Noticias do Meio


Acordamos hoje com essa noticia triste, a saída de Marcus de Mario da Radio Rio de Janeiro, para quem acompanha,sabe muito bem que Marcus é a voz explicativa de nossa radio, uma moral incontestável, como podemos ver em seu próprio depoimento ele não quis dizer os reais motivos de sua saída,porem ,aguardamos demais seu retorno pois é inacreditável.
Em nossa pobre visão e carinho por Marcus,é como deixar de frequentar um centro por não se dar bem com a administração e a orientação que recebemos é de não deixar o centro ,pois os espíritos também estão lá.
Assim vemos você Marcus,nós precisamos de suas elucidações e estudos na radio independente da administração da radio.volte logo!!!!
Mas respeitamos sua opinião.
De seus amigos do Grupo C.E
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COMUNICADO
Comunico aos meus amigos e amigas, e aos funcionários, conselheiros e programadores e apresentadores espíritas voluntários da Rádio Rio de Janeiro, que, por motivos de ordem pessoal, renunciei ao cargo de Diretor Cultural da FUNTARSO/Rádio Rio de Janeiro e, por uma questão de ética e coerência, igualmente renunciei a ser membro do Conselho Curador da Fundação Cristã-Espírita Cultural Paulo de Tarso – FUNTARSO.
Agradeço, de todo coração, os aprendizados e experiências, as amizades e a oportunidade de trabalho na emissora da fraternidade, divulgando a doutrina espírita.
Que o trabalho continue e que o movimento espírita mantenha total apoio, pois acima dos homens estão o Espiritismo e sua divulgação por todos os meios de comunicação, sempre com Kardec.
Agradeço pela compreensão de todos, rogando ao Mestre Jesus continue a nos inspirar a amparar.
Rio de Janeiro, 18 de março de 2017
Marcus De Mario
Agradeço todas as manifestações quanto à minha saída da direçãio da Rádio Rio de Janeiro, e quero acalmar todos os corações, pois meu compromisso com o Espiritismo continua inabalável, sob as bênçãos de Jesus. Quanto aos motivos de minha decisão, esses ficam comigo e com Deus. Solicito a todos que continuem o apoio à emissora da fraternidade, pois a causa deve estar acima das circunstâncias que envolvem os homens. Sigamos em frente!

Artigo-Caso André Luis - Carlos Chagas


 Boa noite queridos auroreamos, como todos nós sabemos o nosso pequeno, é um blog de arquivo de estudos, ARQUIVO.
 Ou seja, não temos postagens diárias aqui e sim estudos e conteúdos fatos para se arquiva, dentro do nosso meio espirita.
O fato que nós pegamos nesses últimos dias é um caso que vem desde muito tempo.
Se André Luiz de Nosso Lar foi Carlos Chagas!
Direto ao assunto e a nossa opinião ; devido a estudos de anos e o que tem na internet também colocaremos logo abaixo a nossa opinião para vocês lerem e tirarem suas próprias conclusões, mais vamos a nossa:
Se analisarmos a vida e história de André Luiz, não bate com a vida e história de Carlos Chagas, porem os que apoiam essa tese é que claramente Chico poderia ter mudado um pouco a vida de André para não se confundir obviamente.

Bom isso é possível, porem em nenhum momento tem uma afirmação de Chico falando sobre isso, temos é relatos de vários médiuns da época afirmando que é, porém, toda via, entretanto nenhuma prova concreta apenas o relato deles assim como Waldo Viera e Hercio Arantes.
Na nossa opinião; são opiniões sem provas, “mas os caras conviveram com chico”, Sim. Porém não tem a prova. (Chico disse, Chico assinou...), não se tem essa prova!!! São apenas relatos de médiuns respeitáveis, sim médiuns respeitáveis, MAIS NÃO SE TEM A PROVA.
Por tanto achamos errado colocar a foto de Carlos Chagas nas mensagens de André Luiz, sem uma prova cabal.
Ainda em vários relatos, lemos assim:
”A família apoiou”, gente cadê esse documento?
“A onde mostra é no Anuário espirita de 2004”, Beleza, Anuários espiritas são apenas um resumo de dados espiritas, dó ano que se passou com espiritas conceituados lá, mas cadê o documento?
Lá vocês encontraram apenas relatos de médiuns conceituados o resumão do ano.
O que queremos dizer queridos Auroreamos, sem desrespeitar ninguém, é que nos tempos de hoje onde tudo que se coloca na net vira verdade, é para lembrarmos de estudar tirarmos nossas próprias conclusões, espiritismo é isso estudo e conhecimento interior e não fulano disse...”pronto é isso”, não é por que o site é grande ou o médium é famoso, que aquilo é verdade, espiritismo é estudo ,Kardec.


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"Dois meios podem servir para fixar as idéias sobre as questões duvidosas: primeiro, é submeter todas as comunicações ao exame severo da razão, do bom senso e da lógica;...o segundo critério da verdade está na concordância do ensino." (Allan Kardec em O que é o Espiritismo - c.2, n. 99)

No livro "Na próxima Dimensão" do Espírito Inácio Ferreira, psicografia de Carlos A. Bacelli, 1ª edição, lemos:
1ª - c.33,p.210,"...mas respondendo-lhe, digo-lhe que é preciso que eu esqueça, assim como não mais me lembro de que, um dia, fui Carlos Chagas, haverei de esquecer de que sou André Luiz..."(sic); e no c.35, p.221, vemos:"...;inclusive o Umbral, onde estive durante uns oito anos,..."';e,
2ª- c.35, p.222, "... inclusive o Umbral onde estive durante uns oito anos...".
Vamos analisar tais passagens à luz da lógica, do bom senso e da razão, seguindo os ensinamentos de Kardec, em epígrafe. Para tanto devemos contextualizá-las em face de dados biográficos de seus dois filhos Evandro e Carlos Chagas Filho; de informações prestadas pelo Espírito Emmanuel, na apresentação do Espírito André Luiz, intitulada Novo Amigo, datada de 03/10/1943 e constante do livro Nosso Lar; de dados e situações narradas pelo Espírito André Luiz nos livros Nosso Lar e Os Mensageiros; e, de informação dada pelo Espírito Irmão Jacob no livro Voltei. Todos os livros psicografados por Francisco Cândido Xavier.
Primeiramente, trataremos de segunda passagem acima referida, considerando-a válida, posto que concordante com a passagem do c.7º de Nosso Lar, onde Lísias diz: "Talvez você (A. Luiz) não saiba ainda que a sua permanência nas esferas inferiores durou mais de oito anos consecutivos".
Em validarmos tal passagem, convém verificar a possibilidade lógico-matemática de ser o Dr. Carlos Chagas o autor espiritual do livro Nosso Lar, conforme dados biográficos dele e cronográficos dos livros Nosso Lar, Os Mensageiros e Voltei, a saber:

A - Falecimento de Carlos Chagas: 08/11/1934;
B - Data da apresentação "Novo Amigo" de Emmanuel: 03/10/1943, livro Nosso Lar;
C - Prefácio de Emmanuel no livro "Os Mensageiros" data ao de 25/02/1944;e,
D - Tempo para a afinização de André Luiz com Chico Xavier: 700 dias consecutivos, livro Voltei, c.1º, confirmado pela carta de Chico Xavier, de 12/10/1946, a Wantuil de Freitas, segundo livro "Testemunhos de Chico Xavier," 1ª Ed. FEB, p. 97-99.
E - Tempo indeterminado entre o resgate de Carlos chagas, Espírito, do Umbral e o início do período de setecentos dias para afinização com Chico Xavier, pois, estando no Umbral teve necessidade de tratamento, recuperação e instrução a fim de se tornar apto ao mister de escritor espiritual.

Se correlacionarmos os dados supra e realizarmos uma adição, desta forma: 08/11/1934 + 8 anos + 1 anos e 11 meses (700dias) + tempo indeterminado = 08/10/1944 + tempo indeterminado, concluímos, pois, pela impossibilidade matemática de o Espírito Carlos Chagas, haver escrito o livro Nosso Lar, cuja conclusão deu-se, no máximo em 03/10/1943, por ser a data quando Emmanuel nos apresentou o Espírito de André Luiz. Acrescente-se que, pelo resultado da soma acima, o livro Os Mensageiros não pode, igualmente, ter sido escrito pelo Dr. Carlos Chagas, tendo em vista a data do prefácio de Emmanuel, para ele, ser 25/02/1944. Se supormos um período de tempo similar para tratamento, recuperação e instrução, do Dr. Carlos Chagas ao descrito por André Luiz em Nosso Lar, o Livro Missionários da Luz, prefácio de Emmanuel de 13/05/1945, também não pode ser da lavra do Dr. Carlos chagas, Espírito; além disso, o livro Obreiros da vida Eterna, prefácio de Emmanuel de 25/03/1946, fica sob suspeita quanto ao seu escritor espiritual.
Há, também, o lado moral a considerar. Vejamos as afirmações de Emmanuel ao apresentar-nos André Luiz:
1) " Embalde os companheiros encarnados procurariam o médico André Luiz nos catálogos da convenção."
" Por vezes o anonimato é filho do legítimo entendimento e do verdadeiro amor."
2) " Entretanto, de há muito desejamos trazer ao nosso circulo espiritual alguém que possa transmitir a outrem o valor da experiência própria, com todos os detalhes possíveis à legítima compreensão da ordem que preside o esforço dos desencarnados laboriosos e bem intencionados." (grifei)
3) " Guarde a experiência dele (André Luiz) no livro d'alma. Ela diz bem alto que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente;..."(grifei).

Analisando essas assertivas de Emmanuel que, embora o anonimato assumido pelo Espírito comunicante, ao chamar-se André Luiz, ele relata experiências vividas por ele após o seu desencarne, mudando apenas o necessário a preservação do seu anonimato por amor aos seus familiares ainda na carne. Não temos, pela coerência do Espírito Emmanuel, na qualidade de Espírito mentor de Chico Xavier, revelada em seus livros e mensagens, no transcurso da vivência mediúnica do nosso amado Chico, porque duvidar quando ele nos concita a guardar no livro dalma a experiência de André Luiz, seja ele quem for.
Fazendo abstração do fator tempo após o desencarne do Dr. Carlos Chagas, há passagens no livro Nosso Lar, que, em face das assertivas de Emmanuel, de que o Espírito André Luiz falava de experiências próprias, se caracterizam por completa impossibilidade, como a passagem narrada no Capítulo 35 - Encontro Singular, onde André Luiz encontra o Espírito Silveira, antigo devedor de seu pai, ficando constrangido conforme diz: "Queria desculpar-me e todavia não encontrava frases justas, porque, na ocasião, também encorajara meu pai a consumar o iníquo atentado;"... ora Carlos Chagas ficou órfão de pai aos quatro anos de idade e não teria condições de participar, em qualquer hipótese, de negócios de adultos da forma como André Luiz narrou.

Há ainda a questão da família a considerar, Carlos Chagas teve dois filhos: Evandro Chagas que faleceu em 1940, no Rio de Janeiro, de desastre aéreo, e Carlos Chagas Filho, falecido em 2000, Católico, de vida equilibrada, chegando a ser presidente da Academia Pontifícia de Ciências do Vaticano. Ambos foram médicos. Conforme dados que podemos obter na Internet, através dos sites:
a) http://www.etall.hpg.ig.com.br/chagas.htm;
b) http://www.medio.com.br/index.php  pesquise por Carlos Chagas;
c) http://www.coc.fiocruz.br/areas/dad/guia_acervo/index.htm;
d) http://www.coc.fiocruz.br/manguinhos/carlos.htm.
Vemos por esses dados, que, à época da lavra do livro Nosso Lar, a família terrena do Dr. Carlos Chagas se constituía apenas da esposa e de um filho, visto que o outro já havia desencarnado; enquanto André Luiz nos diz que tinha duas filhas e um filho encarnados, quando da sua volta, em Espírito, ao antigo lar.

Há ainda outras análises a serem feitas, mas finalizamos transcrevendo o conselho do Espírito São Luís, constante do nº 266 do Livro dos Médiuns: "Qualquer que seja a confiança legítima que vos inspirem os Espíritos que presidem aos vossos trabalhos, uma recomendação há que nunca será demais repetir e que devereis ter presente sempre na vossa lembrança, quando vos entregais aos vossos estudos: é a de pesar e meditar, é a de submeter ao cadinho da razão mais severa todas as comunicações que receberdes; é a de não deixar de pedir as explicações necessárias a formardes opinião segura, desde que um ponto vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro."

Estudemos Kardec!

Noticias do Meio

.Masturbação e perturbação espiritual
No programa Asas Juvenis, o comunicador Adeilson Salles abordou o seguinte assunto “Masturbação e perturbação espiritual. De acordo com Adeilson o desejo chega, por exemplo, ao tomar um banho você descobre os prazeres do corpo.

Confira aqui as explicações do comunicador:

Programas que Amamos

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 “Uma mágoa não é motivo para outra mágoa. Só o riso, o amor e o prazer merecem revanche.” Chico Xavier

Mensagem de Esperança - 18/02/17

Mensagem de Esperança 12-19/11/2016



Produção: João Aparecido
Apresentação: João Aparecido
Estudos de mensagens espíritas que levam ao ouvinte uma palavra de esclarecimento e apoio espiritual.

Programas que Amamos

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“A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.” André Luiz

Noticias do Meio

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Livro “A Gênese”
Origem de tudo Enviado em 6 de janeiro de 2017 | Publicado por Juliana Chagas
Neste ano de 2017 comemoramos 160 de Espiritismo, que surgiu a partir do lançamento da 1ª obra da codificação em 1857 intitulada “O Livro do Espíritos“. Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, deu início a partir daí a elaboração do pentateuco espírita. Hoje, 06 de Janeiro, comemora-se o lançamento do “A gênese”, quinta obra da codificação. O significado da palavra Gênese é origem ou o princípio de algo. O começo de tudo, a formação dos mundos, o surgimento do espírito, milagres e questões de ordem filosófica e científica. São estes os temas que Allan Kardec se aprofundou ao publicar “A Gênese”. Ela traz esclarecimentos sobre a origem do planeta Terra, a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho, sinais dos tempos, etc. A obra divide-se em três partes: – Na primeira parte, analisa a origem do planeta Terra, de forma coerente, fugindo às interpretações misteriosas e mágicas sobre a criação do mundo; – Em sua segunda parte, aborda a questão dos milagres, explicando a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho; – Na terceira parte, enfoca as predições do Evangelho, os sinais dos tempos e a geração nova, que marcará um novo tempo no mundo com a prática da justiça, da paz e da fraternidade. Os assuntos apresentados nos 18 capítulos desta obra têm como base a imutabilidade das grandiosas Leis divinas. A Gênese, que possamos estudá-la para compreender um pouco mais sobre o começo de tudo.

Estudos Boa Nova

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BOA NOVA
 Os historiadores do Império Romano sempre observaram com espanto os profundos contrastes da gloriosa época de Augusto. Caio Júlio César Otávio chegara ao poder, não obstante o lustre de sua notável ascendência, por uma série de acontecimentos felizes. As mensalidades mais altas da antiga República não acreditavam no seu triunfo. Aliando-se contra a usurpação de Antônio, com os próprios conjurados que haviam praticado o assassínio de seu pai adotivo, suas pretensões foram sempre contrariadas por sombrias perspectivas. Entretanto, suas primeiras vitórias começaram com a instituição do triunvirato e, em seguida, os desastres de Antônio, no Oriente, lhe abriram inesperados caminhos. Como se o mundo pressentisse uma abençoada renovação de valores no tempo, em breve todas as legiões se entregavam, sem resistência, ao filho do soberano assassinado. Uma nova era principiara com aquele jovem enérgico e magnânimo. O grande império do mundo, como que influenciado por um conjunto de forças estranhas, descansava numa onda de harmonia e de júbilo, depois de guerras seculares e tenebrosas. Por toda parte levantavam-se templos e monumentos preciosos. O hino de uma paz duradoura começava em Roma para terminar na mais remota de suas províncias, acompanhado de amplas manifestações de alegria por parte da plebe anônima e sofredora. A cidade dos Césares se povoava de artistas, de espíritos nobres e realizadores. Em todos os recantos, permanecia a sagrada emoção de segurança, enquanto o organismo das leis se renovava, distribuindo os bens da educação e da justiça. No entanto, o inesquecível Imperador era franzino e doente. Os cronistas da época referem-se, por mais de uma vez, às manchas que lhe cobriam a epiderme, transformando-se, de vez em quando, em dardos dolorosos. Otávio nunca foi senhor de uma saúde completa. Suas pernas viviam sempre enroladas em faixas e sua caixa torácica convenientemente 8 resguardada contra os golpes de ar que lhe motivavam incessantes resfriados. Com freqüência, queixava-se de enxaquecas, que se faziam seguir de singulares abatimentos. Não somente nesse particular padecia o Imperador das extremas vicissitudes da vida humana. Ele, que era o regenerador dos costumes, o restaurador das tradições mais puras da família, o maior reorganizador do Império, foi obrigado a humilhar os seus mais fundos e delicados sentimentos de pai e de soberano, lavrando um decreto de banimento de sua única filha, exilando-a na Ilha de Pandatária, por efeito da sua vida de condenáveis escândalos na Corte, sendo compelido, mais tarde, a tomar as mesmas providências em relação à sua neta. Notou que a companheira amada de seus dias se envolvia, na intimidade doméstica, em contínuas questões de envenenamento dos seus descendentes mais diretos, experimentando ele, assim, na família, a mais angustiosa ansiedade do coração. Apesar de tudo, seu nome foi dado ao século ilustre que o vira nascer. Seus numerosos anos de governo se assinalaram por inolvidáveis iniciativas. A alma coletiva do Império nunca sentira tamanha impressão de estabilidade e de alegria. A paisagem gloriosa de Roma jamais reunira tão grande número de inteligências. E nessa época que surgem Vergílio, Horário, Ovídio, Salústio, Tito Lívio e Mecenas, como favoritos dos deuses. Em todos os lugares lavravam-se mármores soberbos, esplendiam jardins suntuosos, erigiam-se palácios e santuários, protegia-se a inteligência, criavam-se leis de harmonia e de justiça, num oceano de paz inigualável. Os carros de triunfo esqueciam, por algum tempo, as palmas de sangue e o sorriso da deusa Vitória não mais se abria para os movimentos de destruição e morticínio. O próprio Imperador, muitas vezes, em presidindo às grandes festas populares, com o coração tomado de angústia pêlos dissabores de sua vida íntima, se. surpreendeu, testemunhando o júbilo e a tranqüilidade geral do seu povo e, sem que conseguisse explicar o mistério daquela onda interminável de harmonia, chorando de comoção, quando, do alto de sua tribuna dourada, escutava a famosa composição de Horácio, onde se destacavam estes versos de imorredoura beleza: 9 O Sol fecundo, Que com teu carro brilhante Abres e fechas o dia!... Que surges sempre novo e sempre igual! Que nunca possas ver Algo maior do que Roma. É que os historiadores ainda não perceberam, na chamada época de Augusto, o século do Evangelho ou da Boa Nova. Esqueceram-se de que o nobre Otávio era também homem e não conseguiram saber que, no seu reinado, a esfera do Cristo se aproximava da Terra, numa vibração profunda de amor e de beleza. Acercavam-se de Roma e do mundo não mais espíritos belicosos, como Alexandre ou Aníbal, porém outros que se vestiriam dos andrajos dos pescadores, para servirem de base indestrutível aos eternos ensinos do Cordeiro. Imergiam nos fluidos do planeta os que preparariam a vinda do Senhor e os que se transformariam em seguidores humildes e imortais dos seus passos divinos. É por essa razão que o ascendente místico da era de Augusto se traduzia na paz e no júbilo do povo que, instintivamente, se sentia no limiar de uma transformação celestial. La chegar à Terra o Sublime Emissário. Sua lição de verdade e de luz ia espalhar-se pelo mundo inteiro, como chuva de bênçãos magníficas e confortadoras. A Humanidade vivia, então, o século da Boa Nova. Era a “festa do noivado” a que Jesus se referiu no seu ensinamento imorredouro. * Depois dessa festa dos corações, qual roteiro indelével para a concórdia dos homens, ficaria o Evangelho como o livro mais vivaz e mais formoso do mundo, constituindo a mensagem permanente do céu, entre as criaturas em trânsito pela Terra, o mapa das abençoadas altitudes espirituais, o guia do caminho, o manual do amor, da coragem e da perene alegria. 10 E, para que essas características se conservassem entre os homens, como expressão de sua sábia vontade, Jesus recomendou aos seus apóstolos que iniciassem o seu glorioso testamento com os hinos e os perfumes da Natureza, sob a claridade maravilhosa de uma estrela a guiar reis e pastores à manjedoura rústica, onde se entoavam as primeiras notas de seu cântico de amor, e o terminassem com a luminosa visão da Humanidade futura, na posse das bênçãos de redenção. É por esse motivo que o Evangelho de Jesus, sendo livro do amor e da alegria, começa com a descrição da gloriosa noite de Natal e termina com a profunda visão da Jerusalém libertada, entrevista por João, nas suas divinas profecias do Apocalipse. 

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