaçonnerie, que significa uma construção qualquer, feita por um pedreiro, omaçon, pedreiro-livre, em vernáculo português, o construtor que trabalha para erguer um edifício.

A Maçonaria admite, assim, que o homem e a sociedade são susceptíveis de melhoria, são passíveis de aperfeiçoamento. Por outras palavras, aceita e promove a transformação do ser humano e das sociedades em que vive, importando-lhe, essencialmente, um homem melhor dentro de uma sociedade melhor.

Com tais predicados, conclui-se facilmente sobre os pontos comuns, com a Doutrina Espírita. Divaldo, que dedica esforços na aproximação entre criaturas idealistas e de nobres sentimentos, quais os Maçons, e que se constitui em um baluarte em prol da paz mundial, através de ingentes esforços em renovadas atividades públicas no labor da conscientização da excelência da paz na vida do ser humano, para a construção de um mundo melhor, realizou mais um eloqüente trabalho neste sentido, como sempre encantando a quantos lá compareceram, fazendo com que o Grande Mestre, ao final da palestra, assim se expressasse:“Ficamos muito felizes. Que bom que você existe! Aprendemos, querido Divaldo, que aqueles que acreditam no acaso, na coincidência, não crêem na lógica do Grande Arquiteto do Universo, no Poder Criador. Obrigado pela grande lição.” 
Referia-se ao contexto exposto anteriormente pelo insigne orador, vazado em conteúdos da mais alta racionalidade e bom senso.

De fato, foi um fantástico trabalho desenvolvido pelo querido baiano que, auxiliado pelo Espírito Vianna de Carvalho, fez apreciáveis referências históricas sobre as origens da Maçonaria, desde a Bíblia, em que investigadores concluíram que o Templo de Salomão, quando foi erguido, obedeceu a cuidados geométricos que posteriormente caracterizaram as grandes construções de pedra da Idade Média.

Um tanto recentemente (1840), foi descoberto um documento, denominadoRegius, com letras góticas sobre pele de carneiro, composto por 64 páginas e contendo 794 versos, e onde estariam as velhas orientações a respeito das atividades dos construtores maçônicos e um melhor entendimento da Geometria. Nele aparece pela primeira vez a palavra Maçonaria. A data de sua produção, segundo especialistas, estima-se como estando situada em torno do ano de 1390, apesar de que, supõe-se que tenha sido copiado de um documento mais antigo.

Divaldo referiu-se ao período entre os anos de 1430 e 1550, no reinado de Henrique VIII, na Inglaterra, em que esse rei, ao divergir da Igreja Católica, mandou derrubar os mosteiros católicos, de aspecto gótico e que seguiam a tradição romana, para então adotar o estilo dos construtores maçônicos, fato histórico que atesta as atividades maçônicas já naquela recuada época.

Divaldo reportou-se a alguns pontos básicos da Maçonaria, como a crença em Deus, a imortalidade da alma e, no seu cerne de solidariedade, o amor, a caridade, tal qual a Doutrina Espírita, que vem abrindo campo imenso à investigação nas questões do Espírito, que sendo esta uma Ciência de pesquisa, busca igualmente decifrar o enigma do existir, “caminhando ao lado da Maçonaria, porquanto apóia os seus postulados e entende, na sua simbologia, o milagre dos acontecimentos disfarçados de mistérios, desde os tempos da Idade Média, preparando o ser humano para os grandes vôos do infinito”, como assim se referiu. Em uma bela citação, Divaldo destacou dois grandes espíritas maçons, Camille Flammarion e Léon Denis, este, maçon emérito, grau 33, que afirmava ser a Maçonaria um dos belos caminhos para a dignificação da criatura humana e o seu encontro com a Plenitude Divina. 
Ali, naquela Loja Maçônica, Divaldo apresentou soberbamente a Doutrina Espírita, dizendo: “Cento e quarenta e nove anos após a publicação de O Livro dos Espíritos, as Ciências confirmam os postulados espíritas, quando a Física Quântica chega à energia e desmoraliza a matéria. O Espírito é a energia inteligente, e a Física Quântica chega ao campo da energia que pensa, através de experiências notáveis na Universidade da Califórnia, em San Diego, e de Los Angeles, quando o Dr. Michael Persinger, neurocientista, realizando tomografias computadorizadas com emissão de pósitrons localiza entre os lobos temporais uma luz, atualmente denominada de Ponto de Deus, exatamente onde o Espiritismo já afirmava ser um dos fulcros energéticos em que o Espírito se apropria da matéria (chakra coronário).” 
Ao concluir, Divaldo arrematou: “Nesta noite em que temos a subida honra de aqui estar fazendo uma análise da grandiosidade da Sagrada Ordem, como é conhecida na tradição, desejamos apresentar que vivemos a hora histórica da grande transição, e que todas as organizações que abraçam fins idealísticos e humanitários, de solidariedade humana, devemos unir-nos, deixando de lado as visões que não se conjugam e trabalhando unidos pelos pontos de harmonia em favor de uma sociedade mais feliz. Deus existe. E esta Ordem, que preserva a certeza de Deus, propõe-se na solidariedade a construir um Mundo Novo de que necessitamos, nesta hora de amargura e de ansiedade por que todos passamos.” 
Fazemos coro com o mestre maçon: “’Divaldo, que bom que você existe!’Também nós te agradecemos por mais esta grande lição e esforço em prol da união e entendimento entre as criaturas. Realmente, por onde passas deixas um rastro luminoso, sendo-nos saudosa e difícil de esquecermos a melodia sublime que tua voz encerra e a grandeza de teu coração. Jesus te ampare sempre.”
Delcio C. Carvalho

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